SEESP - Secretaria de Educação Especial - Brasil
http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/defmental.pdf
Educação Inclusiva
Atendimento Educacional Especializado
para a Deficiência Mental.
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http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/experienciaseducacionaisinclusivas.pdf
Experiências Educacionais
Inclusivas
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http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/experienciaseducacionaisinclusivas.pdf
Saberes e Prácticas da Inclusão:
Dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento
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http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/experienciaseducacionaisinclusivas.pdf
Saberes e Prácticas da Inclusão: Dificuldades acentuadas de
aprendizagem:Deficiência Múltipla
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http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/surdosegueira.pdf
Saberes e Prácticas da Inclusão:Dificuldades de Comunicação e Sinalização: Surdocegueira/múltipla deficiência sensorial
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http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/surdez.pdf
Saberes e Prácticas da Inclusão:Dificuldades de Comunicação e Sinalização - Surdez
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http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/deficienciavisual.pdf
Saberes e Prácticas da Inclusão:Dificuldades de Comunicação e
Sinalização - Deficiência Visual
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http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/superdotacao.pdf
Saberes e Prácticas da Inclusão:Altas Habilidades - Superdotação
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http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/alunossurdos.pdf
Desenvolvendo competência para o atendimento às necessidades educacionais especiais de alunos surdos
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http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/alunosdeficienciafisica.pdf
Desenvolvendo competência para o atendimento às necessidades educacionais especiais de alunos com deficiência física / neuromotora
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http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/altashabilidades.pdf
Desenvolvendo competência para o atendimento às necessidades educacionais especiais de alunos com altas habilidades / superdotação
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http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/alunoscegos.pdf
Desenvolvendo competência para o atendimento às necessidades educacionais especiais de alunos cegos e de alunos com baixa visão
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http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/avaliacao.pdf
Avaliação para identificação das necessidades educacionais especiais
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http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/defmental.pdf
Atendimento Deficiência Mental
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http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/brincartodos.pdf
Brincar Para Todos
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http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/rec_adaptados.pdf
Portal de Ajudas Técnicas - Recursos Pedagógicos Adaptados I
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http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/ajudas_tec.pdf
Portal de Ajudas Técnicas - Recursos para Comunicação Alternativa
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http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/defmental.pdf
Educação Inclusiva
Atendimento Educacional Especializado
para a Deficiência Mental.
O Programa para o Ensino da Leitura nos Défices Cognitivos e nas Perturbações da Comunicação tem como objectivo apoiar todos os interessados, no delineamento de um Programa de Leitura para crianças e jovens com necessidades educativas especiais.
http://www.nasturtium.com.pt/detalhes_p.php?id=35
O Programa para Desenvolver as Competências Numéricas - Crianças que aprendem no concreto e no visual, foi desenvolvido com o objectivo de apoiar técnicos, pais ou outros, na promoção da aprendizagem dos conceitos numéricos no contexto educativo e familiar.
http://www.nasturtium.com.pt/detalhes_p.php?id=37
O Programa Palavras Escritas tem como principal objectivo, ajudar educadores e professores a desenvolverem actividades para promover as competências de motricidade fina e de pré-escrita. Disponibiliza ainda uma Inventariação de competências dividida em três áreas, com objectivos gerais e específicos e com propostas de actividades e recursos.
http://www.nasturtium.com.pt/detalhes_p.php?id=116
Cumprimentos
Fernando Ferreira
NASTURTIUM
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14 de março de 2011
8 de janeiro de 2011
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Eis na íntegra o que a autora escreveu nas duas "abas do livro" PRÁTICA PEDAGÓGICA (ESTRUTURANDO PEDAGOGICAMENTE A ESCOLA):
"Este livro apóia-se na pedagogia da cooperação, libertadora, interativa. Pedagogia que, ao alcançar o sucesso da aprendizagem, colabora com a permanência do aluno na escola, evitando sua evasão ou repetência.
Integrar o aluno no ambiente escolar é a grande estratégia para o princípio de inclusão. Nesta virada democratizante da escola, os programas devem trazer uma preocupação com a integração do aluno em seu meio. O conhecimento deve estar relacionado com a realidade de onde o aluno sai. Em cada realidade, há um código, em nível diferente de elaboração, que distingue as diferentes falas.
O professor deve pesquisar o universo de linguagem de seus alunos e trabalhar, em sala de aula, com os níveis encontrados. Descobrir qual é o seu discurso, qual a cultura que o sedimenta e aceitar a sua fala.
A memória da cultura popular está enraizada na vida do povo. A escola não pode ignorá-la, desvalorizá-la, perante a idéia de uma sociedade luminosa. Essa cultura é importante para o aluno que vem dela, que vive nela.
Seu discurso, visto como importante por alguém diferente dele, cria momentos educativos, projetos educativos,em direção a uma educação ministrada com solidariedade e eqüidade social. O professor descobre, na voz do aluno, valores que representam a cultura de sua realidade e o aluno descobre que sua voz tem importância para o professor. Estabelece-se uma relação educativa de estímulo e confiança. O aluno da classe pobre, ao não se sentir humilhado culturalmente, eleva sua auto-estima, que vai garantir sua permanência na escola.
A alfabetização é ponto chave no sucesso da aprendizagem. Ela, também, deve partir do estudo da cultura da comunidade do aluno, em que nível lingüístico e cultural ele se encontra, quando chega no 1.º ano do ensino fundamental, e em que nível se quer fazê-lo chegar. A escola reconhecendo e respeitando o universo de onde veio o aluno, adaptando-se a ele, fará uma adequação do universo cultural que ele trouxe com o novo universo oferecido por ela, evitando que ele se sinta um estranho no ninho. Dessa maneira, a escola provocará uma ruptura bem menor desses universos. O aluno, aceito em sua maneira de ser, vai percebendo que é possível articular a sua linguagem com a da escola.
Reivindica-se à escola que, a partir de uma cultura popular - no caso da escola pública - ela crie uma consciência da sua necessidade de se formar um elo, uma relação de articulação serena, entre o seu universo e o da criança. No momento em que essa articulação se concretizar, a aprendizagem estará garantida. A criança não se sentirá frustrada, olhada como alguém que fala um discurso estranho. Perceberá que não há discurso distinto entre o dela e o da escola. Vai evoluir com naturalidade, não vai decorar ou repetir aquilo que lhe mandam. A passagem entre o seu mundo e o das letras processou-se de modo tranqüilo, com respeito e valorização.
Assim como esta, outras posturas educacionais trazem a este livro momentos de muita reflexão, de adequação à época em que vivemos e conseqüente mudança de mentalidade.
Confira você mesmo".
Baixe o livro gratuitamente diretamente do site da autora CLICANDO AQUI
Obs.: O site é gratuito. V. Sa. está autorizado(a) a baixar em seu computador o livro "Prática Pedagógica (Estruturando Pedagogicamente a Escola)", assim como as poesias e os "Artigos Educacionais", imprimindo cópias, xerocando todo esse material, enviando por e-mail a seus colegas, devendo, apenas e obrigatoriamente, ser mencionada a autoria dos mesmos. Respeite sempre os direitos autorais
DOWNLOAD DO Livro Gratuito: Práticas Pedagógicas
Eis na íntegra o que a autora escreveu nas duas "abas do livro" PRÁTICA PEDAGÓGICA (ESTRUTURANDO PEDAGOGICAMENTE A ESCOLA):
"Este livro apóia-se na pedagogia da cooperação, libertadora, interativa. Pedagogia que, ao alcançar o sucesso da aprendizagem, colabora com a permanência do aluno na escola, evitando sua evasão ou repetência.
Integrar o aluno no ambiente escolar é a grande estratégia para o princípio de inclusão. Nesta virada democratizante da escola, os programas devem trazer uma preocupação com a integração do aluno em seu meio. O conhecimento deve estar relacionado com a realidade de onde o aluno sai. Em cada realidade, há um código, em nível diferente de elaboração, que distingue as diferentes falas.
O professor deve pesquisar o universo de linguagem de seus alunos e trabalhar, em sala de aula, com os níveis encontrados. Descobrir qual é o seu discurso, qual a cultura que o sedimenta e aceitar a sua fala.
A memória da cultura popular está enraizada na vida do povo. A escola não pode ignorá-la, desvalorizá-la, perante a idéia de uma sociedade luminosa. Essa cultura é importante para o aluno que vem dela, que vive nela.
Seu discurso, visto como importante por alguém diferente dele, cria momentos educativos, projetos educativos,em direção a uma educação ministrada com solidariedade e eqüidade social. O professor descobre, na voz do aluno, valores que representam a cultura de sua realidade e o aluno descobre que sua voz tem importância para o professor. Estabelece-se uma relação educativa de estímulo e confiança. O aluno da classe pobre, ao não se sentir humilhado culturalmente, eleva sua auto-estima, que vai garantir sua permanência na escola.
A alfabetização é ponto chave no sucesso da aprendizagem. Ela, também, deve partir do estudo da cultura da comunidade do aluno, em que nível lingüístico e cultural ele se encontra, quando chega no 1.º ano do ensino fundamental, e em que nível se quer fazê-lo chegar. A escola reconhecendo e respeitando o universo de onde veio o aluno, adaptando-se a ele, fará uma adequação do universo cultural que ele trouxe com o novo universo oferecido por ela, evitando que ele se sinta um estranho no ninho. Dessa maneira, a escola provocará uma ruptura bem menor desses universos. O aluno, aceito em sua maneira de ser, vai percebendo que é possível articular a sua linguagem com a da escola.
Reivindica-se à escola que, a partir de uma cultura popular - no caso da escola pública - ela crie uma consciência da sua necessidade de se formar um elo, uma relação de articulação serena, entre o seu universo e o da criança. No momento em que essa articulação se concretizar, a aprendizagem estará garantida. A criança não se sentirá frustrada, olhada como alguém que fala um discurso estranho. Perceberá que não há discurso distinto entre o dela e o da escola. Vai evoluir com naturalidade, não vai decorar ou repetir aquilo que lhe mandam. A passagem entre o seu mundo e o das letras processou-se de modo tranqüilo, com respeito e valorização.
Assim como esta, outras posturas educacionais trazem a este livro momentos de muita reflexão, de adequação à época em que vivemos e conseqüente mudança de mentalidade.
Confira você mesmo".
Baixe o livro gratuitamente diretamente do site da autora CLICANDO AQUI
Obs.: O site é gratuito. V. Sa. está autorizado(a) a baixar em seu computador o livro "Prática Pedagógica (Estruturando Pedagogicamente a Escola)", assim como as poesias e os "Artigos Educacionais", imprimindo cópias, xerocando todo esse material, enviando por e-mail a seus colegas, devendo, apenas e obrigatoriamente, ser mencionada a autoria dos mesmos. Respeite sempre os direitos autorais
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