7 de outubro de 2009

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CRIANÇAS COM SINDROME DE DOWN VÃO BEM EM ESCOLAS REGULARES

foto retirada do http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/foto/0,,19531791,00.jpg


Esta é a manchete do caderno Educação da revista Mente e Cérebro - Nº201, P. 16 - que traz a divulgação de um estudo que reforça a importância da inclusão social para estudantes com trissomia do cromossomo 21.


Segundo a pesquisa da dissertação de Mestrado da terapeuta ocupacional na área de estimulação precoce da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Ribeirão Preto- SP, Patrícia Páfaro Gomes, que comparou seis crianças, de 3 a 6 anos, com síndrome de Down, com outras seis, da mesma faixa etária, sem nenhum distúrbio; as crianças com síndrome se diferenciaram em apenas 2 dos 15 comportamentos analisados.


As Habilidades analisadas foram interpessoal e de autoexpressão. A primeira habilidade objetivava observar a interação com outras crianças e adultos, disputa pela atenção da professora, estabelecimento de contato inicial, ocorrência de conflitos e comportamentos de autodefesa; a habilidade de autoexpressão trouxe experiências que motivavam o choro e o riso, como a criança agia quando ficava sozinha, canto e a imitação dos colegas e da professora.


Utilizando-se do recurso da filmagem, foi observado que as crianças com Down apenas diferenciaram-se das demais por imitarem os coleguinhas com maior frequência e apresentaram maior dificuldade no contato inicial.


Em 2007, o Governo Federal regulamentou o Plano Social, que prevê a inclusão das crianças com necessidades especiais nas escolas públicas a partir de 2010.


Mesmo já tendo garantido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (L.D.B/96), tal processo tem causado medo e angústia nos pais das crianças e certa insegurança, por parte dos professores da rede pública do ensino regular, que sentem-se despreparados para receber os alunos com deficiências e afirmam que a escola necessita não somente de reformulação física, estrutural e material, como também de capacitação à todos os profissionais para receber de forma qualitativa tais alunos.




2 comentários:

Anônimo disse...

Realmente a situação está feia. Concordo com este artigo no que diz respeito a inclusão SOCIAL dos alunos com deficiência, mas me questiono quanto ao beneficio tanto deles, como dos que não apresentam deficiência. Será que o Brasil será tudo sempre baseado no SOCIAL???Como ficará a questão da aprendizagem?? Como mãe, me preocupo com a aprendizagem da minha filha. Será que os professores conseguirão atender os que tem necessidade especial tão bem como as escolas especiais fazem? Será que darão conta de atender os especiais e os nossos filhos? Não sou mae de criança especial, mas também estou preocupada e apreensiva com este projeto. É mto bom ter um blog como o seu, onde podemos ler, refletir e expressar nossa opinião! Parabéns . Seu blog é muito bom!

VIVIANE disse...

A CUNHADA DO MEU IRMAO TEM DONW E EU A ADORO,ELA ESTUDA EM ESCOLA REGULAR E EM UMA ESCOLA ESPECIALIZADA. AS CRIANÇAS DA ESCOLA REGULAR GOSTAM MUITO DELA TB, SE DÃO BEM.

AMIGA VC E O SEU BLOG SÃO HOMENAGEADOS DA VEZ OK PEGUE O SELINHO DE BLOG HOMENAGEADO OK
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