1 de maio de 2010

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Como estimular o raciocínio lógico infantil

Dentre os teóricos que contribuíram para o jogo se tornar uma proposta metodológica - com base científica - para a educação matemática, destaca as contribuições de Piaget e Vygostsky. Mesmo com algumas divergências teóricas, estes autores defendem a participação ativa do aluno no processo de aprendizagem. A principal questão é a que separa os enfoques cognitivos atuais entre o desenvolvimento e a concepção de aprendizagem. Segundo Piaget, a atividade direta do aluno sobre os objetos do conhecimento é o que ocasiona aprendizagem - ação do sujeito mediante o equilíbrio das estruturas cognitivas, o que sustenta a aprendizagem é o desenvolvimento cognitivo.
A aprendizagem está subordinada ao desenvolvimento. Nesta concepção de aprendizagem "... o jogo é elemento do ensino apenas como possibilitador de colocar o pensamento do sujeito como ação. O jogo é o elemento externo que irá atuar internamente no sujeito, possibilitando-o a chegar a uma nova estrutura de pensamento" (Moura, 1994, p. 20). Dependendo do papel que o jogo exerce na construção dos conceitos matemáticos, seja como material de ensino, seja como o de conhecimento feito ou se fazendo, tem as polêmicas teóricas entre os autores. Na concepção Piagetiana, o jogo assume a característica de promotor da aprendizagem da criança. Ao ser colocado diante de situações de brincadeira, a criança compreende a estrutura lógica do jogo e, conseqüentemente, a estrutura matemática presente neste jogo.
A operacionalização e análise destas idéias podem ser feitas em Kami & Declark (1994, p. 169). Segundo essas autoras, os "jogos em grupo fornecem caminhos para um jogo estruturado no qual eles [os alunos] são intrinsecamente motivados a pensar e a lembrar as combinações numéricas. Jogos em grupo permitem também que as crianças decidam qual jogo elas querem jogar, quando e com quem. Finalmente, esses jogos incentivam interação social e competição". Para Vygotsky, o jogo é visto como um conhecimento feito ou se fazendo, que se encontra impregnado do conteúdo cultural que emana da própria atividade. Seu uso requer um planejamento que permite a aprendizagem dos elementos sociais em que está inserido (conceitos matemáticos e culturais).
O jogo desempenha um papel importantíssimo na Educação Matemática. "Ao permitir a manifestação do imaginário infantil, por meio de objetos simbólicos dispostos intencionalmente, a função pedagógica subsidia o desenvolvimento integral da criança" (Kishimoto, 1994, p. 22). Através do jogo, temos a possibilidade de abrir espaço para a presença do lúdico na escola, não só como sinônimo de recreação e entretenimento. Muito mais do que um simples material instrucional, ele permite o desenvolvimento da criatividade, da iniciativa e da intuição. Enfim, do prazer, elemento indispensável para que ocorra aprendizagem significativa. Ensinar matemática é desenvolver o raciocínio lógico, estimular o pensamento independente, a criatividade e a capacidade de resolver problemas. Nós como educadores matemáticos, devemos procurar alternativas para aumentar a motivação para a aprendizagem, desenvolver a autoconfiança, a organização, concentração, atenção, raciocínio lógico-dedutivo e o senso cooperativo, desenvolvendo a socialização e aumentando as interações do indivíduo com outras pessoas. Os jogos, se convenientemente planejados, são um recurso pedagógico eficaz para a construção do conhecimento matemático.
Referimo-nos àqueles que implicam conhecimentos matemáticos. Vygotsky afirmava que através do brinquedo a criança aprende a agir numa esfera cognitivista, sendo livre para determinar suas próprias ações. Segundo ele, o brinquedo estimula a curiosidade e a autoconfiança, proporcionando desenvolvimento da linguagem, do pensamento, da concentração e da atenção. O uso de jogos e curiosidades no ensino da Matemática tem o objetivo de fazer com que os adolescentes gostem de aprender essa disciplina, mudando a rotina da classe e despertando o interesse do aluno envolvido.
Os jogos trabalhados em sala de aula devem ter regras, esses são classificados em três tipos:
1. Jogos estratégicos, onde são trabalhadas as habilidades que compõem o raciocínio lógico. Com eles, os alunos lêem as regras e buscam caminhos para atingirem o objetivo final, utilizando estratégias para isso. O fator sorte não interfere no resultado.
2. Jogos de treinamento, os quais são utilizados quando o professor percebe que alguns alunos precisam de reforço num determinado conteúdo e quer substituir as cansativas listas de exercícios. Neles, quase sempre o fator sorte exerce um papel preponderante e interfere nos resultados finais, o que pode frustrar as idéias anteriormente colocadas.
3. Jogos geométricos, que têm como objetivo desenvolver a habilidade de observação e o pensamento lógico.
Com eles conseguimos trabalhar figuras geométricas, semelhança de figuras, ângulos e polígonos. Os jogos com regras são importantes para o desenvolvimento do pensamento lógico, pois a aplicação sistemática das mesmas encaminha a deduções. São mais adequados para o desenvolvimento de habilidades de pensamento do que para o trabalho com algum conteúdo específico. As regras e os procedimentos devem ser apresentados aos jogadores antes da partida e preestabelecer os limites e possibilidades de ação de cada jogador. A responsabilidade de cumprir normas e zelar pelo seu cumprimento encoraja o desenvolvimento da iniciativa, da mente alerta e da confiança em dizer honestamente o que pensa. Os jogos estão em correspondência direta com o pensamento matemático.
Em ambos temos regras, instruções, operações, definições, deduções, desenvolvimento, utilização de normas e novos conhecimentos (resultados).
O trabalho com jogos matemáticos em sala de aula nos traz alguns benefícios:
  • conseguimos detectar os alunos que estão com dificuldades reais
  • o aluno demonstra para seus colegas e professores se o assunto foi bem assimilado
  • existe uma competição entre os jogadores e os adversários, pois almejam vencer e para isso aperfeiçoam-se e ultrapassam seus limites
  • durante o desenrolar de um jogo, observamos que o aluno se torna mais crítico, alerta e confiante, expressando o que pensa, elaborando perguntas e tirando conclusões sem necessidade da interferência ou aprovação do professor
  • não existe o medo de errar, pois o erro é considerado um degrau necessário para se chegar a uma resposta correta
  • o aluno se empolga com o clima de uma aula diferente, o que faz com que aprenda sem perceber.
Mas devemos, também, ter alguns cuidados ao escolher os jogos a serem aplicados:
  • não tornar o jogo algo obrigatório
  • escolher jogos em que o fator sorte não interfira nas jogadas, permitindo que vença aquele que descobrir as melhores estratégias
  • utilizar atividades que envolvam dois ou mais alunos, para oportunizar a interação social
  • estabelecer regras, que podem ou não ser modificadas no decorrer de uma rodada
  • trabalhar a frustração pela derrota na criança, no sentido de minimizá-la
  • estudar o jogo antes de aplicá-lo (o que só é possível, jogando).

 Fonte: www.pr.senai.br
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CLIMA SECO E AS DOENÇAS RESPIRATÓRIAS

O clima seco ocasionado pela falta de chuvas em São Paulo tem contribuído para o agravamento de doenças respiratórios em crianças. No Pronto Socorro do Hospital Infantil Sabará, cerca de 60% dos 400 casos atendidos no último sábado (17) eram relacionados ao problema.
Segundo a pediatra e alergista Fátima Rodrigues Fernandes, as crianças menores de cinco anos, cujo sistema imunológico ainda está em formação, são as principais vítimas dessa mudança climática.
O ar seco contribui para a proliferação de vírus, aumentando o risco de se contrair gripe ou ficar resfriado. Nesta época, além de tosse e irritação na garganta, os sintomas da rinite, da sinusite e da asma ficam mais acentuados.
"Também ocorre um aumento da incidência de pneumonias e de vírus respiratórios como o da bronquiolite que atinge principalmente crianças de até dois anos de idade, o que pode ser grave", diz a pediatra.
A concentração de poluentes no ar leva ainda aos casos de irritação nos olhos, segundo a oftalmologista Rachel Gomes Nery, da clínica Cerpo. "Geralmente os adultos sentem mais, mas crianças com alergias ou com outros problemas na superfície dos olhos podem sentir uma piora nos sintomas", diz a médica.
Segundo as especialistas, os pais podem ajudar na prevenção dessas doenças, mantendo o ambiente arejado. Colocar bacias com água ou toalhas úmidas nos quartos na hora de dormir ajuda a diminuir o mal-estar. Deve-se evitar a automedicação e recorrer ao médico sempre que necessário.

Fonte http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u723436.shtml
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Ensinando as crianças a usarem o dinheito

Um site foi criado só para ensinar as crianças a usar o dinheiro de um jeito pra lá de divertido: o "Turma da Bolsa" (www.turmadabolsa.com.br), que tem histórias em quadrinhos, vídeos e fábulas narradas sobre o tema e, também, dicas para pais e professores falarem economia com as crianças.

25 de abril de 2010

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DIA DAS MÃES

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MAIS COISINHAS PARA O DIA DAS MÃES....

Pessoal, algumas atividades eu recebi de amigas, outras encontrei na NET, se vc é a autora de alguma delas, me avise para que eu possa dar-lhe os devidos créditos, ok?
A maior parte foi retirada  do Blog http://espacoeducar-liza.blogspot.com/
que agradeço a blogueira Liza por compartilhar conosco todo seu material!
M


ADOREI ESTAS!

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Mãe de aluna presa por bater em professora

O caso aconteceu na Espanha, mas vários desses casos que aconteceram no Brasil, passaram impunes.

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Uma mulher foi condenada na passada quarta-feira a dois anos de prisão por ter agredido, em Barcelona, em Espanha, a professora da sua filha de 13 anos, à saída do instituto I.E.S. Roger de Flor.
O caso remonta ao ano de 2008 quando a condenada esperou que a professora saísse e de imediato a agrediu física e verbalmente. O tribunal sentenciou a agressora a dois anos de prisão, além do pagamento de uma multa de 120 euros pelo crime de ameaças e uma indemnização no valor de 8.840 euros por danos físicos e consequentes sequelas.
O advogado da agressora declarou que a sua cliente não compreende porque é que um desentendimento desta natureza resultou numa pena de prisão, mas que ainda assim aceitou a pena sem fazer quaisquer declarações.
Por outro lado, a defesa da professora frisou a importância da condenação para evitar que este tipo de casos se multiplique.
A condenada está ainda proibida de se aproximar da professora, que agora está reformada, durante dois anos, de acordo com o edição on-line do jornal 'Faro de Vigo'.

Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/default.aspx
 
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