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14 de dezembro de 2011

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Reunião com professores



Esta é a história de um rapaz que tinha um gênio muito difícil. Seu pai lhe deu uma bolsa de pregos e lhe disse que cada vez que perdesse a paciência, deveria pregar um prego detrás da porta.
No primeiro dia, o rapaz cravou 37 pregos detrás da porta. As
semanas se seguiram e, a medida que ele aprendia a controlar seu gênio, cravava cada vez menos pregos atrás da porta.
Por fim descobriu que era mais fácil controlar-se que cravar pregos atrás da porta.
Chegou o dia em que ele pôde controlar-se durante todo o dia.
Depois de informar a seu pai, este lhe sugeriu que retirasse um prego cada vez que conseguisse controlar sua raiva e impaciência.
Os dias se passaram e o jovem pôde finalmente anunciar a seu pai que não restavam mais pregos para retirar da porta.
Seu pai o tomou pela mão e o levou até a porta.
Seu pai lhe disse: “Você trabalhou muito duro, meu filho. Porém, olhe
todos esses buracos na porta. Ela nunca mais será a mesma.
Cada vez que você perde a paciência, deixa cicatrizes exatamente como as que você poder ver na porta.”
Você pode insultar a alguém e depois retirar o que disse, porém, o modo com você falou deixa cicatrizes que perduram para sempre.
Uma ofensa verbal é tão daninha como uma ofensa física.
Os amigos são jóias preciosas. Nos fazem rir e nos animam a seguir adiante. Nos escutam com atenção, e sempre estão prestes a abrirnos seu coração.

“O sábio não diz tudo o que sabe, e o ignorante não sabe o que diz.” Provérbio chinês

Crédito para o blog IDÉIA CRIATIVAhttp://gibarbosa1.blogspot.com

20 de novembro de 2010

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Consumismo infantil

Me pego cometendo certos erros na educação da minha filha, sempre é bom receber emails de amigos, recados, mensagens são passadas e nos caem como luvas....

Reparto com vocês. Como educadoras é nosso DEVER educar o caráter dos nossos filhos e alunos.

4 de agosto de 2010

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REFLEXÃO PARA A VOLTA AS AULAS

Amigas, estamos retornando as atividades e algumas vezes nos magoamos com certas palavras e atitudes de colegas de trabalho. Lendo esse texto que recebi de uma amiga, por email, me veio a mente o retorno ao serviço... resolvi partilhar com vocês.

Abraços e espero que gostem e seja útil.
Viver como as flores



- Mestre, como faço para não me aborrecer, com as pessoas? Algumas falam demais, falam de nossa vida, gostam de fazer intriga, fofoca, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Fico magoado com as que são mentirosas. "Sofro com as que caluniam".
- "Pois viva como as flores!", advertiu o mestre.
- "Como é viver como as flores?" Perguntou o discípulo.
"Repare nestas flores", continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim. "Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.

- É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento.
Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora. Isso é viver como as flores."

"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. E, por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."

(Edward Everett Hale (1823-1909), clérigo e escritor norte-americano.)

15 de fevereiro de 2010

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A IMPORTÃNCIA DO BRINCAR PARA A CRIANÇA DA EDUCAÇÃO INFANTIL - SUGESTÕES DE BRINQUEDOS DE ACORDO COM A IDADE

“É no brincar, e talvez apenas no brincar,
que a criança ou adulto fruem sua liberdade de criação.”



(Winnicott, D. W., 1975)”.



Brincar é coisa séria


No século XV, a criança era vista como um adulto em miniatura. Ela era vestida como adulto e a ela cabiam decisões como se fosse adulto. Na época atual, em algumas famílias, esta situação não é muito diferente. A criança ocupa, muitas vezes, o lugar de centro de decisões: ela é a autoridade e os pais a obedecem. É ela quem determina a hora e onde irá dormir; se vai ou não tomar vacina; se vai ou não escovar os dentes, etc. Existem alguns segmentos da literatura e segmentos sociais preocupados em conscientizar os adultos das necessidades, importância e responsabilidades de cada papel.

Muitos adultos quando referem-se à criança e ao que lhe é pertinente, referem-se de uma maneira pejorativa, desqualificada ou desconsiderada. Brincar é o verbo da criança. Brincar é a maneira como ela conhece, experimenta, aprende, apreende, vivencia, expõe emoções, coloca conflitos, elabora-os ou não, interage consigo e com o mundo.

O corpo é um brinquedo para a criança. Através dele, ela descobre sons, descobre que pode rolar, virar cambalhota, saltar, manusear, apertar, que pode se comunicar.

O mesmo brinquedo pode servir de fonte diferente de exploração e conhecimento. Uma bola para uma criança de dois anos pode ser fonte de interesse com relação a tamanho, cor e para uma criança de seis anos o interesse pode ser mais relacional: jogar e receber a bola do outro, fazer gol.

É importante que a criança possa brincar sozinha e em grupo, preferencialmente com crianças de idade próximas. Desse modo ela tem possibilidade, também, de ampliar sua consciência de si mesma, pois pode saber como ela é num grupo que é mais receptivo, num outro que é mais agressivo, num que ela é líder, num outro em que é liderada, etc. Lidando com as diferenças, ela amplia seu campo de vivências.

Alguns cuidados devem ser tomados com esta relação da criança com o brinquedo. São eles: brincar deve ser divertido, prazeroso e não tarefa e o brinquedo deve estar de acordo com o interesse da criança.

Sugestões de brinquedos de acordo com a faixa etária
 fonte: O direito de brincar, Ed. Fund. Abrinq (apud OLIVEIRA, 2006).

Três meses- Chocalhos, mordedores, figuras enfiadas em cordão para instalar no berço ou carrinho.
Seis meses- Quadros com peças coloridas, de formas diversificadas, peças que correm em trilhos.
Oito meses- Bolas, cubos em tecidos, caixas de música com alça para puxar.
Dez meses – Bonecos em tecido com roupas fixas, animais em tecido (não pelúcia), sem detalhes que possam ser arrancados.
Um ano- Cavalinhos de pau, carrinhos de puxar e empurrar, blocos de construção simples, cadeiras de balanço.
Dois anos- Veículos sem pedais, que se movem pelo impulso dos pés.
Três anos- Veículos com pedais, triciclos, bonecas com pés e mãos articulados, jogos de memória.
Quatro anos- Roupas de fantasia, super-heróis, máscaras.
Cinco anos- Miniaturas de figuras simples, soldados de chumbo, maquiagem, bolsas, bijuterias, móveis do tamanho da criança.
Seis anos- Aviões, barcos e autoramas.
Oito anos- Jogos de xadrez, damas, simulação e mistério.

Às vezes o adulto “dá” o brinquedo para a criança na tentativa de que ele adulto possa brincar. Aí ele passa a conduzir a brincadeira, bronquear se a criança descobriu outra forma de jogar ou de brincar que não a formalizada a princípio, não permitindo muitas vezes a espontaneidade, manipulação criativa, exploração e o prazer.

Ao se fazer doações dos brinquedos, isto deve ser realizado com autorização e participação da criança. O brinquedo pode conter uma série de significados para a criança, mesmo que ela não o use, não ligue para ele, ou ele já esteja surrado e quebrado. Ele pode ser um amigo, um conforto, uma segurança e desse modo ela pode não ter condições ou vontade de se desfazer do brinquedo num determinado momento. O que nada tem a ver com ser ou não ser egoísta.

Algumas questões polêmicas surgem quando falamos desta relação do brincar:
Menino pode brincar de boneca e menina de bola?
 Alguns pais ficam aflitos com esta questão, pois acreditam que a sexualidade será definida a partir desta escolha. Neste caso é bom informar que a criança irá definir sua sexualidade a partir do contexto que vivencia. Da forma como pai e mãe se relacionam, de como os papéis masculino e feminino lhe são apresentados no cotidiano, como estes pais se relacionam com a criança, de como esta criança vai sendo criada.

- Arma de brinquedo produz agressividade?
Agressividade é um sentimento que todos nós temos e culturalmente lidamos mal. Normalmente a associamos com violência, ou a vemos apenas pelo seu aspecto destrutivo. Não nos damos conta de que precisamos dela para procurar um emprego, para comermos, para criarmos, para fazermos um artigo para o jornal, etc. Quando uma criança diz que está com raiva, logo é atropelada pelo adulto que diz: “Você não gosta de mim não?” Como se uma coisa fosse impeditiva da outra.


- O uso de vídeo-game e computador ajuda ou atrapalha no desenvolvimento da criança?
O excesso atrapalha. Uma criança que passa várias horas na frente do computador acaba não se relacionando com outras coisas e pessoas que são importantes para um desenvolvimento melhor. O bom é que ela possa ter condições de fazer várias experiências para ter uma visão de mundo mais ampla. É preciso também que o adulto esteja atento ao uso dessa criança na internet, por exemplo, onde ela tem acesso a todo tipo de informação e de pessoas. O cuidado e avaliação constantes do adulto devem caminhar no sentido de auxiliar a criança a desenvolver senso crítico. A realidade deve ser apresentada à criança aos poucos na medida de suas possibilidades, necessidades e etapa evolutiva.


O BRINCAR NA APRENDIZAGEM

"Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão

(MILTON NASCIMENTO, 1998).

Desde o nascimento o ser humano vai passando por fases na busca de construção do conhecimento. A conquista do ser humano do símbolo passa por diferentes fases, tendo origem nos processos mais primitivos da infância. Como já dito anteriormente, a criança aprende pelo corpo, é através dele que se relaciona com o meio circundante. É observando, olhando, conhecendo, tocando, manipulando e experimentando que se vai construindo conhecimento. Neste jogo, o da busca do conhecimento, onde se pode brincar, jogar e estabelecer um espaço e tempo mágico, onde tudo é possível, um espaço confiável, onde a imaginação pode desenvolver-se de forma sadia, onde se pode viver entre o real e o imaginário, este é o lugar e tempo propício para crescer e produzir conhecimento. Para Fernandez (1990, p. 165), "O saber se constrói fazendo próprio o conhecimento do outro, e a operação de fazer próprio o conhecimento do outro só se pode fazer jogando."

No começo, a brincadeira é bastante corporal e mais tarde tende a ser mais objetal passando à subjetividade no final. Oliveira, (1992, p. 22) "O pensamento de interação com o meio se amplia progressivamente e gradativamente da ação física à representativa."
A mão na boca para a criança é ponto central para novas descobertas, pois é por este movimento que se começa a delimitar a noção de objeto. Brinca com seu polegar, com lençol, com fralda e assim vai descobrindo a realidade que a cerca. O objeto, no início deste processo, não pode ser definido como objeto interno ou externo, ele não está dentro nem fora, não é sonho mas também não é alucinação, é apenas a primeira descoberta do outro, do mundo externo. A este objeto Winnicott (1971, p. 9) define como objeto transacional. Estes objetos chamados de transicionais, representam um novo estado de evolução no processo de construção do sujeito cognoscente, é a primeira relação estabelecida fora do campo simbiótico da criança com sua mãe.
Brincar é um espaço privilegiado, proporciona à criança, como sujeito, a oportunidade de viver entre o princípio do prazer e o princípio da realidade. Cabe ressaltar que a brincadeira não traz apenas prazer, também pode trazer dor ou desconforto.
Brincando a criança vai, lentamente, estabelecendo vínculos, brinca com os objetos externos e internos num processo de trocas intensas com a realidade e com a fantasia. O brincar proporciona ao sujeito liberar o medo do novo, do desconhecido. A criança brinca com o desconhecido para torná-lo conhecido, brinca com o medo para que possa dominá-lo.
Brincar é uma ação que ocorre no campo da imaginação, assim, ao brincar estar-se-á fazendo uso de uma linguagem simbólica, o que se faz retirando da realidade coisas para serem significadas em outro espaço. Quando a criança com uma peça de sucata e imagina que é um caminhão está estabelecendo uma relação de imaginação e criação: está recriando a realidade.
É na exploração do mundo, do meio ambiente, na manipulação dos objetos, nas trocas com seus pares etc. que a criança vai aprendendo, vai buscando fora si o conhecimento, para mais tarde poder internalizá-lo. É nesta buscas, nesta movimentação que novos esquemas podem ser assimilados, generalizados. O brincar permite que esta troca intensa entre o que está dentro e o que está fora ocorra, pois a brincadeira não está dentro nem fora.
Assim, "a criança à qual tudo é permitido e à qual todos os obstáculos são removidos não se dá condições de se estruturar logicamente a realidade, conseqüentemente, de representá-lo." (OLIVEIRA, 1998, p. 47).


A realidade impõe limites, são estes limites que cria condições para as estruturas mentais. O processo de construção de conhecimento passa necessariamente pela afirmação e pela negação. É através desta relação dialética sujeito/objeto que se pode criar conhecimento. Por esta razão também acreditamos que "sempre se aprende mais do que se pensa, do que se pode demonstrar verbalmente ou declarar conscientemente." (BLEGER, 1991, p. 75).

A brincadeira contribui de forma espetacular para a construção da auto imagem positiva. Pode-se superar e ressignificar diferentes objetos internalizados, assumindo novos papéis ou mesmo brincando com o já caracterizado. Ao brincar, por exemplo, de casinha a criança precisa conhecer como é uma casa, quem são seus personagens, interioriza modelos, desempenha certa função social, condutas, estabelece vínculos, exercita a sua autonomia, troca com seus pares, experimenta emoções, cria e recria, assume papéis, seu corpo expressa a realidade externa, assume gestos e palavras da pessoa que representa. Vive intensamente a sua realidade interna.
Dentro da minha experiência em sala de aula, as crianças diante de um espelho (solicitado por mim à direção da escola) se comunicavam com suas imagens na forma de si mesmas e de outros. São momentos em que se percebe muitas construções no plano da subjetividade de cada uma delas.

Fotos: particulares (Vivi Patrice)
Créditos: Jaqueline da Silva Lima
Fonte:
A importância do brincar e do brinquedo para as crianças de três a quatro anos na Educação Infantil -
Monografia apresentada para conclusão do Curso de Pedagogia –Educação Infantil do Centro de Ciências Humanas da Universidade Veiga de Almeida. Orientadora: Regina Maria Pires Abdelnur.


4 de fevereiro de 2010

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OS ELEMENTOS QUE FAZEM DE ALGUÉM UM PROFESSOR

LEMBRANÇAS DE UMA FORMAÇÃO

Artigo publicado na Revista Educação, edição 153

Em nossas memórias de adultos, geralmente impregnadas de melancolia romântica, a imagem da primeira professora ocupa um lugar especial. Quase proverbial, como a da velha canção na qual a felicidade de tão plena não tinha consciência de si (eu era feliz e não sabia...). Da minha, não lembro o nome. Mas recordo vivamente a expressão austera, o olhar implacável, os gestos fortes e destemperados, uma vara quebrada num acesso de fúria, o punho fechado a distribuir pequenos golpes nas cabeças infantis. E, claro, o apelido que cunháramos entre nós como vingança: Bruxa.

Já minha professora da 3ª e 4ª séries era uma moça dedicada e doce, creio que de cerca de 20 anos e recém-formada na escola normal do bairro. Seu nome era Gislaine. Lembro-me vivamente da aula em que tentou (no meu caso, sem sucesso imediato) nos ensinar frações, a partir do desenho de um chocolate, que se partia em meio, em um quarto, enfim, em enigmáticas "frações". Do dia em que me repreendeu, por conversar com um colega, e me colocou sentado no outro lado da classe, com as meninas (o sistema de coeducação não era concebido de forma muito ortodoxa). Do quanto nos observava com respeito, do remédio que me trouxe ao notar uma verruga em meu dedo, do zelo com que mantinha uma folha para cada aluno em seu caderno de aula. Lembro-me da canção que escreveu para o dia de nossa formatura, em que, tristes, nos despedimos de uma grande professora.


Há quase duas décadas tenho como ofício - e interesse teórico - a formação de professores. Mas confesso que em grande medida ignoro os processos pelos quais se formam professores como Gislaine. É difícil crer que sejam frutos do desenvolvimento de certas competências previsíveis e enunciáveis, como querem as mais modernas diretrizes. Ou que se produzam a partir da compreensão científica do desenvolvimento infantil, como pregavam (ainda o fazem?) as pedagogias de inspiração psicológica. Claro que esses, como outros aspectos, podem ter alguma relevância para a formação de professores. Mas passam ao largo de questões essenciais, como compromisso pessoal e institucional, empatia e dedicação aos alunos, senso de responsabilidade pelas crianças e pelo legado cultural no qual é dever do professor iniciá-las.

Por outro lado, é pouco plausível que essas características sejam 'dons' pessoais que independam de um processo formativo. Ao contrário, provavelmente se desenvolvem como fruto de uma formação na qual o significado da profissão docente possa, aos poucos, se desvelar em sua profunda complexidade. Nas páginas de uma obra literária, na elegância de uma demonstração matemática, no rigor de um experimento científico, na profundidade de uma reflexão filosófica. Nos exemplos de nossos mestres, nos compromissos sociais e políticos que, por meio deles, em nós se renovam. Por isso, convém certa prudência ao tratar do tema. A formação resulta do intercâmbio entre pessoas; e não do contato com coisas, por mais sofisticadas que estas sejam.

José Sérgio Fonseca de Carvalho
Doutor em filosofia da educação pela Feusp

20 de janeiro de 2010

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SINDROME DE DOWN - DEIXANDO O NOSSO MUNDO MAIS ESPECIAL!!!

Adoro esse vídeo!
Eu que sou toda desastrada já passei por umas boas dessas!!!
Tinha uma aluna (J.) que era o meu braço direito (claro que eu dava espaço para ela e respeitava o espaço dado). Ela é toda certinha, adora as coisas no devido lugar (sem neura) e me auxiliava muito!
Saudades da Jojô.

12 de janeiro de 2010

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RECONSTRUINDO O MUNDO

''O pai estava tentando ler o jornal, mas o filho pequeno não parava de perturbá-lo. Já cansado com aquilo, arrancou uma folha - que mostrava o mapa do mundo - cortou-a em vários pedaços, e entregou-a ao filho.

“Pronto, aí tem algo para você fazer. Eu acabo de lhe dar um mapa do mundo, e quero ver se você consegue montá-lo exatamente como é”.

Voltou a ler seu jornal, sabendo que aquilo ia manter o menino ocupado pelo resto do dia.
Quinze minutos depois, porém, o garoto voltou com o mapa.
“Sua mãe andou lhe ensinando geografia?”, perguntou o pai, aturdido.
“Nem sei o que é isso”, respondeu o menino. “Acontece que, do outro lado da folha, estava o retrato de um homem. E, uma vez que eu consegui reconstruir o homem, eu também reconstruí o mundo”.
(Não sei o Autor, se alguém souber por favor, me informe!)
 
( Eu já conhecia este texto, mas ao relê-lo hoje fiquei refletindo sobre a mensagem que a mesma quis passar, ou melhor: a mensagem que o autor do texto quis nos passar. )
 
1. Vendo pelo lado da psicopedagogia, pode ser que seja para refletirmos acerca da mente infantil, das maneiras como as crianças  se viram para poderem encontrar suas respostas ou para enfrentar seus desafios; ou mesmo para não menosprezarmos nossos filhos/alunos, muitas vezes eles são muito mais capazes do que imaginamos; ou ainda, que a criança tem prazer em ficar por perto, que eles ultrapassam barreiras e limites somente para poder ter um pouco de atenção dos pais - tão distantes e sem paciência e tempo hoje em dia!
 
2. Pelo lado da psicologia, podemos dizer que muitas vezes achamos que um 'problema' é muito difícil de ser resolvido, no entanto se tivermos capacidade de olhá-lo de outra maneira, ou de observá-lo como expectador, a solução pode ser mais fácil do que parece./ Ou que não devemos ir sempre por um único caminho  para resolvermos algo, pois muitas vezes nos acostumamos a fazer as coisas sempre do nosso modo e não temos paciência e nem humildade para escutarmos 'o outro', achando que somente do nós temos razão; ao deixarmos 'o outro' se manifestar, podemos ficar surpresos com o resultado ( E quantas vezes após a resolução de uma situação, não nos perguntamos: - Por que não pensei nisso antes???)
 
3. Pelo lado filosófico, o teor da mensagem seja esse mesmo que foi citado:
Que para que o mundo seja algo melhor, primeiro temos que tornar o homem alguém melhor. Que somente após a reestruturação do Homem, será possível reestruturar e reconstruir o Mundo
 
 
4. Pelo lado dos Pais que já estão stressados com os filhos todos em casa o dia todo, sendo que ainda falta metade das férias e que ele chega do serviço cansado, querendo um pouco de sossego : - Caramba, porque esse pentelhinho não arruma outra coisa para fazer, ao invés de ficar aqui no meu pé! Preciso comprar jogos novos para o Playstation dele.....   (brincadeirinha amigas, esse útlimo item foi só para descontrair, pois achei que estava ficando muito profunda  ......... rssssssssssssssssssssssssssssssssss)
      Bom fica aí uma sugestão de texto para ser utilizada quando conveniente  e umas divagações minhas!
beijos pra você,
Vivi Patrice
 
©2010 Rachel Por Templates Rachel Melo