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9 de novembro de 2010

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DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA


Dicas de livros para se trabalhar a consciência negra e o ser diferente. Essa dica recebi da amiga Lila Monteiro do Blog A arte de Ensinar e Aprender.

embora os livros sejam destinados ao público infantil, os mesmos podem ser usados
para qualquer público.

beijinhos

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1 de maio de 2010

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CLIMA SECO E AS DOENÇAS RESPIRATÓRIAS

O clima seco ocasionado pela falta de chuvas em São Paulo tem contribuído para o agravamento de doenças respiratórios em crianças. No Pronto Socorro do Hospital Infantil Sabará, cerca de 60% dos 400 casos atendidos no último sábado (17) eram relacionados ao problema.
Segundo a pediatra e alergista Fátima Rodrigues Fernandes, as crianças menores de cinco anos, cujo sistema imunológico ainda está em formação, são as principais vítimas dessa mudança climática.
O ar seco contribui para a proliferação de vírus, aumentando o risco de se contrair gripe ou ficar resfriado. Nesta época, além de tosse e irritação na garganta, os sintomas da rinite, da sinusite e da asma ficam mais acentuados.
"Também ocorre um aumento da incidência de pneumonias e de vírus respiratórios como o da bronquiolite que atinge principalmente crianças de até dois anos de idade, o que pode ser grave", diz a pediatra.
A concentração de poluentes no ar leva ainda aos casos de irritação nos olhos, segundo a oftalmologista Rachel Gomes Nery, da clínica Cerpo. "Geralmente os adultos sentem mais, mas crianças com alergias ou com outros problemas na superfície dos olhos podem sentir uma piora nos sintomas", diz a médica.
Segundo as especialistas, os pais podem ajudar na prevenção dessas doenças, mantendo o ambiente arejado. Colocar bacias com água ou toalhas úmidas nos quartos na hora de dormir ajuda a diminuir o mal-estar. Deve-se evitar a automedicação e recorrer ao médico sempre que necessário.

Fonte http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u723436.shtml

12 de março de 2010

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AS CRIANÇAS BRASILEIRAS ESTÃO MAIS ALTAS

por GABRIELA CUPANI da Folha de S.Paulo em 11/03/2010

Crianças e adolescentes brasileiros são mais altos, em média, do que os americanos na faixa etária entre os sete e os 17 anos. Isso é o que revela um estudo inédito conduzido por pesquisadores das universidades federais do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.
A pesquisa também mostrou que a maturação biológica (como a chegada à puberdade) dos brasileiros e brasileiras acontece mais precocemente em relação aos americanos e que os americanos alcançam os brasileiros por volta dos 14 anos.

O trabalho, que faz parte do projeto Esporte Brasil -observatório de indicadores de crescimento e desenvolvimento corporal, motor e do estado nutricional de crianças e jovens-, gerou uma proposta de curvas de estatura, peso e índice de massa corporal especificamente para crianças brasileiras.

Até agora, só havia iniciativas antigas e isoladas, criadas com dados de regiões específicas, para criação de uma curva de crescimento nacional.

"Médicos pediatras e outros profissionais da saúde no Brasil utilizam as curvas de crescimento dos CDCs [crianças e jovens americanos] para avaliar as nossas. E as pesquisas daqui demonstram que nossas curvas de crescimento são distintas das americanas", enfatiza Adroaldo Gaya, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e coordenador do Projeto Esporte Brasil.
Trata-se do primeiro estudo que utilizou uma amostra de escolares, representativa dessa população, com o objetivo de comparar estudantes brasileiros com parâmetros de crescimento internacionais.
A comparação dos valores de estatura, peso e índice de massa corporal com os valores de referência da Organização Mundial da Saúde e dos CDCs (Centers for Disease Control and Prevention, dos Estados Unidos) mostrou que os jovens brasileiros atingiram ou ultrapassaram os pontos de referência na maioria das idades.

Crescimento do país

Os autores avaliaram dados de 41.654 alunos de escolas públicas e privadas de todas as regiões brasileiras. As informações foram coletadas por professores de educação física de cada escola que aderiu ao projeto -a maioria está situada na zona urbana.

"Queríamos verificar se o crescimento físico das crianças e adolescentes brasileiros estava aquém ou além das curvas internacionais", diz Diego Augusto Santos Silva, professor do programa de pós-graduação em educação física da Universidade Federal de Santa Catarina e um dos autores do estudo.

Segundo ele, duas ou três décadas atrás o crescimento brasileiro estava abaixo dos padrões internacionais.

Uma das hipóteses que explicam a mudança é o crescimento do país e a melhora nas condições de vida. O padrão de crescimento das crianças seria um reflexo disso.

"As crianças brasileiras estão crescendo mais porque estão mais saudáveis. A puberdade também está sendo antecipada", diz Romolo Sandrini, presidente do Departamento Científico de Endocrinologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. "Sem dúvida, o fato de as curvas estarem mais próximas das internacionais é um indicativo de saúde das nossas crianças", diz. Segundo ele, isso se deve a fatores como melhoras no aleitamento materno e na cobertura da vacinação.

13 de janeiro de 2010

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SEGURANÇA INFANTIL - A IMPORTÂNCIA DAS TELAS E GRADES EM JANELAS E SACADAS

Adapte sua casa para a segurança das crianças.





Quem tem criança em casa sabe como esses pequenos seres mexem com a nossa vida. Eles enchem a casa de alegria e com a energia que dispõem, merecem a total atenção. Muita gente acha que estando com seu filho em casa, ele está protegido. Mas fique atento, pois não é bem assim.

No Brasil, o número de crianças vítimas de acidentes em casa é assustador. As quedas são as principais causas de acidentes domésticos. De acordo com a ONG Criança Segura (www.criancasegura.org.br), de um total de 315 mortes de crianças de até 14 anos por quedas, 57 representaram casos de crianças que caíram para fora de edifícios ou outras estruturas. Mais da metade desse número tinha idade entre um ano e nove anos.

Ingrid Stammer, coordenadora da ONG Criança Segura em Curitiba, explica que as crianças além de não reconhecerem o perigo, também tem limitações físicas que podem resultar em acidente.

É o caso da falta de equilíbrio devido ao peso da cabeça. Até os 4 anos, a cabeça corresponde a 25% da massa corpórea, enquanto a de um adulto esse número é de 6%.

Por outro lado, 90% desses acidentes podem ser evitados. Em apartamentos, a instalação de telas de proteção em varandas, sacadas e janelas é uma boa dica para os pequenos poderem circular em casa de uma forma mais segura. Mas não basta apenas instalar, é preciso ficar atento as instruções do fabricante para a manutenção e sobre o tempo de substituição.

Outra dica, é adaptar o ambiente para as crianças, evitando móveis embaixo de janelas.”O fator curiosidade é muito forte e a tendência a escalar móveis é grande”, explica Ingrid.

Mas além dessas dicas, o principal é educar a criança dentro da sua compreensão. Técnicas lúdicas podem ajudar. Nesse caso, exemplificar com tomates o que acontece com a queda é uma ótima alternativa. Parece trágico, mas o aprendizado é garantido.

“Até uma certa idade a criança não tem noção dos riscos que está exposta.”

Autora: Ingrid Stammer
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CRIANÇAS PRECISAM DE ESPAÇO PARA BRINCAR

Pique-esconde, pega-pega e amarelinha. Quem na infância não se divertiu com brincadeiras como essas? Ou então, quem não apostava corrida na rua com os primos e vizinhos? A verdade é que: os tempos e os riscos eram outros.



Hoje em dia, as crianças se deparam com outra realidade. É comum os pequenos passarem horas dentro de casa envolvidos com games, computadores e brinquedos eletrônicos, sem lembrar que existe sol lá fora, isso por que diariamente encontramos novidades tecnológicas no mercado infantil. O fato das famílias preferirem apartamentos por motivos de segurança também contribui muito para esse tipo de comportamento.

Mas é importante lembrar que as brincadeiras ao livre fazem parte do desenvolvimento de uma criança. A psicóloga Fernanda Garosito, explica que as crianças aprendem a raciocinar, a dividir, melhoram o reflexo, coordenação motora, sem falar da sociabilização e do contato com a natureza.

Por isso, quem tem filhos pequenos é legal sempre levá-los a parques, matriculá-los em atividades ou escolinhas, ou ainda morar em apartamentos com espaços para as crianças. Uma boa opção são os residenciais com ampla área de lazer, além desses condomínios contarem com segurança 24h, ainda oferecem playgrounds, piscinas, brinquedotecas e amplas áreas verdes para o lazer e diversão da garotada.


“Brincadeiras movimentadas e com interação real ajudam a criança a conhecer seus limites e aumenta a criatividade. Ela aprende a inventar regras, dividir e esperar sua vez para usar um brinquedo."

Autoria: psicóloga Fernanda Garosito


 
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