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5 de setembro de 2010

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GARRAFA PET

Recebi esta dica por email e resolvi dividir com vocês... afinal esta parte da garrafa pet, quase sempre não utilizamos e como donas de casa... esssa é uma ótima idéia....

Adorei... e você?

19 de fevereiro de 2010

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RECICLAR É PRECISO - DICAS DE RECICLAGEM

Devido a correria diária e alguns, por hábito, deixamos de fazer coisas muito importantes na nossas vidas!
Tais atitudes, que hoje podem parecer sem importância, podem causar grandes prejuízos em nossas vidas no decorrer dos anos.
Aqui estamos falando da produção de lixo que produzimos. Se pararmos para analisar cada grão que jogamos fora, vamos nos dar conta de quanto poderiamos "poupar o nosso dinheiro e o nosso Planeta".
Uma experiência bem fácil e que nos mostra bem a quantidade de lixo que produzimos, é separarmos um saco plástico (preto, resistente, grande) e andarmos na companhia dele durante 2 dias. TUDO o que vamos descartar ou jogar fora, guardamos dentro desse saco, desde as sobras retiradas do apontador, até restos de comida, papéis de bala, saquinhos plásticos, potes de danone, TUDO messmo...e depois ver o quanto produzimos. Depois soma-se com os das outras pessoas da residência, cada um com um saco plástico e mais o produzido por todos na casa ( papéis higiênicos, latas, plásticos de produtos de limpeza, higiene e de alimentação)

A partit de então analise e veja o quanto de coisas inúteis jogamos fora, despejamos na natureza!

O que é reciclagem?


A reciclagem é um conjunto de técnicas para aproveitar e reutilizar os detritos, principalmente vidros, papéis, plásticos e metais. Consiste em pegar os materiais e desviá-los para coleta, separando e processando para virarem matéria-prima de novos produtos. Esse retorno da matéria-prima ao ciclo de produção é denominado reciclagem, embora o termo já seja utilizado popularmente para designar todo o conjunto de operações envolvidas.

Origem da palavra.

A palavra surgiu na década de 70, quando as preocupações ambientais passaram a ser tratadas com maior rigor, especialmente após o primeiro choque do petróleo. As indústrias recicladoras, também chamadas secundárias, processam matéria-prima de recuperação. Na maior parte dos processos, o produto reciclado é completamente diferente do produto inicial.
Conheça um pouco mais.

Entender a importância é o primeiro passo, mas saber praticar é um desafio maior. Ao contrário do que muitos imaginam, a relação custo/benefício de um projeto de reciclagem bem gerenciado pode apresentar resultados positivos

No caso de supermercados, a parceria com as comunidades tem apresentado resultados surpreendentes. Uma cadeia de supermercados, ao implantar máquinas para recebimento (coleta seletiva) e prensagem de embalagens pet e latinhas de alumínio, motiva os consumidores dando descontos em compras e estes se sentem cumprindo suas obrigações individuais com o desenvolvimento sustentável e promovendo sua responsabilidade social.

Também existem restaurantes que se organizam para separar os materiais recicláveis e destiná-los para a coleta seletiva. Além disso, aplicam maior rigor na fiscalização do desperdício de alimentos, seja na fase de preparo ou seja no consumo por seus clientes.

Outro aspecto importante da reciclagem, além da consciência ecológica, é o fator social. A coleta de material reciclável é, muitas vezes, a única fonte de renda dos catadores. De acordo com estudo feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), dos 8.000 moradores de rua do centro de São Paulo, mais de 3.000 vivem de recolher lixo reciclável.

O que é coleta seletiva?

É um sistema de recolhimento de materiais recicláveis, tais como papéis, plásticos, vidros, metais e orgânicos, previamente separados na fonte geradora. Estes materiais são vendidos às indústrias recicladoras ou aos sucateiros.

As quatro principais modalidades de coleta seletiva são: domiciliar, em postos de entrega voluntária, em postos de troca e por catadores.

A coleta seletiva domiciliar é parecida com o procedimento clássico de coleta de lixo. Porém, os veículos coletores percorrem as residências em dias e horários específicos, que não coincidam com a coleta normal.

A coleta em PEV (postos de entrega voluntária) ou em LEV (locais de entrega voluntária) utiliza normalmente pequenos depósitos colocados em pontos fixos, onde o cidadão deposita os recicláveis espontaneamente.

A coleta seletiva em postos de troca se baseia na troca do material entregue por algum bem ou benefício.

O sucesso da coleta seletiva está diretamente associado aos investimentos feitos para sensibilização e conscientização da população. Normalmente, quanto maior a participação voluntária em programas de coleta seletiva, menor é seu custo de administração.

Não se pode esquecer também a existência do mercado para os recicláveis. Nos últimos doze anos, o número de cidades brasileiras com coleta seletiva de lixo passou de 81 para 327. Este aumento pode ser explicado pela queda de 37% do custo dos programas de reciclagem de dejetos. Ainda assim, a proporção de municípios brasileiros com coleta seletiva é muito pequena, não ultrapassando 6% do total.

Em 1994, o custo da coleta (por toneladas) era de 240 dólares e, em 2006, o custo é de 151 dólares. Os números de 2006 mostram que, hoje, 327 prefeituras operam programas de coleta seletiva. Vale destacar que o Brasil possui 5.563 municípios (IBGE/2003) – ou seja, a coleta seletiva ocorre em menos de 6% das cidades do país. Como ela abrange muitos dos municípios mais populosos, cerca de 25 milhões de brasileiros têm acesso a esses programas e 43,5% deles mantém relação direta com cooperativas de catadores.

As regiões Sul e Sudeste continuam com melhor desempenho e juntas contabilizam 279 cidades com programas estruturados. O estado de São Paulo apresenta o maior número de iniciativas: 114 no total. Na seqüência, aparece Rio Grande do Sul (40), Paraná (39), Santa Catarina (33), Minas Gerais (28), Rio de Janeiro (17) e Espírito Santo (8). Santos (SP), Santo André (SP), Itabira (MG), Curitiba (PR) e Londrina (PR) são as localidades que têm 100% da população engajada.

Alimentos, como aproveitá-los por inteiro?

Antes, precisamos entender os dois tipos de lixo: orgânico e reciclável.

O lixo orgânico deve estar separado daquilo que é reciclável, mas podemos reaproveitá-lo.

Material orgânico: Tudo o que é resto de comida, de animais, de plantas e frutas é considerado lixo, propriamente dito. Ou seja, você deve acondicioná-los num único recipiente.

Material reciclável: É praticamente tudo o que é fabricado pelo homem: material plástico, latas de alumínio e ferro, garrafas de refrigerante de vidro e PET, caixas de papel e papelão, etc.

O desafio do aproveitamento total dos alimentos é promover a mudança de hábitos, o enfrentamento de tabus alimentares e mesmo o descaso. Quando adotado, logo mostra os resultados nutricionais e econômicos.


Estudos mostram que o homem necessita de uma alimentação sadia, rica em nutrientes, que pode ser alcançada com partes de alimentos que normalmente são desprezadas.

As perdas não ocorrem somente em plantações, transporte e armazenamento inadequado, mas também no preparo incorreto dos alimentos. Os principais alimentos ou produtos utilizados para complementar a dieta convencional são: pós (casca de ovo, semente de abóbora), farelos (trigo, arroz, milho), farinhas torradas, raízes e tubérculos.

Algumas atitudes praticadas pela maioria da população como, por exemplo, cozinhar os legumes sem a casca, podem retirar as barreiras naturais de proteção e causar a perda de elementos nutritivos. Excluindo a casca comestível de algumas frutas, perdemos muitas fibras importantíssimas para o bom funcionamento do intestino. Também não se deve cozinhar os legumes em água e depois jogá-la fora, já que todas as vitaminas hidrossolúveis (aquelas diluídas na água) se perdem.
A quantidade de lixo e outras coisas que deixamos diariamente não é brincadeira, por isso que o objetivo de reciclar é reaproveitarmos os materiais utilizados por nós. Os benefícios da reciclagem são muitos como: economia de energia, maior preservação dos recursos naturais, diminuição do lixo aterrado, diminuição dos impactos ambientais entre outros.

como podemos reciclar ajudando o meio ambiente e contribuir com toda sociedade.

•Separar o lixo de acordo com o material utilizado na sua confeção ou com sua composição (metal, papel, plástico, orgânico, radioativo, etc);
•Ao comprar um eletrodoméstico, prefira os novos e de qualidade (economizam energia);
•Regar as plantas no período da manhã ou no cair da noite.
•Evitar deixar torneiras abertas ou pingando;
•Economize no papel, utilize o outro lado do papel para anotações ou fazer rascunhos;
*Deixe as janelas com as cortinas bem abertas para que entre claridade (luz natural) evitando acender as lâmpadas;
•Reduza o uso do automóvel (carro), tenha uma vida mais saudável, se for sair para lugares próximos prefira a pé;

•Faça doações das roupas que não utiliza mais, normalmente bazares de caridade recebem e doam para quem precisam;

Estas são apenas algumas das dicas que vocês podem fazer e com isso ajudar a natureza e o meio ambiente. Agora imaginem se todo mundo pensasse da mesma maneira e cada um ajudasse mesmo que fosse só um pouco, com certeza teríamos um cenário diferente no Brasil, porém não vamos esperar que o dia de amanhã chegue, vamos começar hoje mesmo.

 
Existem páginas da Net com vários vídeos que podem ajudar as crianças a compreenderem melhor!


Abaixo, alguns links que abordam o assunto:
http://www.revistasustentabilidade.com.br/
http://www.portaldovoluntario.org.br/site/pagina.php?idconteudo=972
http://www.bonde.com.br/bonde.php?id_bonde=1-3--445-20070321
http://www.sacolasecologicas.adm.br/?gclid=CIHE1t2RgKACFQeF7QodnVQLlA
http://www.toddynho.com.br/?gclid=CLydmoGSgKACFWV75QodVj3xlw#reciclagem_dicas
http://planetasustentavel.abril.com.br/
http://www.curitiba.pr.gov.br/publico/noticia.aspx?codigo=17597
http://blog.marcelinosilva.jor.br/2009/01/bons-negocios-com-reciclagem.html


Bom trabalho!
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RECICLAGEM DE GARRAFAS PET- AJUDANDO A EMBELEZAR O AMBIENTE

As garrafas PET, com certeza, estão vivendo seu alge nessa última decada; tanto no que diz respeito a adoção das mesmas como o maior número de recipiente utilizado para armazenar líquidos, como também para RE-utilização e REciclagem.
As dicas e sugestões vão desde o famoso "porta-trecos", até como matéria-prima para tecidos.
Aqui podemos ver a utilização da mesma como peça decorativa e utilitária. Bem prática e que dá um toque especial na natureza.


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DICAS DE RECICLAGEM -



               É um site nacional, que fornece informações acerca dos pontos de coleta seletiva mais próximo de você, inclusive, indicando qual o tipo de resíduo que se recolhe naquele local.
Vale a pena conferir, ainda mais se você reside num condomínio, ou se faz parte de uma associação...
                VAMOS AJUDAR A CUIDAR DO NOSSO PLANETA!

30 de junho de 2009

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Meio Ambiente: Uma questão de Atitude

A questão ambiental tem sido atualmente alvo de discussões na sociedade, tanto no ambiente político, empresarial como acadêmico. Termos como aquecimento global e desenvolvimento sustentável passaram a fazer parte do vocabulário do dia a dia das pessoas.

A preocupação tornou-se constante, mas pergunta-se: o que as pessoas têm feito para mudar suas atitudes com relação à questão ambiental? Mesmo distante das decisões sobre as grandes questões ambientais, há muitas atitudes que qualquer cidadão pode tomar em seu convívio social.
È comum, e quase natural, pessoas jogando papel nas ruas e calçadas, sem ter uma preocupação com os danos que essa atitude pode estar causando ao meio ambiente.
Muitas vezes as pessoas realizam, inconscientemente, algumas ações como, por exemplo, esquecem torneiras ligadas, não apagam as luzes ao ser o último a sair de determinado ambiente e pode-se perceber que essas ações são automáticas.
Mudar o comportamento de pessoas adultas, com hábitos já arraigados, e que não receberam uma educação ambiental exige um grande esforço. A maneira pela qual o homem assimila determinados conteúdos vai estabelecer conceitos padrões dentro de si, que geralmente são persistentes.
Quando criança, o homem recebe algumas informações que vão formando idéias e conceitos que passarão a fazer parte integrante da sua vida, conduzindo-o sempre em suas decisões e atitudes comportamentais, por isso torna-se importante sensibilizar as pessoas com relação a questão ambiental para que possam agir de forma ética em relação ao meio ambiente.
As discussões tocam exatamente neste ponto, pois é chegada a hora de repensarmos nossas atitudes e criarmos um padrão de comportamento mais coletivo pensando no bem estar de toda uma sociedade da qual fazemos parte e, disso depende a nossa condição de vida, tanto em termos de recursos naturais como em saúde.
Nesse sentido se faz necessário que as pessoas mudem seus hábitos para contribuir com a preservação do patrimônio que pertence a todos, o meio ambiente.
Mas a realidade que se enfrenta para resolver essa questão não é das mais simples porque é quase inerente no ser humano a dificuldade de mudar hábitos, sejam eles quais forem, alguém sempre irá resistir quando se tiver que mudar algum hábito.
A mudança de atitude em relação ao meio ambiente implica em duas questões fundamentais, o exercício da cidadania, compreendida como sendo a consciência de seus deveres e direitos no convívio social e a responsabilidade social, como sendo os efeitos que cada ação pode interferir na sociedade como um todo, pois quando o indivíduo toma consciência de seus deveres e direitos perante si mesmo e a sociedade em que vive e age sempre respeitando o bem comum, pode-se obter o primeiro passo em direção à mudança de atitude.
Sobre esse aspecto está sendo desenvolvido na Universidade Estadual de Maringá um projeto denominado Cidadania com Responsabilidade Social, cujo objetivo é sensibilizar toda a comunidade universitária quanto a responsabilidade de cada um na conservação e preservação do ambiente em que vivem, principalmente com relação ao patrimônio público, para diminuir o impacto, que algumas ações como deixar luz acesa, ventiladores e equipamentos ligados e jogar lixo no chão causam ao meio ambiente e oneram os gastos da universidade.
O projeto é apresentado à comunidade acadêmica no sentido de mostrar a cada ser humano que, independente da posição que ocupe dentro da Universidade e com pequenas atitudes pode colaborar para a manutenção e conservação do ambiente.
Com metas de longo prazo, o grande esforço do projeto está em formar uma nova cultura, um novo modo de pensar e agir com o que é de todos, e, a partir disso, que este comportamento também se reflita na comunidade externa.
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Pequenas Empresas investem em SUSTENTABILIDADE

"O projeto “Garrafa Sustentável” une produtores de todo o Brasil, trazendo ao mercado a garrafa de vidro de 290ml retornável, e promovendo economia em escala e geração de empregos."

Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil anunciou nessa segunda-feira, 22, um investimento no valor de R$ 20 milhões em melhorias no setor de bebidas, por meio do projeto “Garrafa Sustentável”, que tem como objetivo produzir garrafas em vidro retornáveis, em três embalagens, nos tamanhos 200 ml, 290 ml e 1.000 ml, assim como uniformizar a produção e o transporte das garrafas.
Os recursos para a realização do projeto, que será implantado a partir do segundo semestre de 2009, são provenientes de parceria fechada com a Caixa Econômica Federal – CEF no início de junho.
A AFREBRAS, que representa mais de 130 pequenos e médios fabricantes nacionais de refrigerantes, concentrará suas ações em 6 áreas principais:
Promover a organização setorial;
Fomentar o desenvolvimento, crescimento e a competitividade das fábricas nacionais;
Reduzir custos de forma global para o setor, com o compartilhamento das garrafas;
Aumentar divisas;
Gerar riquezas e empregos para as regiões onde as fábricas estão instaladas; e
Fortalecer o setor para fazer frente aos dois grandes concorrentes internacionais, que correspondem a cerca de 90% do faturamento do setor.
O programa “Garrafa Sustentável”, inicialmente, será responsável pela produção de 20 milhões de garrafas, logo no primeiro ano de implantação, e mais 20 milhões no segundo ano, tendo sido projetado seguindo as regras de sustentabilidade e responsabilidade socioambiental, prática que vem sendo adotada em todo o mundo.
“O investimento tem como objetivo estimular ainda mais a economia brasileira e a concorrência, expandir negócios, aprimorar a qualidade dos produtos e serviços e, consequentemente, gerar empregos”, revelou o presidente da AFREBRAS, Fernando Rodrigues de Bairros.
Hoje, mais de 30 empresas associadas à AFREBRAS já adotaram a iniciativa, ou seja, mais de 30% do setor já comunga do projeto. Os demais produtores devem aderir nos próximos dois anos.
Fonte:
RedeNoticia

29 de junho de 2009

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SUSTENTABILIDADE

Aquecimento global e efeito estufa

Efeito estufa é uma condição natural. Os raios solares atravessam a atmosfera e rebatem sobre a superfície da Terra, mas parte do calor fica preso pela camada de gases que paira sobre o planeta. Sem esse efeito, a Terra seria gelada, sem condições de manter os seres vivos tal qual os conhecemos. Dessa forma, a temperatura do planeta tem se mantido relativamente constante durante milênios. Contudo, verifica-se um aumento sem precedentes dos gases da atmosfera nas últimas décadas, especialmente do gás carbônico (CO2), fazendo com que mais calor seja retido. Há divergências nas opiniões de pesquisadores sobre as causas, alguns atribuindo a um ciclo natural milenar do planeta, outros à ação humana. Seja como for, é fato que toneladas desses gases são lançados anualmente devido a queimadas, à utilização usinas termelétricas, de motores a combustão e outros. Em conseqüência, vem ocorrendo um aumento gradativo da temperatura média do planeta, o chamado aquecimento global. Esse aumento de temperatura tem sido associado a mudanças climáticas, aumento da freqüência e intensidade de furacões, ondas intensas, incêndios, degelo, secas e elevação do nível de oceanos.

Desenvolvimento sustentável
"É o processo político, participativo que integra a sustentabilidade econômica, ambiental, espacial, social e cultural, sejam elas coletivas ou individuais, tendo em vista o alcance e a manutenção da qualidade de vida, seja nos momentos de disponibilização de recursos, seja nos períodos de escassez, tendo como perspectivas a cooperação e a solidariedade entre os povos e as gerações" (SILVA, 2006, 132).
"... um processo de transformação que ocorre de forma harmoniosa nas dimensões espacial, social, ambiental, cultural e econômica a partir do individual para o global." (SILVA, 2006, 18).

Ecologia
É o termo criado por Hernst Haekel (1834-1919) em 1869, ..., para designar "o estudo das relações de um organismo com seu ambiente inorgânico ou orgânico, em particular, o estudo das relações do tipo positivo ou amistoso e do tipo negativo (inimigos) com as plantas e animais com que convive".

Educação ambiental

É processo de formação e informação social orientado para: (a) desenvolvimento de consciência crítica sobre a problemática ambiental, compreendendo como crítica a capacidade de captar a gênese e a evolução dos problemas ambientais, tanto em relação aos seus aspectos biofísicos quanto sociais, políticos, econômicos e culturais, (b) o desenvolvimento de habilidades e instrumentos tecnológicos necessários à solução dos problemas ambientais, © o desenvolvimento de atitudes que levem à participação das comunidades na preservação do equilíbrio ambiental (Proposta de Resolução Conama n.º 02/85).

Protocolo de Kyoto
É um tratado internacional entre países desenvolvidos que se comprometeram a emitir, entre 2008 e 2012, 5,2% menos gases causadores do aquecimento global em relação aos níveis constatados em 1990. Para alcançar essa meta, os países industrializados podem adquirir cotas de redução atingidas nos países em desenvolvimento.

Textos e Matérias da Moda Sustentável
Sua roupa agride a natureza? Tecidos orgânicos, corantes inofensivos e técnicas que protegem o meio ambiente começam a emplacar na linha de produção Por Cristiane Ballerini Revista Claudia - 04/2008 As marcas líderes de roupas ecológicas tiveram um crescimento de 70% nas vendas em 2006. Esse é o resultado de uma pesquisa feita no Reino Unido e divulgada pelo jornal Daily Telegraph. O que nós temos com isso? Muito. A indústria têxtil está entre as quatro que mais consomem recursos naturais, como água e combustíveis fósseis, de acordo com o Environmental Protection Agency, órgão americano que monitora a emissão de poluentes no mundo. Somente a cultura de algodão é responsável por cerca de 30% da utilização de pesticidas na Terra, contaminando o solo e os rios. Ou seja, a busca por matérias-primas alternativas e renováveis é hoje um dos principais desafios do setor. E está mais do que na hora de o Brasil - e nós, consumidoras brasileiras - entrar para valer nessa moda verde. O bom é que já tem gente daqui fazendo bonito.

A grife brasileira Osklen, do Rio de Janeiro, desde sua criação, em 1989, experimenta novos usos para materiais já conhecidos. No momento, a marca desenvolve uma sandália de dedo feita de PVC reciclado e também uma sacola de juta que levará dois anos para se degradar no meio ambiente - tremenda conquista, se comparada aos 100 anos necessários, no mínimo, para a degradação natural de uma sacola plástica. “Tem gente que já chega às nossas lojas perguntando pelos produtos ecológicos”, conta Nina Braga, diretora do Institutoe, vinculado à grife. Trata-se de uma associação sem fins lucrativos idealizada pelo estilista Oskar Metsavaht, criador da marca, que mapeia matérias-primas de origem sustentável no país. “Nosso objetivo é oferecer informação para que outras marcas possam trabalhar com materiais que respeitam a biodiversidade, como tecidos orgânicos, artesanato produzido por cooperativas e reciclados”, esclarece Nina. Metsavaht também apoiou um projeto para monitorar baleias por satélite desenvolvido pela Universidade Federal de Juiz de Fora, em 2005, e a Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres, em 2006. Além dele, estilistas como Gloria Coelho, Lino Villaventura e Fause Haten já criaram peças com materiais sustentáveis: sim, é possível preservar a natureza com elegância. IMPACTO NO BOLSO Por enquanto, é preciso mais do que consciência ambiental para optar pela moda ecológica. Devido à escala de produção pequena e à oferta inconstante de matéria-prima, boa parte desses produtos é cara. Uma camiseta de algodão feita de tecido orgânico, por exemplo, custa três vezes mais do que uma produzida pelos métodos tradicionais. Mas algumas iniciativas começam a mudar esse panorama. Desde o ano passado, parceria entre Hanesbrands, dona da marca Zorba no Brasil, a rede varejista Wal-Mart e a Embrapa permite a fabricação de roupas sustentáveis a preços populares. São camisetas, calcinhas, cuecas e bodies para bebês confeccionados com algodão cru ou orgânico, além de outras fibras, como o bambu. “O Brasil ainda não tem auto-suficiência em produção de algodão orgânico”, explica Adriana Ramalho, diretora de desenvolvimento do Wal-Mart. “Por isso, buscamos fibras alternativas. A estratégia é colaborar com a produção e o desenvolvimento de novas tecnologias e manter o preço acessível para ganhar em escala. Assim, tentamos romper com o padrão de que a roupa ecologicamente correta precisa custar mais.” Com o crescente interesse do público - a cueca de fibra de bambu vendeu 20% acima da expectativa -, a empresa promete novidades com outras fibras em estudo, como o milho e a soja. “É uma tendência ligada à democratização da moda e à consciência ambiental. A camiseta mais vendida da linha é a que traz o símbolo da reciclagem. Isso mostra que as pessoas querem ser vistas como antenadas, já que ser sustentável está na moda”, diz Milena Rossi, coordenadora de estilo do Wal-Mart. No caso do bambu, que também substitui o algodão em 26 modelos da coleção da marca carioca Redley, as vantagens ambientais são evidentes: uma plantação de pinus leva sete anos para produzir 3 mil árvores; já o bambu precisa de três anos para produzir 10 mil árvores no mesmo espaço, ainda dispensa o uso de pesticidas, não causa erosão e só requer água para crescer. Mas os especialistas alertam: nem sempre as roupas feitas de fibras alternativas podem ser consideradas “produtos sustentáveis”. Se o cultivo implicar a derrubada de florestas, envolver mão-de-obra infantil, exploração de trabalhadores rurais ou exigir muito combustível no transporte, os danos ambientais e sociais anulam os benefícios. Por isso, informação é fundamental para quem quer comprar produtos ecológicos

REVISTA ÉPOCA - Guarda Roupa Sustentável
O aquecimento global está na moda. O mais recente desafio dos ateliês de grandes estilistas é transformar as coleções de verão passageiras em peças ecologicamente corretas – de preferência recicladas e que tenham consumido poucos recursos da natureza. “As pessoas querem se vestir sem agredir o planeta”, diz o estilista Oscar Metsavaht, da marca Osklen. Na última edição da São Paulo Fashion Week, ele apresentou sua coleção feita de algodão orgânico, sem uso de agrotóxicos. Segue os passos do estilista italiano Giorgio Armani. Em outubro, em um desfile em Milão, Armani havia lançado sua coleção de jeans com fibras orgânicas.
A indústria têxtil está entre as quatro que mais consomem recursos naturais, de acordo com a Environmental Protection Agency, órgão americano que monitora a emissão de poluentes no mundo. Mas a recente preocupação dos estilistas com materiais ecologicamente corretos não veio naturalmente. A indústria só tem buscado novos caminhos porque os consumidores começaram a preferir a moda que não agride o planeta. Algumas grifes aboliram fibras vegetais cultivadas com produtos químicos. Outras aos poucos estão expandindo a moda verde para toda a confecção. É o caso das americanas Levi’s, Gap e Nike e da britânica Marks & Spencer. Em Milão, o Istituto Europeo di Design, uma rede internacional de escolas de artes, criou saias com peças de aço, vestidos de fios elétricos e calças com metal de bicicleta, tudo feito a partir de objetos que seriam jogados no lixo. “Iniciativas como essas ajudam a conscientizar os consumidores”, diz Ana Candida Zanesco, diretora do Instituto Ecotece, uma organização que monitora a moda verde.
A moda verde de hoje não é hippie como a que despontou no início dos anos 80. “Antes, os consumidores de moda ecológica eram jovens que gostavam de passar férias em navios do Greenpeace”, disse Armani. As peças de hoje atingem diversas tribos. Há roupas chiques, casuais, peças exóticas, mas a maioria é parecida com as que já se vêem nas prateleiras. Os consumidores podem confundir uma bolsa de lona de caminhão com uma de tecido sintético. Na vitrine, com o mesmo tingimento, as duas parecem feitas do mesmo material.
No Brasil, a moda ecológica começa a despontar. A marca catarinense Nara Guichon aproveita em suas bolsas redes de pesca que seriam descartadas. A estilista carioca Rubia Calazans usou rolos de filmes descartados para criar suas bolsas e a Track & Field usou garrafas plásticas e fibras de bambu em sua nova coleção esportiva. Nem sempre o uso de materiais naturais é sinônimo de moda ecologicamente correta. A fibra de bambu, produzida apenas na China, gera polêmica entre os ambientalistas. Seu transporte queima combustíveis fósseis, que emitem gases do efeito estufa. Mas ela faz sucesso nas passarelas e entre os consumidores. Para a indústria, isso basta.

Maior desafio está em provar que se trata de uma necessidade para o futuro. Quem foi ao São Paulo Fashion Week (SPFW) viu. Quem não foi, ficou sabendo pelos jornais, revistas e TVs que a indústria brasileira da moda não fica devendo nada a nenhum outro importante segmento econômico do País quando o assunto é sustentabilidade. Inspirado na idéia do desenvolvimento sustentável, o mais importante evento de moda do País, encerrado ontem, revelou que esse setor começa a incluir o conceito em todos os elos de sua cadeia produtiva. A despeito das bandeiras empunhadas em defesa do uso de energias renováveis e da redução de emissão de gás carbônico, chamou mesmo a atenção a parceria firmada entre o SPFW e o Instituto “e”, uma organização do terceiro setor recém-criada cujo objetivo é pesquisar e disseminar alternativas social e ambientalmente responsáveis, sobretudo para a cadeia de produção de tecidos.
O diretor do instituto, Luís Justo, comemora a inédita parceria, que considera um “megafone” para a causa da sustentabilidade. “O próprio SPFW acredita na força do tema e no fato de que estamos em um momento de transformação. Por isso, escolhemos utilizar a moda. Embora não seja um setor tradicionalmente muito preocupado com o tema, ele sempre teve um papel importante na mudança de comportamento e na sensibilização dos jovens e dos formadores de opinião”, explica.
Para Justo, o movimento não tem nada de ativismo. Ele tem a finalidade de influenciar os stakeholders da indústria da moda para fortalecer as ações que façam dela um negócio economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente correto. Por esse motivo, desde sua criação, o Instituto “e” vem promovendo parcerias e estreitando laços com os principais agentes do setor, como, por exemplo, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e a Associação Brasileira de Estilistas (Abest). Prova de que nasceu de braços dados com o mercado, ele foi fundado e é presidido pelo estilista e diretor de criação da marca Osklen, Oskar Metsavaht, um entusiasta do potencial de mercado dos materiais ecologicamente sustentáveis que usa sua rede de lojas como vitrine. “A aceitação tem sido enorme. São os produtos que mais fazem sucesso”, garante Justo.
De acordo com Metsavaht, o mercado brasileiro precisa de estímulo para atingir um estágio mais aprofundado de compromisso com a sustentabilidade. E o SPFW ajuda na medida em que dispõe de credibilidade e influencia mudanças. “Conhecendo meu trabalho e percebendo a experiência que eu já tinha com o instituto, construímos juntos o conceito de sustentabilidade do SPFW”, afirma. A entidade convidou 11 estilistas, entre eles o próprio Metsavaht, para criar modelos usando alguns tecidos desenvolvidos pelo instituto. As roupas ficaram expostas nos corredores da Bienal, com explicações sobre o processo de fabricação dos tecidos.
Além de pesquisar alternativas para a produção têxtil, o Instituto e trabalha principalmente junto aos fornecedores e às indústrias, apresentando maneiras para transformar o processo produtivo de modo que resulte no menor impacto possível para o meio ambiente. Na outra ponta da cadeia, com o objetivo de gerar demanda e conscientização, a instituição criou o selo e-fabrics, que acaba de ser lançado para garantir ao consumidor que determinadas roupas atendem a critérios de sustentabilidade, tanto sociais quanto ecológicos. “É um selo de credibilidade para a sociedade. Não é certificador, mas um label para que as pessoas compreendam. Temos de saber o que está por trás do que estamos comprando. Se existe um produto que sabemos que destrói a natureza, não podemos comprá-lo, por mais que seja desejável”, explica Metsavaht.
A maior aposta do Instituto “e” está relacionada ao potencial de mercado dos tecidos especiais. Até agora, destaca Justo, eles vêm se mostrando promissores tanto em relação ao material usado na confecção da Osklen quanto nas parcerias feitas com indústrias do setor. Justo explica o otimismo. “É uma tendência, uma necessidade do planeta fazer essa transformação. Já existem países que exigem produtos certificados nas importações. Tenho certeza de que há mercado tanto no Brasil quanto, principalmente, no exterior”, defende. Para o executivo, as empresas têxteis estão cada dia mais sensíveis para a importância de tornar seus negócios sustentáveis, e por isso, no futuro, a falta do componente de sustentabilidade poderá ser um fator limitante para a expansão em mercados crescentemente competitivos. “Esse movimento não vai acontecer do dia para a noite, mas o nosso papel é justamente impactar o mercado com essa nova visão de negócio”, diz o executivo.
Na prática, segundo Justo, os tecidos desenvolvidos pela organização podem ou não ser mais caros do que os convencionais, dependendo da forma como são produzidos. A economia de energia e de recursos, por exemplo, é um fator que reduz o custo produtivo. Por outro lado, a produção em pequena escala, atendendo a um público seleto, encarece a roupa. Com o interesse crescente do mercado e do consumidor, Justo prevê, no entanto, o gradativo aumento da produção e, por conseqüência, a queda dos preços. Ainda assim, acredita que existam compradores disposto a pagar o preço inicial mais alto decorrente do valor socialmente responsável. “Mesmo que tenha um custo maior, o valor agregado é percebido pelo consumidor final, por ser um produto que respeita certos critérios. Este é, portanto, um bom negócio”, assegura.
Para Metsavaht, há, no momento, uma convergência de esforços e experiências para criar algo novo e consistente no mercado da moda. “Acho que a preocupação sustentável é a grande tendência da moda. Tudo está por se fazer. Nem as marcas nem os próprios projetos sustentáveis, as indústrias ou a sociedade estão devidamente preparados para o tema. Mas existe a tendência. E o consumidor demonstra vontade de aprender e valorizar a sustentabilidade”, explica.
O próximo passo na consolidação do Instituto “e” é, segundo Justo, refinar os critérios de sustentabilidade dos tecidos, com o apoio de organizações especializadas como o WWF e os institutos Socioambiental e Akatu. O maior desafio, acredita, está em provar para o mercado que os novos tecidos são, “mais do que uma alternativa, uma necessidade para o futuro”. Desenvolvimento sustentável está na moda. E Metsavaht, como estilista, faz sua previsão pessoal sobre as tendências da próxima estação. “Não vai poder faltar uma peça de desenvolvimento sustentável no guarda-roupa. Isso é uma forma de sermos ativistas e transformadores. Mas o que não pode ter são roupas de fábricas que despejam dejetos químicos nos solos e nos rios”, sentencia.

Vogue - Agosto.2007
A Vogue de agosto apresentou o tema da moda&sustentabilidade. Grifes de luxo apresentam acessórios, bolsas, que não danificam tanto o meio ambiente como as então usadas “plastic bags”. A sugestão aqui: abandone as bolsas “matadoras”, substituindo por essas, além de esbanjarem muito ainda contribuem para a causa da sustentabilidade.


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