30 de outubro de 2009

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PRESENTINHO DA MADRINHA




  Presente da madrinha do Blog, VIVI MATOSO, minha MIGONA!!!!

E

BOOOOOOOOOOOOOW  p vcs também

bjs

Vivi Patrice

29 de outubro de 2009

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Halloween


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COMEMORANDO O HALLOWEEN



“Doces ou travessura” não é a única diversão para as crianças no Halloween. Se você acha que não é muito seguro deixar seus filhos pela vizinhança, programe a diversão dentro de casa. Veja algumas dicas para “assombrar” o fim de semana.



Contação de histórias

O tema não poderia ser outro: medo. Junte os amigos do seu filho e escolha histórias de assustar, com muito fantasma, monstro, lobo, escuro...Algumas sugestões são O Gato e o Escuro (Cia das Letrinhas), de Mia Couto; Chapeuzinho Amarelo (Ed. José Olympio), de Chico Buarque; e a série Quem tem Medo (Global Editora), de Ruth Rocha e ilustrações de Mariana Massarani. Entre os temas, medo de cachorro, de monstro, de trovão etc.

QUE TAL FAZER UMA TORTA PARA A CRIANÇADA??
A partir de sábado (31 de outubro), as bruxas estarão à solta. Pois é quando se comemora o Halloween, festa tradicional nos Estados Unidos, na Inglaterra e no Canadá (aqui, geralmente festejada pelas escolas de inglês).

No entanto, mesmo que a festa não seja tão tradicional no Brasil, o dia das bruxas é uma delícia para as crianças - afinal, qual delas não gosta de se fantasiar, tomar sustos e comer muitos doces? E saiba que uma festa cheia de decoração e fantasias não precisa ser sinônimo de desperdício de material. Você pode deixar a sua casa com o clima da festa e fantasiar seus filhos com peças reaproveitadas. Veja como fazer isso - é mais simples do que você pensa.


1.Para a fantasia, a regra principal é vestir a criançada com roupas que elas já tenham no armário. Escolha camisetas roxas, laranjas, pretas e faça apliques em forma abóbora, aranha, caveira...vale usar tinta para tecido, cola colorida ou apliques que você pode fazer com feltro ou sobras de outro tecido;

2.Uma fantasia bem simples é a de fantasma. Basta pegar aquele lençol meio velho, que você não usa mais;

3.O chapéu da bruxa pode ser feito de jornal (e depois pintado com tinta guache);

4.A sacola em que as crianças vão guardar os doces não precisa ser de plástico. Faça uma de papelão ou reaproveite um tecido que você tenha em casa; que tal aproveitar um de cor laranja e fazer em forma de abóbora?

5.Em vez de abóboras de plástico para a decoração, invista nas reais. Chame as crianças para ajudar você a desenhar a careta na abóbora. Em primeiro lugar, corte o topo (de um tamanho suficiente para caber sua mão) e retire toda a polpa e as sementes; então, desenhe o "rosto" com uma caneta e o recorte com uma faca (não faça a boca e os olhos muito pequenos para não quebrar);

6.Que tal colocar papel celofane (ou tecido colorido) nas luminárias? Roxo ou laranja são as cores mais tradicionais para a data;

7.Você também pode fazer bandeirinhas (em papel de seda) em formato de fantasma ou morcego e decorar seu quintal. Outra sugestão: aproveite abóboras de tamanhos diferentes e também espalhe algumas pela casa;

8.Depois da festa, não jogue as abóboras fora. Há receitas de salgados e doces que você pode preparar. Além de gostoso, o vegetal é rico em betacaroteno, que é transformado em vitamina A pelo nosso organismo e protege contra vários tipos de câncer. Confira algumas receitas de salgados.



Torta de Halloween (por Casinha da Árvore)


Massa:
6 colheres (sopa) de margarina

2 e ½ (chá) de farinha integral

água

Recheio:

1 colher (sopa) de cebolinha verde picada

2 colheres (sopa) de salsinha picada

3 colheres (sopa) de queijo ralado

1 xícara (chá) de ricota

400 gramas de abóbora moranga cozida

1 cebola em rodelas

2 ovos

azeite


Para preparar a massa:
Misture a farinha integral e a margarina com as mãos, até obter uma farofa. Junte a água aos poucos até dar liga à massa. Depois, espalhando a massa com as mãos, forre o fundo e os lados de uma travessa refratária untada. É importante furar toda a superfície com um garfo e depois levar ao forno por cerca de 20 minutos. É hora de adicionar o recheio, salpicar queijo ralado e levar a torta ao forno alto até o recheio secar.

Para o recheio:

Em uma panela, aquecer 1 colher (sopa) de azeite e dourar a cebola. Juntar a abóbora, a ricota e mexer bem. Depois, adicionar os ovos e continuar mexendo. Por último adicionar a salsinha, cebolinha. Reservar.


Créditos http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/
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POR QUE FAZER LIÇÃO DE CASA?


"Entenda como as tarefas ajudam no desenvolvimento do seu filho dentro e fora da escola"
- Autoria:Thais Lazzeri

Quem já não ouviu reclamações do filho que têm de fazer lição de casa? Falta de vontade, cansaço, vontade de brincar, dormir. Esses sinais podem ser mais que meras desculpas para burlar a lição. Pode ser um sinal de que, realmente, o modo como a escola está lidando com a tarefa de casa não é tão estimulante assim.


Uma pesquisa da Metlife sobre a experiência da lição de casa, realizada com professores, pais e alunos norte-americanos, mostrou que a maioria do grupo considera a tarefa importante. Ao todo, 3.602 pessoas foram entrevistadas virtualmente. Três quartos dos alunos fazem lição ao menos três vezes por semana e gastam, em média, 30 minutos para finalizá-las. Eles também estabeleceram uma comparação com o ano de 1987 e, felizmente, o resultado também foi positivo. O dobro dos professores classifica a qualidade da lição fornecida pela escola como excelente.

Aqui no Brasil não há pesquisas sobre o assunto, mas o tema é dúvida de todas as pessoas que, de alguma maneira, estão envolvidas com o processo de aprendizagem. Para Mauro Lopes da Fonseca, professor de geografia do Colégio Alicerce (SP), a lição tem de ser atrativa e motivadora. “Ela serve como um termômetro para a avaliação das aulas em classe. O desempenho do estudante mostra o quanto ele está integrado em classe ou em quais pontos precisa se dedicar mais”, diz.

A lição de casa não serve apenas para dar continuidade ao aprendizado em sala de aula. Ela pode ir muito além. A criança aprende o tempo inteiro, e não só quanto está estudando. A criança aprende a ter compromissos com prazos, a se organizar para ter tempo para estudar, a buscar conhecimento em outras fontes de informação, como livros e Internet. Mauro sugere, ainda, maneiras dos pais estimularem os filhos a fazerem lição de casa.







26 de outubro de 2009

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ATIVIDADES DE ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO




























Amigas, a criançada adora estas atividades pois além das operações matematicas, tem uma ilustração, que depois eles podem pintar....

Geralmente doi este tipo de atividade como Tarefa de casa!


Ah! Encontrei estas atividades no AMIGA DA EDUCAÇÃO - Blog

25 de outubro de 2009

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Sinto a presença de Deus

Domingo, 25 de outubro de 2009


Estou em casa, com meu marido e minha filha caçulinha... O dia foi bom, o domingo, um típico domingo em família.
Sinto a presença de Deus em meu Lar!!!!!

20 de outubro de 2009

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SOBRE A CALIGRAFIA


Sobre a caligrafia


Arnaldo Antunes-20/03/2002


Caligrafia.

Arte do desenho manual das letras e palavras.

Território híbrido entre os códigos verbal e visual.

— O que se vê contagia o que se lê.

Das inscrições rupestres pré-históricas

às vanguardas artísticas do século XX.

Sofisticadamente desenvolvida durante milênios pelas tradições chinesa, japonesa, egípcia, árabe.

Com lápis, pena, pincel, caneta, mouse ou raio laser.

— O que se vê transforma o que se lê.

A caligrafia está para a escrita como a voz está para a fala.

A cor, o comprimento e espessura das linhas, a curvatura, a disposição espacial, a velocidade, o ângulo de inclinação dos traços da escrita correspondem a timbre, ritmo, tom, cadência, melodia do discurso falado.

Entonação gráfica.

Tais recursos constituem uma linguagem que associa características construtivistas (organização gráfica das palavras na página) a uma intuição orgânica, orientada pelos impulsos do corpo que a produz.

Assim como a voz apresenta a efetivação física do discurso (o ar nos pulmões, a contração do abdómen, a vibração das cordas vocais, os movimentos da língua), a caligrafia também está intimamente ligada ao corpo, pois carrega em si os sinais de maior força ou delicadeza, rapidez ou lentidão, brutalidade ou leveza do momento de sua feitura.

A irregularidade do traço denuncia o tremor da mão. O arco de abertura do braço fica subentendido na curva da linha. O escorrido da tinta e a forma de sua aborção pelo papel indicam velocidade. A variação da espessura do traço marca a pressão imprimida contra o papel. As gotas de tinta assinalam a indecisão ou precipitação do pincel no ar.Rastos de gestos.A própria existência de um saber como o da grafologia, independentemente de sua finalidade interpretativa sobre a personalidade de quem escreve, aponta para a relevância que podem ter os aspectos formais que, muitas vezes inconscientemente, constituem a "letra" de uma pessoa.

O atrito entre o o sentido convencional das palavras (tal como estão no dicionário) e as características expressivas da escritura manual abre um campo de experimentação poética que multiplica as camadas de significação.Além disso, suas linhas, curvas, texturas, traços, manchas e borrões, mesmo que ilegíveis, ou apenas semi-decifráveis, podem produzir sugestões de sentidos que ocorrem independentemente do que se está escrevendo, apenas pelo fato de utilizarem os sinais próprios da escrita.

O A grávido de O.

Érres e ésses atacando Es.

.A multiplicação de agás.

Rios de Us e emes e zês.

Esqueletos de signos fragmentados.


Dança de letras sobrepostas possibilitando diferentes leituras.

Paisagens.

Horizontes ou abismos.
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RESULTADO DA SEMANA DO DIA DAS CRIANÇAS







Pessoal, nossa semana do dia das crianças foi bem legal!


Tentamos fazer atividades diferentes, porém sem sair muito da rotina, pois meus alunos são diagnosticados com Deficiência Intelectual e alguns apresentam dificuldade no Desenvolvimento Emocional, portanto sair muito fora da rotina é desentruturá-los.

Uma das atividades que eles mais gostaram foi o DIA DA PINTURA E DO CABELO MALUCO.

Tingimos o cabelo deles com álcool e papel crepon e um pouco de tinta própria para a face (tinta para pintura de palhaço).


Olha o resultado e a carinha deles....


beijos

15 de outubro de 2009

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selinho amigo

Não consegui postar na caixinha de rolagem... mas não deixei que pegar o presentinho....


Obrigada amiga!!!!!http://fanikitadeisi.blogspot.com/
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PARABÉNS AOS PROFESSORES, EDUCADORES E TODOS OS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO

PROFESSOR, MESTRE, EDUCADOR, INSTRUTOR E TODOS QUE SÃO ENVOLVIDOS COM A EDUCAÇÃO !
Retire aki o seu selinho de DIA DOS PROFESSORES!!!!



Pessoal, tá humilde, mas este é o meu primeiro selinho, quero dizer, o primeiro FEITO POR MIM....

Desejo à todas pessoas envolvidas com a Educação!
Por sei bem que muito mais que conhecimento,
Dom e Dedicação, o que nos move nesse
dia-a-dia é o AMOR que temos em
ensinar, em tornar o mundo
um pouco melhor


Com carinho,
Viviane Patrice



Homenagem ao dia do professor



As bolas de papel na cabeça,

Os inúmeros diários para se corrigir,

As críticas, as noites mal dormidas...

Tudo isso não foi o suficiente

Para te fazer desistir do teu maior sonho:

Tornar possíveis os sonhos do mundo.



Que bom que esta tua vocação

Tem despertado a vocação de muitos.

Parece injusto desejar-te um feliz dia dos professores,

Quando em seu dia-a-dia

Tantas dificuldades acontecem.



A rotina é dura, mas você ainda persiste.

Teu mundo é alegre, pois você

Consegue olhar os olhos de todos os outros

E fazê-los felizes também.



Você é feliz, pois na tua matemática de vida,

Dividir é sempre a melhor solução.

Você é grande e nobre, pois o seu ofício árduo lapida

O teu coração a cada dia,

Dando-te tanto prazer em ensinar.



Homenagens, frases poéticas,

Certamente farão parte do seu dia a dia,

E quero de forma especial, relembrar

A pessoa maravilhosa que você é

E a importância daquilo do seu ofício.



É por isto que você merece esta homenagem

Hoje e sempre, por aquilo que você é

E por aquilo que você faz.

Felicidades !!!





Autor: (Desconhecido)

retirado de http://www.mensagensnaweb.com/mensagens_dia_professor.htm

14 de outubro de 2009

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selinhos recebidos



Recebi estes selos das amigas blogueiras e professoras.... beijão no coração de vcs todas!!!
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selinho

Recebi este selinho da amiga Lila Monteiro do blog A ARTE DE ENSINAR E APRENDER (http://aartedeensinareaprender.blogspot.com/)



Meme é tudo o que se aprende por cópia a partir de uma outra pessoa. Desde coisas simples, como comer usando talheres, até ações mais complexas , como escrever textos excelentes em blogs . Resumindo ao máximo, alguém faz, você vê, gosta e copia. Outras pessoas vão ver você fazendo, também gostarão e copiarão. Desta maneira, "a evolução de um meme é quase sempre viral e exponencial".


Regrinhas para receber o selo Meme:


1. Escrever uma lista com 8 características suas:

*dedicada
*responsável
- amiga
*positiva
*criativa
*sonhadora
*alegre
*persistente


2. Convidar 8 bloguerios(as) para receber o selo
3. Comentar no blog de quem lhe premiou
4. Comentar no blog dos escolhidos para que saibam da indicação


Eu indico para os seguintes Blogs:

BEIJO PARA TODAS VOCÊS QUE SÃO MARAVILHOSAS!!!!
(Assim como eu!!!!! rsssssssssssssssssssssssss)
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TROQUINHA


Estou participando da troquinha chá de cozinha, acredita que tem coisas na minha casa que está provisórias por 8 anos?????? E que certos utensílios eu ainda não tenho ( que vergonha!!!), mas sabe aquelas coisas que vc só sente falta quando vai usar ( abridor de lata, martelo p carne,,,)


Bom é isso aí, minha parceira é a Samanta: http://galvaostfamily.blogspot.com/

12 de outubro de 2009

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DEFICIÊNCIA FÍSICA


A deficiência física é definida como uma desvantagem, resultante de um comprometimento ou de uma incapacidade, que limita ou impede o desempenho motor de determinada pessoa.
Que sinais podem ser observados nos portadores de deficiência física?

-Movimentação sem coordenação ou atitudes desajeitadas de todo o corpo ou parte dele;
-Anda de forma não coordenada, pisa na ponta dos pés ou manca;
-Pés tortos ou qualquer deformidade corporal;
-Pernas em tesoura (uma estendida sobre a outra);
-Dificuldade em controlar os movimentos, desequilíbrios e quedas constantes;
-Dor óssea, articular ou muscular;
-Segura o lápis com muita ou pouca força;
-Dificuldade para realizar encaixes e atividades que exijam coordenação motora fina.
CAUSAS
As causas são diversas, podendo estar ligadas a problemas genéticos, complicações na gestação ou gravidez, doenças infantis e acidentes

Causas pré-natais: problemas durante a gestação (remédios tomados pela mãe, tentativas de aborto malsucedidas, perdas de sangue durante a gestação, crises maternas de hipertensão, problemas genéticos e outras);

Causas perinatais: problema respiratório na hora do nascimento, prematuridade, bebê que entra em sofrimento na hora do nascimento por ter passado da hora, cordão umbilical enrolado no pescoço e outras;
Causas pós natais: parada cardíaca, infecção hospitalar, meningite ou outra doença infecto-contagiosa ou quando o sangue do bebê não combina com o da mãe (se esta for Rh negativo), traumatismo craniano ocasionado por uma queda muito forte e outras.

No caso de jovens e adultos, a deficiência física pode ocorrer após uma lesão medular, aneurisma, AVC,
Uma das doenças que já foi a maior causa de deficiência física no Brasil é a paralisia infantil a poliomelite, que atualmente está erradicada, graças às campanhas de vacinação e à tomada de consciência dos pais, que compreenderam a importância desta vacina. Há, contudo, a ocorrência da síndrome pós-polio, que deve ser observada com atenção.
É possível prevenir alguns tipos de deficiência física com um pré-natal bem feito e vacinação adequada

Como prevenir a deficiência física?

* Fazer acompanhamento médico pré-natal;
* Instalar infra-estrutura adequada nos berçários, para atender recém-nascidos; UTI para bebês com risco de vida, aparelhagem adequada, assepsia para evitar infecção hospitalar;
* Vacinação contra diversos agentes, como o vírus da poliomielite e da rubéola
* Capacitar pessoal para o resgate de vítimas de acidentes de trânsito;
* Conscientizar a população sobre os riscos da hipertensão e do diabete;
* Adotar medidas de segurança no trânsito, no ambiente de trabalho e na prática de esportes.
Créditos: REDE SACI - http://www.saci.org.br, que traz inumeros artigos, esclarecimentos e leis que abordam o tema.
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FELIZ DIA DAS CRIANÇAS

Recebi estas mensagens da minha amiga e madrinha do meu blog VIVIANE MATOSO, e resolvi repartir com vocês que já foram ou ainda são crianças.


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LETRA CURSIVA x IMPRESSA




CURSIVA X IMPRENSA / MESA COM /Z/?



E AGORA, PROFESSOR?


Leila Vilma da Silva BambinoPedagoga e psicopedagoga institucional/ Instituto Catarinense de Pós Graduação – ICPG Blumenau - Santa Catarina.



RESUMO

Este artigo foi escrito visando fazer uma reflexão sobre o tipo de letra a ser utilizado pelos alunos nas séries iniciais. Também visa refletir sobre a maneira de trabalhar o erro e a ortografia, bem como sobre as melhores maneiras de lidar com as diferentes formas de escrever utilizadas pelos alunos, tendo sempre em vista facilitar o processo ensino-aprendizagem e apontar caminhos para os saberes, utilizando a curiosidade natural dos alunos em benefício do seu saber.


Palavras-chave: Tipos de letra, alfabeto, ortografia, erro.


1. INTRODUÇÃO


Para quem convive em escolas e lida com as séries iniciais, dois assuntos são bastante discutidos e motivo de polêmica entre educadores e pais: o estilo de letra a ser utilizado pelas crianças e os erros gráficos, sobretudo em produções de texto.

Quanto ao estilo da letra, os sistemas de escrita mais antigos procuravam variar o menos possível a forma gráfica das letras. As escritas monumentais, feitas em pedra, por exemplo, exigiam um tipo de letra fácil de ser entalhado. Este modo de escrever as letras, separadamente, passou a ser conhecido como Textura na fabricação de livros a mão.Já em 1830, a escrita era feita com estiletes e penas de aço que facilitavam a escrita mais arredondada e com as letras emendadas.

Outro fator de mudança no estilo das letras é o seu uso. Em propagandas, como a finalidade é chamar a atenção, as letras necessitam ser diferentes. Já em livros e revistas, o estilo pode ser outro.

Nos dias atuais, temos a liberdade de criar e enfeitar, o que faz surgir as mais diferentes formas no traçado das letras.Em relação ao estilo da letra a ser utilizada nas séries iniciais, a comunidade, de certo modo, cobra veladamente uma postura do professor no sentido de utilizar a letra do tipo imprensa no início do processo de alfabetização e, depois, fazer uso da letra cursiva que possui um traçado de letras ligadas tornando mais rápido o registro.

Além de cobrar o estilo da letra, a comunidade também se preocupa em fazer cobrança no que se refere aos erros gráficos cometidos pelos alunos. Nesse sentido, professor que não faz a correção dos erros gráficos das produções de seus alunos também é visto com desconfiança.Em relação ao estilo de letra, Cagliari (1999, p. 104) afirma que[...] é essencial que os alunos aprendam (e pratiquem) primeiro a escrita e ponham-se a escrever como eles acham que deve ser. Somente depois, já mais familiarizados com o ato de escrever, serão levados a reconsiderar o que fizeram, em função das normas ortográficas.

Dado o contexto acima, o presente artigo tem como objetivo refletir a maneira de trabalhar a ortografia e os erros na escola, bem como considerar os vários estilos de letras existentes em nosso sistema.


2. A EVOLUÇÃO DA ESCRITA


Um grande marco na história da humanidade foi a invenção da escrita que surgiu e se desenvolveu da necessidade de o Homem armazenar informações - reforçando a memória - e de se comunicar a uma distância além do alcance da voz.

Segundo Cagliari (1999, p.15), “A escrita pelo que se sabe hoje, começou de maneira autônoma e independente, na Suméria, por volta de 3300 a.C. É muito provável que no Egito, por volta de 3000 a.C., e na China, por volta de 1500 a.C., este processo autônomo tenha se repetido”.

Para chegar ao alfabeto atual, a escrita passou por muitas alterações. Utilizada pelo homem primitivo para registrar fatos ocorridos, a escrita pictográfica (desenhos) ainda hoje é encontrada em escavações arqueológicas, demonstrando ser antiga a idéia de escrever.Em seguida, veio a escrita ideográfica, hoje utilizada principalmente pelos povos ocidentais, com destaque pelos chineses, que utilizam símbolos para expressarem suas idéias. São palavras ou conjuntos de palavras que são representados por desenhos chamados ideogramas.

No caso da escrita chinesa, há certa razão para ser conservado o sistema ideográfico: na China, há mais de mil dialetos, que são variações de uma mesma língua, sendo que não diferem na estrutura básica, apenas um pouco nas palavras. Isso significa que um texto, em chinês, é escrito de maneira igual em todos os dialetos, mesmo com a pronúncia sendo diferente.

O fonetismo, por sua vez, é um sistema no qual as palavras passam a ser decompostas em unidades sonoras, aproximando a escrita da sua função que é a de interpretar a língua falada. Utiliza a leitura de figuras que terão sentido de palavras por meio do som, recurso usado nas cartas enigmáticas.A escrita continuou evoluindo, passando a ser silábica. Nesse sistema, a palavra é decomposta em um conjunto de sons.

Chegamos ao alfabeto - cujo termo tem origem nas duas primeiras letras do alfabeto grego, alfa e beta – que, de fenício passou a grego, ao romano e, finalmente, ao latino, o mais utilizado em todo mundo.O sistema alfabético é caracterizado pelo fonetismo, sistema em que cada símbolo (letra) corresponde a um som.Esse conjunto de letras que chamamos de alfabeto torna-se o início da nossa estrada rumo ao universo escrito.


3. O ESTILO DAS LETRAS

Assim como o alfabeto, a escrita também foi se adaptando. Escrever sobre papiro e, mais tarde, sobre pergaminhos exigia um traçado de letras mais arredondado, ou seja, materiais diferentes de escrita exigiam abordagens diferentes.

Assim, de acordo com Cagliari (1999), os sumérios substituíram o risco na argila por um processo de pressão que permitia que desenhassem afundando marcas nos tabletes.Muitas das formas escritas primitivas, como a cuneiforme e a fenícia, permitiam aos mercadores registrar suas transações, pois a memória não daria conta de tanto.As primeiras letras usadas pelos escribas foram as romanas (200 a.C.), a quadrata (100 a.C.) e a rústica, já no inicio da era cristã.

Já no século IV d.C., surgiu a uncial, sendo que “o nome de uncial foi atribuído a este tipo de letra porque os parágrafos manuscritos começavam sempre com uma letra grande, do tamanho de uma unha” ( Cagliari, 1999, p, 193).

Já no século XIII, surgiram as letras góticas e romanas. Com a crescente demanda da escrita, o estilo cursivo fez-se necessário (século XVII), pois apresentava um traçado de letras ligadas, facilitando uma escrita rápida.

Cagliari (1999, p.187) explica que “Um simples olhar no mundo da escrita com a qual temos contacto hoje nos mostra tanta variação na forma gráfica que, por um momento, surge a dúvida: como conseguimos ler em meio a este aparente imenso caos?”A escrita segue regras claras e rigorosas que devem ser transmitidas às crianças durante o processo de alfabetização. Assim sendo, a aparente confusão não causará medo, pois estamos diante de um fato: uma complexidade gráfica.


4. O MUNDO DAS LETRAS


Existem, na nossa língua, várias maneiras de registrar graficamente a mesma letra. O som também vai depender da palavra na qual esta letra estiver colocada. Este caráter gráfico e social é estabelecido pela ortografia.Existem palavras em português que a letra A representa som de /ã/, como em lama, dama, cama, som de /ai/, como em rapaz, paz, atrás. Assim sendo, é difícil determinar o valor de cada letra dentro do sistema alfabético. Muitas vezes, a letra muda seu som, sem, contudo, mudar sua forma: continua sendo a letra A.Estas variações de sons são trabalhadas ao longo de todo processo de alfabetização,cabendo ao professor apresentar às crianças as letras do alfabeto, bem como suas variações, como nos exemplos acima.

Conforme Cagliari (1999, p.49), [...] primeiramente, apenas o alfabeto de letras de forma maiúsculas. [...] este procedimento não é apenas uma moda: é uma forma mais fácil, concordam todos de se chegar ao aprendizado da leitura. Embora muitos professores possam constatar essa maior ‘facilidade’ na prática do seu dia-a-dia, talvez nem todos saibam realmente as razões por trás desse fenômeno.

Para dominar o mundo das letras, a criança passa pelo processo de alfabetização, cabendo ao professor optar por mecanismos que otimizem o processo.


5. LETRA DE IMPRENSA OU CURSIVA?


Mas, e agora? O alfabeto foi aprendido, os valores sonoros de cada letra também. As palavras viraram histórias e eis que vem a pergunta: “Posso escrever com letra pegada?”.A criança sente necessidade de uma auto-afirmação, e a letra do tipo imprensa parece não mais atender ao seu desejo, pois ela a vê como letra de criança pequena. Como agir?

É com as letras tipo imprensa que as crianças têm um maior contato desde cedo, em jornais e revistas, o que resulta em uma elaboração de hipótese sobre a escrita muito precocemente. O traçado é simples, dando à criança liberdade ao ato de escrever, favorecendo a percepção das unidades e diminuindo o esforço motor.

A letra cursiva é mais rápida de ser traçada, porém exige da criança uma coordenação motora mais definida.De acordo com Cagliari (1999 p.41).

A escrita cursiva tinha dois problemas: por ser feito com rapidez, o traçado das letras tendia a se modificar na escrita de cada um – por outro lado, a escrita cursiva produz ligaduras. Depois de unidas as letras, o aspecto gráfico pode mascarar os limites individuais das letras, gerando confusões entre os usuários.É mais importante que a criança compreenda e entenda a função e as características da escrita do que se preocupe com o tipo de letra a ser utilizado. “Em primeiro lugar, é preciso ensinar a escrever e, somente depois, deve-se preocupar com os requintes da escrita” (CAGLIARI E CAGLIARI, 1999, p.79).

Entretanto, não é o que geralmente ocorre. Alguns professores, ainda nos dias atuais, insistem em utilizar somente a letra cursiva depois de um determinado período, deixando alguns alunos bastante confusos.

De acordo com Tafner e Fischer (2001, p.19),O mundo está escrito em letras de forma. O mesmo mundo onde a criança vive cresce e aprende. Não espere dela um desenvolvimento pleno em cursivas quando tudo o que ela lê em torno dela é escrito com letras de forma. As letras de forma são naturais para ela, pois fazem parte do seu mundo.

A escrita cursiva tem um uso exclusivamente pessoal e, com o desenvolvimento tecnológico, a escrita a mão quase deixou de ser feita. As letras cursivas viraram arte nas mãos de pessoas que têm o dom de escrevê-las em convites, cartazes, murais etc.No dia-a-dia, a escrita cursiva acabou perdendo um pouco sua importância. Porém, na escola, ela continua sendo motivo de discussão entre alguns educadores. Existem professores que acham que se os alunos escreverem com a letra do tipo bastão não aprenderão a escrever com a letra cursiva, como se o alvo a ser atingido na alfabetização fosse o de escrever “redondinho” e igual a todos os outros alunos.

Na visão de Cagliari (1999, p.109),O bonito da verdadeira educação é ser um caleidoscópio: a diferença a todo instante é seu charme e beleza; cada momento revela algo de novo e surpreendente. A educação deve formar pessoas diferentes, não clones, réplicas intelectuais.Ao lidar com crianças, é preciso ter em mente que elas são seres individuais e únicos, bem como que “na educação se propõe, e não se impõe” (Cagliari, 1999. p.111).

O importante é compreender o que está escrito. Se for estabelecida uma comunicação entre professor e aluno, a finalidade da escrita estará cumprida.


6. ORTOGRAFIA: UMA EXIGÊNCIA SOCIAL

Como falar sobre letras, palavras, frases, textos e não mencionarmos a ortografia, um veículo utilizado para clarear a comunicação, mas que acaba virando mecanismo de exclusão?A escrita é uma representação oral da linguagem cujo objetivo é a leitura. Quando escrevemos um texto, utilizamos como recurso as palavras que serão interpretadas pelo leitor. Fazemos uso, também, da escrita ideográfica (números, gráficos etc.).A fala comanda o ato de escrever. Já “a escrita, na verdade, não passa de um uso sofisticado da própria linguagem oral, cristalizada na forma gráfica” (Cagliari, 1999.p.65).

A partir do momento em que a sociedade produziu a escrita e à medida que passou a utilizá-la mais, surgiu a necessidade de fixar a forma de escrever as palavras. Isso para que pessoas de diferentes dialetos pudessem ler de maneira fácil, pois, do contrário, o significado das palavras ficaria comprometido.

A ortografia tornou-se uma exigência social a partir do momento que fixou a grafia das palavras, fazendo com que escritor e leitor interpretassem da mesma forma seu significado dentro de um contexto escrito.Muitas vezes, um texto criativo com falhas desperta menos interesse do que outro graficamente impecável, mas sem vida.

Segundo Fischer (1997, p.12) "No início da alfabetização, os erros gráficos são cometidos ao longo do processo da escrita e, longe de representarem desatenção, letras ‘comidas’, desinteresse da criança, representam uma forma cognitivamente estruturada de pensar o funcionamento da escrita.

Quando o professor mostra para a criança o alfabeto, precisa, além do nome da letra, mostrar seu respectivo som. Será bastante natural que a criança, ao escrever mesa, troque o /s/ pelo /z/, pois é influenciada pelo som, que é de /z/. Mais tarde, caberá ao professor explicar que existe uma ortografia vigente em nosso país segundo a qual a letra /s/ entre duas vogais tem som de /z/, embora, em outros casos, esta mesma regra não seja válida.

No início, estes “erros” serão bastante freqüentes e somente com bastante leitura e a mediação do professor serão superados.Quando o educador apresenta a escrita para as crianças, é natural que as mesmas escrevam do jeito que falam. Em suas produções, aparecem: abakt (abacate), rezolva (resolva), muinto (muito), ptc (peteca) e assim por diante. Todos estes passos são absolutamente normais durante o processo de alfabetização.Das palavras começam a surgir frases; depois, os pequenos textos, sendo fundamental que esses textos sejam trabalhados pelo professor de forma espontânea. Quando falam, as crianças não precisam seguir roteiros nem esquemas: elas simplesmente falam.

Cabe ao professor permitir que elas dêem asas a sua imaginação de acordo com as idéias que possuem. Para Cagliari (1999, p. 215), a marca da individualidade faz de um simples texto um trabalho original, e se seu estilo agradar à comunidade, torna-se um texto literário.

Por meio das produções espontâneas, professor e aluno se envolvem no processo de escrita, refletindo sobre erros e buscando caminhos para contorná-los.É fundamental que o professor tenha objetivos claros ao utilizar tal instrumento, pois, do contrário, pode se ater apenas aos erros e não à produção em si.Para o educador, errar é um horror; o erro acarreta a vergonha, a punição e finalmente a exclusão. Quando era preciso fazer justamente o contrário: aproveitar cada erro para refletir com o aluno e ajudá-lo a encontrar a direção lógica. (FISCHER, 1997, p.12).

A criança precisa reler sua produção com o professor e corrigi-la sempre que necessário. Em seguida, escrevê-la novamente, sempre objetivando a comparação entre a escrita anterior e a atual, percebendo com isto os avanços.

Errar faz parte da aprendizagem. É por meio do erro que construímos novos saberes, sempre com a perspectiva de melhorar.Apesar de as pessoas utilizarem a mesma língua, falam de maneira diferente conforme sua localização regional. Nosso sistema ortográfico atende a uma exigência social e não se preocupa com a maneira do usuário falar e sim, com as convenções da escrita.

A criança, quando chega à escola, tem um falar próprio, trazido da família, que será transformado em escrita. O erro aparecerá, cabendo ao professor a tarefa de não supervalorizar o erro, e sim transformá-lo em acerto por intermédio de estímulos à leitura e de pesquisas a dicionários.

O erro sempre tem uma explicação. Tudo que o aluno faz ou, até mesmo, deixa de fazer tem uma razão para ele. Ao professor cabe a tarefa de perguntar para, assim, poder ensinar adequadamente.

Cagliari (1999, p.82) comenta que:A escola precisa aprender que a ortografia é um fim e não um começo, quando se ensina alguém a escrever. Primeiro, a criança precisa aprender a lidar com a escrita e, depois, preocupar-se em escrever ortograficamente. Isto não significa que vamos deixar as crianças escreverem sempre o que quiserem e como quiserem, porque vale tudo. A escola, como instituição, não pode admitir uma pedagogia do vale-tudo. A escola tem uma missão a cumprir. E faz parte dela o ensinar a escrever e escrever ortograficamente. Uma coisa não precisa destruir a outra. Tudo tem o seu tempo e o seu lugar.

Uma criança em fase de alfabetização está aprendendo a lidar com a escrita. Nesse sentido, o professor tem a tarefa de ensiná-la a desconfiar daquilo que escreveu, raciocinar sobre o fato e buscar informações para saber se escreveu certo ou não.Por meio da produção de textos espontâneos, o professor poderá saber o nível em que seus alunos estão, suas maiores dificuldades, os erros mais ou menos freqüentes. Poderá organizar seu planejamento a fim de trabalhar com estas dificuldades aplicando exercícios específicos.

A autocorreção deve ser um instrumento utilizado com freqüência. Rever os textos, melhorá-los, mas sem imposições nem cobranças. Ler e reler por prazer. Por meio da leitura, o aluno resolverá a maior parte de suas dificuldades.

As crianças não conseguem prontamente escrever tudo de maneira correta, como o professor deseja. Aquela grafia linda, sem erros gráficos, será conseqüência de um trabalho feito em longo prazo.

De acordo com Ferreiro (2000, p.21), a escola (como instituição) se converteu em guardiã desse objeto social que é a língua escrita e solicita do sujeito em processo de aprendizagem uma atitude de respeito cego diante desse objeto, que não se propõe como um objeto sobre o qual se pode atuar, mas como um objeto a ser contemplado e reproduzido fielmente, sem modificá-lo.

Na fase de alfabetização, deve estar claro para o professor – bem como para as crianças - que a função da língua escrita é a comunicação e o registro das idéias.

Ambos devem estar conscientes também em relação ao erro: Erro de ortografia relaciona-se com as hipóteses que o aluno levanta sobre a escrita, apenas isso (CAGLIARI, 1999, p.246).

O erro gráfico deverá ser visto, portanto, como instrumento de aprendizagem e não como motivo de vergonha, pois é inevitável que um indivíduo cometa erros quando está em processo de aprendizagem. É certo também que estes erros devam ser corrigidos, deixando claro para os alunos que eles devem sempre se aventurar nos conhecimentos que já têm, sabendo, contudo, que nem tudo sairá correto.

Os alunos estão apenas começando seus estudos e terão muito tempo para acrescentar conhecimentos novos e sanar dificuldades.


7. CONSIDERAÇÕES FINAIS


Este artigo foi elaborado com o intuito de levar pais e professores à reflexão sobre o tipo de letra usado pelas crianças e sobre seus erros gráficos, assuntos que fazem parte do dia-a-dia escolar.A utilização da letra de imprensa ou cursiva não deve ser o foco principal de discussão em uma escola, e sim a importância da escrita, feita com qualquer tipo de letra, desde que existam comunicação e registro de idéias.A ortografia deve ser levada bastante a sério. Ao professor caberá a função de deixar que as crianças errem muito e aprendam a buscar soluções, exercendo a função de condutor da aprendizagem, mediando, interagindo, aprendendo.

Ninguém nasce sabendo, e a aprendizagem é algo bastante subjetiva. Podemos aprender mais facilmente alguns assuntos que outros, o que não significa que sejamos melhores ou piores. Significa apenas que somos indivíduos diferentes, sendo que esta diferença é que faz da educação algo maravilhoso em que a rotina não tem vez.

Vamos, portanto, deixar que as crianças escrevam e que exercitem sua liberdade de registrar idéias como quiserem. As correções podem ficar para mais tarde, sem, contudo, serem esquecidas.As crianças querem ser ouvidas, respeitadas, motivadas a continuar. A valorização da auto-estima, o contato visual, o calor humano também fazem parte de uma educação de qualidade.

Todo o restante será conseqüência de um trabalho feito com amor. O maior privilégio de um professor é poder caminhar lado a lado com os seus alunos, observando seus progressos, auxiliando nos seus tropeços, sempre pronto para estender a mão.8.


REFERÊNCIAS


CAGLIARI, Gladis Massini;

________, Luiz Carlos. Diante das Letras: a escrita na alfabetização. São Paulo: Fapesp, 1999 (Coleção Leituras do Brasil)

_________, Luiz Carlos. Alfabetizando sem o Ba –Bé – Bi – Bó – Bu .1. ed. São Paulo: Scipione, 1999.


FERREIRO, Emília. Com todas as letras. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2000.

FISCHER, Julianne. Sugestões para o desenvolvimento do trabalho Pedagógico. Timbó: Tipotil, 1997.TAFNER, Malcon Anderson;

FISCHER, Julianne. Manga com leite mata: reflexões sobre os paradigmas da educação. Indaial: Ed. Asselvi, 2001.

10 de outubro de 2009

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HOMENAGEM DA VEZ


Olá pessoal, meu blog foi o homenageado da vez , no blog Blog da Vivi e dos Presentes Encantados,da minha querida amiga blogueira VIVIANE MATOSO, vou postar o selinho e deixar o link dela pra vocês visitarem..eu adoro o cantinho, mas como amiga, sou suspeita em falar... é bom vocês passarem por lá e conferirem....





Beijos e Bom final de semana prolongado!!!


Beijo especial para todas as crianças desse mundo...


Vivi

7 de outubro de 2009

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Educação com Arte: Brincando de Sustentabilidade

Educação com Arte: Brincando de Sustentabilidade
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CRIANÇAS COM SINDROME DE DOWN VÃO BEM EM ESCOLAS REGULARES

foto retirada do http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/foto/0,,19531791,00.jpg


Esta é a manchete do caderno Educação da revista Mente e Cérebro - Nº201, P. 16 - que traz a divulgação de um estudo que reforça a importância da inclusão social para estudantes com trissomia do cromossomo 21.


Segundo a pesquisa da dissertação de Mestrado da terapeuta ocupacional na área de estimulação precoce da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Ribeirão Preto- SP, Patrícia Páfaro Gomes, que comparou seis crianças, de 3 a 6 anos, com síndrome de Down, com outras seis, da mesma faixa etária, sem nenhum distúrbio; as crianças com síndrome se diferenciaram em apenas 2 dos 15 comportamentos analisados.


As Habilidades analisadas foram interpessoal e de autoexpressão. A primeira habilidade objetivava observar a interação com outras crianças e adultos, disputa pela atenção da professora, estabelecimento de contato inicial, ocorrência de conflitos e comportamentos de autodefesa; a habilidade de autoexpressão trouxe experiências que motivavam o choro e o riso, como a criança agia quando ficava sozinha, canto e a imitação dos colegas e da professora.


Utilizando-se do recurso da filmagem, foi observado que as crianças com Down apenas diferenciaram-se das demais por imitarem os coleguinhas com maior frequência e apresentaram maior dificuldade no contato inicial.


Em 2007, o Governo Federal regulamentou o Plano Social, que prevê a inclusão das crianças com necessidades especiais nas escolas públicas a partir de 2010.


Mesmo já tendo garantido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (L.D.B/96), tal processo tem causado medo e angústia nos pais das crianças e certa insegurança, por parte dos professores da rede pública do ensino regular, que sentem-se despreparados para receber os alunos com deficiências e afirmam que a escola necessita não somente de reformulação física, estrutural e material, como também de capacitação à todos os profissionais para receber de forma qualitativa tais alunos.




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DO OUTRO LADO DO MURO


O livro Ouvindo Vozes- História do hospício e lendas do Encantado, de autoria do psiquiatra Edmar Oliveira, traz uma crítica ao atual serviço manicomial brasileiro. Os personagens principais da obra são pessoas internadas ou que já passaram pelo Instituto Municipal Nise da Silveira , fundado em 1852, no Rio de Janeiro. Oliveira é diretor há uma década do referido instituto e participa deste 1980 da luta antimaninomial; tal experiência, serviu como inspiração para o ator Stênio Garcia interpretar o personagem dr. Castanho, na novela "Caminhos das Índias", da Tv Globo.

6 de outubro de 2009

5 de outubro de 2009

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Atividades para o Dia do Professor

Estas atividades eu retirei do blog FERRAMENTA PEDAGÓGICA.



























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ORAÇÃO DO PROFESSOR

Oração do Professor (I)


Obrigado, Senhor, por atribuir-me a missão de ensinar
e por fazer de mim um professor no mundo da educação.
Eu te agradeço pelo compromisso de formar tantas pessoas
e te ofereço todos os meus dons.
São grandes os desafios de cada dia,
mas é gratificante ver os objetivos alcançados,
na graça de servir, colaborar e ampliar os horizontes do conhecimento.
Quero celebrar as minhas conquistas exaltando também
o sofrimento que me fez crescer e evoluir.
Quero renovar cada dia a coragem de sempre recomeçar.
Senhor! Inspira-me na minha vocação de mestre
e comunicador para melhor poder servir.
Abençoa todos os que se empenham neste trabalho iluminando-lhes o caminho .
Obrigado, meu Deus,
pelo dom da vida e por fazer de mim um educador hoje e sempre.

Amém!


Autor: desconhecido
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ORIGEM DO DIA DO PROFESSOR

Como surgiu o dia do professor??

O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil.

No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil.
Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”.

Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida.
Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.
Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”.
O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.
O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.
A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963.
O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".

Fontes: Site www.diadoprofessor.com.br
Site www.unigente.com
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Frases sobre o DIA DO PROFESSOR



Ser professor é saber estar disponível aos colegas

e ter um espírito de cooperação e de equipe na troca

enriquecedora de saberes e sentimentos,

sem perder a própria identidade.


Ser professor é ser um escolhido que vai fazer

"levedar a massa"para que esta cresça

e se avolume em direção

a um mundo mais fraterno e mais justo.


Ser professor é ser companheiro do aluno,

"comer do mesmo pão",

onde o que vale é saciar a fome de ambos,

numa dimensão de partilha..


Ser professor é ter a capacidade de

"sair de cena, sem sair do espetáculo".


Ser professor é apontar caminhos,

mas deixar que

o aluno caminhe com seus próprios pés...

2 de outubro de 2009

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Atividades para Colorir no Dia da Criança



Para ampliar é só clicar com o botão direito e copiar.
Abra uma pagina do word e "cole". clica sobre a figura e ela vai ficar com uma moldura, é só ampliar esta moldura e fica no tamanho do sulfite....

bjs



























































































 
©2010 Rachel Por Templates Rachel Melo