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15 de agosto de 2010

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FOLCLORE PARANAENSE

A LENDA DA GRALHA AZUL






Era madrugada, o sol não demoraria a nascer e a gralha ainda estava acomodada no galho amigo onde dormira à noite, quando ouviu a batida aguda do machado e o gemido surdo do pinheiro.

Lá estava o machadeiro golpeando a árvore para transformá-la em tábuas. Quantos anos levou a natureza para que o pinheiro atingisse aquele porte majestoso e agora, em poucas horas, estaria estendido no solo, desgalhado e pronto para entrar na serralheria do grotão.

A gralha acordou.
As pancadas repetidas pareciam repercutir em seu coração.
Num momento de desespero e simpatia, partiu em vôo vertical, subiu muito além das nuvens para não ouvir mais os estertores do pinheiro amigo.

Lá nas alturas, escutou uma voz cheia de ternura: - Ainda bem que as aves se revoltam com as dores alheias.
A gralha subiu ainda mais, na imensidão. Novamente a mesma voz a ela se dirigiu: - Volte avezinha bondosa, vai novamente para os pinheirais. De hoje em diante, Eu a vestirei de azul, da cor deste céu e, ao voltar ao Paraná, você vai ser minha ajudante, vai plantar os pinheirais. O pinheiro é o símbolo da fraternidade. Ao comer o pinhão, tira-lhe primeiramente a cabeça, para depois, a bicadas, abrir-lhe a casca. Nunca esquece de antes de terminar o seu repasto, enterrar alguns pinhões com a ponta para cima, já sem cabeça, para que a podridão não destrua o novo pinheiro que dali nascerá. E os pinheiros vão nascendo. "Do pinheiro nasce a pinha, da pinha nasce o pinhão... "Pinhão que alegra nossas festas, onde o regozijo barulhento é como um bando de gralhas azuis matracando nos galhos altaneiros dos pinheirais do Paraná. Seus galhos são braços abertos, permanentemente abertos, repetindo às auras que o embalam o meu convite eterno: Vinde a mim todos..."

A gralha por uns instantes atingiu as alturas. Que surpresa! Onde seus olhos conseguiam ver o seu próprio corpo, observou que estava todo azul. Somente ao redor da cabeça, onde não enxergava, continuou preto. Sim preto, porque ela é um corvídeo.

Ao ver a beleza de suas penas da cor do céu, voltou célere para os pinheirais.

Tão alegre ficou que seu canto passou a ser um verdadeiro alarido que mais parece com vozes de crianças brincando.
A gralha azul voltou. Alegre e feliz iniciou seu trabalho de ajudante celeste.

Fonte: Texto de Alceu Maynard Araújo
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FOLCLORE - ATIVIDADES



ESSA ATIVIDADE É MUITO BOA PARA TRABALHAR COM AS CRIANÇAS.

PODE-SE TRABALHAR PARA OS ALUNOS MONTAREM O CORPO CORRETO DOS PERSONAGENS DO FOLCLORE, OU  MONTANDO OUTRAS FIGURAS E DANDO NOMES AOS NOVOS PERSONAGENS QUE IRÃO APARECER!











12 de agosto de 2010

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ENCADERNADORA SANTHUNDER E A PROMOÇÃO "LER É CRESCER"

A sorteada do mês de Agosto foi a Blogueira Joana Neves do Blog
My Lovely Blog....
quem sabe a sorteada do mês de setembro pode ser você...
corra lá no Blog  da Encadernadora Santhunder e se inscreva!


Link-me!







4 de agosto de 2010

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PRESENTINHO PRA TODAS AS MINHAS AMIGAS QUERIDAS

olà amigas.... para retribuir um pouquinho da minha ausência... levem contigo esse selinho....

                                      




Podem postar no seu blog!
Beijos no coraçâo
 
Vivi
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REFLEXÃO PARA A VOLTA AS AULAS

Amigas, estamos retornando as atividades e algumas vezes nos magoamos com certas palavras e atitudes de colegas de trabalho. Lendo esse texto que recebi de uma amiga, por email, me veio a mente o retorno ao serviço... resolvi partilhar com vocês.

Abraços e espero que gostem e seja útil.
Viver como as flores



- Mestre, como faço para não me aborrecer, com as pessoas? Algumas falam demais, falam de nossa vida, gostam de fazer intriga, fofoca, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Fico magoado com as que são mentirosas. "Sofro com as que caluniam".
- "Pois viva como as flores!", advertiu o mestre.
- "Como é viver como as flores?" Perguntou o discípulo.
- "Repare nestas flores", continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim. "Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.

- É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento.
Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora. Isso é viver como as flores."

"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. E, por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."

(Edward Everett Hale (1823-1909), clérigo e escritor norte-americano.)
 
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