2 de março de 2010

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EDUCAÇÃO ESPECIAL - SINDROME DE ASPERGER

O Que é Síndrome de Asperger?

Letícia Calmon Drummond Amorim*
A síndrome de Asperger, um dos transtornos abrangentes do desenvolvimento, foi descrita primariamente sob a designação de "psicopatia autística" em 1944, por Hans Asperger, como um quadro caracterizado por déficit na sociabilidade, interesses circunscritos, linguagem sem atraso porém pedante, repetitiva e formal e habilidades intelectuais preservadas. A prevalência de portadores de síndrome de Asperger é de 3:10.000 em população de crianças (FOMBONNE, 2003, 2005).

A relação entre autismo e síndrome de Asperger foi aventada a partir da elaboração de um continuum autístico por Wing (1988), que considera o primeiro um comprometimento comportamental cuja constelação sintomatológica é intimamente relacionada ao desenvolvimento cognitivo. Entretanto, existem questionamentos se o autismo pode ocorrer sem atraso de linguagem e com inteligência normal, bem como controvérsias acerca da comparação entre síndrome de Asperger e autismo sem deficiência mental, incluídos em uma categoria "autismo de alto funcionamento". Para se definirem melhor estes grupos novos estudos são necessários (LORD, RUTTER, 1994).

Os critérios do DSM-IV-TR (APA, 2002) para diagnóstico de síndrome de Asperger são:

A. Alteração qualitativa da interação social, manifestada por pelo menos dois dos seguintes requisitos: (1) Alteração acentuada no uso de múltiplos comportamentos não-verbais, tais como contacto visual direto, expressão facial, posturas corporais e gestos para regular a interação social (2) Incapacidade para criar relacionamentos apropriados, ao nível do seu desenvolvimento, com seus pares (3) Ausência de tentativa espontânea de partilhar prazer, interesses ou realizações com outras pessoas, (por ex., mostrar, trazer ou apontar objetos de interesse a outras pessoas) (4) Falta de reciprocidade social ou emocional.

B. Padrões restritos, repetitivos e estereotipados de comportamento, interesses e atividades, manifestados por pelo menos um dos seguintes quesitos: (1) Preocupação insistente com um ou mais padrões estereotipados e restritos de interesses, anormal em intensidade ou foco (2) Adesão aparentemente inflexível a rotinas e rituais específicos e não funcionais (3) Maneirismos motores estereotipados e repetitivos (por ex., dar pancadinhas ou torcer as mãos ou os dedos, ou movimentos complexos de todo o corpo) (4) Preocupação mantida com partes de objetos.

C. A perturbação interfere de forma significativa nas áreas social e ocupacional ou outras áreas importantes de funcionamento.

D. Não existe um atraso clinicamente significativo da linguagem (por ex., palavras isoladas são usadas aos 2 anos, frases comunicativas são usadas aos 3 anos).

E. Não existe um atraso clinicamente significativo no desenvolvimento cognitivo ou no desenvolvimento de habilidades de auto-ajuda apropriadas à idade, comportamento adaptativo (outro que não na interação social), e curiosidade acerca do ambiente na infância.

F. Não cumpre critérios para qualquer outro Síndrome com Perturbação Global do Desenvolvimento ou Esquizofrenia.

Os indivíduos com síndrome de Asperger são capazes de estabelecer uma conversação em monólogo caracterizada por uma linguagem prolixa, pedante, sobre um tópico favorito e geralmente não-usual e bem delimitado, suas abordagens desajeitadas e sua insensibilidade em relação aos sentimentos e intenções das demais pessoas e pelas formas de comunicação não-literais e implícitas que elas emitem (e.g., sinais de tédio, pressa para deixar o ambiente e necessidade de privacidade) podem frustrar seu desejo de fazer amigos (KLIN,2006).

As principais teorias cognitivas utilizadas para a compreensão dos déficits autísticos são a da mente, a da coerência central e a da disfunção executiva. A teoria da mente, descrita por Baron-Cohen (1988), refere-se a incapacidade de atribuir estados mentais aos outros e dessa forma prever o seu comportamento.

O termo coerência central é utilizado para referir-se à tendência cotidiana de processar a informação recebida, dentro de um contexto em que se capta o essencial, freqüentemente às custas da memória para os detalhes, a teoria da fraca coerência central proposta por Hill e Frith (2003) explica a tendência de se preocupar com partes em detrimento de um significado amplo.

A teoria da disfunção executiva propõe que os prejuízos na socialização e na comunicação são secundários aos déficits na função executiva. Esta se refere à habilidade para resoluções de problemas, ação mediada pelo córtex frontal, e compreende todo o processo que forma a base do comportamento direcionado, a saber: planejamento, memória de trabalho, inibição de respostas e flexibilidade cognitiva (DUNCAN, 1986).

O prejuízo social decorrente dos deficits autísticos é considerado permanente, não há consenso sobre um tratamento específico para a síndrome de Asperger, o uso de medicação é indicado para tratar co-morbidades caso elas ocorram. Lord e Rutter (1994) destacam quatro alvos básicos de qualquer tratamento: 1) estimular o desenvolvimento social e comunicativo; 2) aprimorar o aprendizado e a capacidade de solucionar problemas; 3) diminuir comportamentos que interferem com o aprendizado e com o acesso às oportunidades de experiências do cotidiano; e 4) ajudar as famílias a lidarem com os autismo.

Referências:

AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION (APA). Manual Diagnóstico e Estatístico deTranstornos Mentais - DSM IV TR. Tradução de Cláudia Dornelles. 4. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002.

BARON-COHEN, S. Social and Pragmatic Deficits in Autism: Cognitive or Affective? Journal of Autism and Developmental Disorders, v. 18, n. 3, p. 379- 401, 1988.

DUNCAN, J. Disorganization of Behavior After Frontal Lobe Damage. Cognitive Neuropsychology, v. 3, p. 271-290, 1986.

FOMBONNE, E. Epidemiological Surveys of Autism and Other Pervasive Developmental Disorders: An Update. Journal of Autism and Developmental Disorders, v. 33, n. 4, p. 365- 382, 2003.

FOMBONNE, E. Epidemiology of Autism Disorder and Other Pervasive Developmental Disorders. Journal of Clinical Psychiatry, v. 66, n. 10, p. 3-8, 2005.

HILL, E. L.; FRITH, U. Understanding autism: insights from mind and brain. Philosophical Transactions of The Royal Society of London, Series B, Biological Sciences, v. 358, p. 281- 289, 2003.

KLIN, A. Autismo e Síndrome de Asperger: Uma visão Geral. Revista Brasileira de Psiquiatria, v. 28, p. 3-11, 2006.

LORD, C.; RUTTER, M. Autism and Pervasive Developmental Disorders. In: RUTTER, M.; TAYLOR, E.; HERSOV, L. (Ed.). Child and Adolescent Psychiatry Modern Approaches. 3rd ed. Oxford: Blackwell Scientific Publications, 1994. p. 569-593.

WING, L. The Autistic Continuum. In: Aspects of Autism: Biological Research. London: Royal College of Psychiatrists and The National autistic Society, 1988. p. 5-8.

*Psiquiatra do Projeto Distúrbios do Desenvolvimento (PDD) do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP USP), Mestre em Psicologia Clínica pelo IP USP.




Projeto Distúrbios do Desenvolvimento do Laboratório de Saúde Mental do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP-USP)


Site do PDD: http://disturbiosdodesenvolvimento.yolasite.com

28 de fevereiro de 2010

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DATAS COMEMORATIVAS DE MARÇO

Março

02
Dia Nacional do Turismo

03
Dia do Meteorologista

04
Dia Mundial da Oração

07
Dia do Fuzileiro Naval

08
Dia Internacional da Mulher

10
Dia do Sogro

12
Dia Nacional do Bibliotecário

14
Dia da Poesia

15
Dia Mundial do Consumidor

17
Dia Internacional do Marítimo

19
Dia da Escola
Dia do Carpinteiro
Dia Nacional do Artesão

21
Dia Mundial da Infância
Dia Mundial da Poesia
Dia Mundial Florestal
Início do Outono

22
Dia Internacional da Água

23
Dia Mundial da Meteorologia

26
Dia do Cacau

27
Dia do Circo
Dia Mundial do Teatro

29
Aniversário de Curitiba - PR

19 de fevereiro de 2010

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RECICLAR É PRECISO - DICAS DE RECICLAGEM

Devido a correria diária e alguns, por hábito, deixamos de fazer coisas muito importantes na nossas vidas!
Tais atitudes, que hoje podem parecer sem importância, podem causar grandes prejuízos em nossas vidas no decorrer dos anos.
Aqui estamos falando da produção de lixo que produzimos. Se pararmos para analisar cada grão que jogamos fora, vamos nos dar conta de quanto poderiamos "poupar o nosso dinheiro e o nosso Planeta".
Uma experiência bem fácil e que nos mostra bem a quantidade de lixo que produzimos, é separarmos um saco plástico (preto, resistente, grande) e andarmos na companhia dele durante 2 dias. TUDO o que vamos descartar ou jogar fora, guardamos dentro desse saco, desde as sobras retiradas do apontador, até restos de comida, papéis de bala, saquinhos plásticos, potes de danone, TUDO messmo...e depois ver o quanto produzimos. Depois soma-se com os das outras pessoas da residência, cada um com um saco plástico e mais o produzido por todos na casa ( papéis higiênicos, latas, plásticos de produtos de limpeza, higiene e de alimentação)

A partit de então analise e veja o quanto de coisas inúteis jogamos fora, despejamos na natureza!

O que é reciclagem?


A reciclagem é um conjunto de técnicas para aproveitar e reutilizar os detritos, principalmente vidros, papéis, plásticos e metais. Consiste em pegar os materiais e desviá-los para coleta, separando e processando para virarem matéria-prima de novos produtos. Esse retorno da matéria-prima ao ciclo de produção é denominado reciclagem, embora o termo já seja utilizado popularmente para designar todo o conjunto de operações envolvidas.

Origem da palavra.

A palavra surgiu na década de 70, quando as preocupações ambientais passaram a ser tratadas com maior rigor, especialmente após o primeiro choque do petróleo. As indústrias recicladoras, também chamadas secundárias, processam matéria-prima de recuperação. Na maior parte dos processos, o produto reciclado é completamente diferente do produto inicial.
Conheça um pouco mais.

Entender a importância é o primeiro passo, mas saber praticar é um desafio maior. Ao contrário do que muitos imaginam, a relação custo/benefício de um projeto de reciclagem bem gerenciado pode apresentar resultados positivos

No caso de supermercados, a parceria com as comunidades tem apresentado resultados surpreendentes. Uma cadeia de supermercados, ao implantar máquinas para recebimento (coleta seletiva) e prensagem de embalagens pet e latinhas de alumínio, motiva os consumidores dando descontos em compras e estes se sentem cumprindo suas obrigações individuais com o desenvolvimento sustentável e promovendo sua responsabilidade social.

Também existem restaurantes que se organizam para separar os materiais recicláveis e destiná-los para a coleta seletiva. Além disso, aplicam maior rigor na fiscalização do desperdício de alimentos, seja na fase de preparo ou seja no consumo por seus clientes.

Outro aspecto importante da reciclagem, além da consciência ecológica, é o fator social. A coleta de material reciclável é, muitas vezes, a única fonte de renda dos catadores. De acordo com estudo feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), dos 8.000 moradores de rua do centro de São Paulo, mais de 3.000 vivem de recolher lixo reciclável.

O que é coleta seletiva?

É um sistema de recolhimento de materiais recicláveis, tais como papéis, plásticos, vidros, metais e orgânicos, previamente separados na fonte geradora. Estes materiais são vendidos às indústrias recicladoras ou aos sucateiros.

As quatro principais modalidades de coleta seletiva são: domiciliar, em postos de entrega voluntária, em postos de troca e por catadores.

A coleta seletiva domiciliar é parecida com o procedimento clássico de coleta de lixo. Porém, os veículos coletores percorrem as residências em dias e horários específicos, que não coincidam com a coleta normal.

A coleta em PEV (postos de entrega voluntária) ou em LEV (locais de entrega voluntária) utiliza normalmente pequenos depósitos colocados em pontos fixos, onde o cidadão deposita os recicláveis espontaneamente.

A coleta seletiva em postos de troca se baseia na troca do material entregue por algum bem ou benefício.

O sucesso da coleta seletiva está diretamente associado aos investimentos feitos para sensibilização e conscientização da população. Normalmente, quanto maior a participação voluntária em programas de coleta seletiva, menor é seu custo de administração.

Não se pode esquecer também a existência do mercado para os recicláveis. Nos últimos doze anos, o número de cidades brasileiras com coleta seletiva de lixo passou de 81 para 327. Este aumento pode ser explicado pela queda de 37% do custo dos programas de reciclagem de dejetos. Ainda assim, a proporção de municípios brasileiros com coleta seletiva é muito pequena, não ultrapassando 6% do total.

Em 1994, o custo da coleta (por toneladas) era de 240 dólares e, em 2006, o custo é de 151 dólares. Os números de 2006 mostram que, hoje, 327 prefeituras operam programas de coleta seletiva. Vale destacar que o Brasil possui 5.563 municípios (IBGE/2003) – ou seja, a coleta seletiva ocorre em menos de 6% das cidades do país. Como ela abrange muitos dos municípios mais populosos, cerca de 25 milhões de brasileiros têm acesso a esses programas e 43,5% deles mantém relação direta com cooperativas de catadores.

As regiões Sul e Sudeste continuam com melhor desempenho e juntas contabilizam 279 cidades com programas estruturados. O estado de São Paulo apresenta o maior número de iniciativas: 114 no total. Na seqüência, aparece Rio Grande do Sul (40), Paraná (39), Santa Catarina (33), Minas Gerais (28), Rio de Janeiro (17) e Espírito Santo (8). Santos (SP), Santo André (SP), Itabira (MG), Curitiba (PR) e Londrina (PR) são as localidades que têm 100% da população engajada.

Alimentos, como aproveitá-los por inteiro?

Antes, precisamos entender os dois tipos de lixo: orgânico e reciclável.

O lixo orgânico deve estar separado daquilo que é reciclável, mas podemos reaproveitá-lo.

Material orgânico: Tudo o que é resto de comida, de animais, de plantas e frutas é considerado lixo, propriamente dito. Ou seja, você deve acondicioná-los num único recipiente.

Material reciclável: É praticamente tudo o que é fabricado pelo homem: material plástico, latas de alumínio e ferro, garrafas de refrigerante de vidro e PET, caixas de papel e papelão, etc.

O desafio do aproveitamento total dos alimentos é promover a mudança de hábitos, o enfrentamento de tabus alimentares e mesmo o descaso. Quando adotado, logo mostra os resultados nutricionais e econômicos.


Estudos mostram que o homem necessita de uma alimentação sadia, rica em nutrientes, que pode ser alcançada com partes de alimentos que normalmente são desprezadas.

As perdas não ocorrem somente em plantações, transporte e armazenamento inadequado, mas também no preparo incorreto dos alimentos. Os principais alimentos ou produtos utilizados para complementar a dieta convencional são: pós (casca de ovo, semente de abóbora), farelos (trigo, arroz, milho), farinhas torradas, raízes e tubérculos.

Algumas atitudes praticadas pela maioria da população como, por exemplo, cozinhar os legumes sem a casca, podem retirar as barreiras naturais de proteção e causar a perda de elementos nutritivos. Excluindo a casca comestível de algumas frutas, perdemos muitas fibras importantíssimas para o bom funcionamento do intestino. Também não se deve cozinhar os legumes em água e depois jogá-la fora, já que todas as vitaminas hidrossolúveis (aquelas diluídas na água) se perdem.
A quantidade de lixo e outras coisas que deixamos diariamente não é brincadeira, por isso que o objetivo de reciclar é reaproveitarmos os materiais utilizados por nós. Os benefícios da reciclagem são muitos como: economia de energia, maior preservação dos recursos naturais, diminuição do lixo aterrado, diminuição dos impactos ambientais entre outros.

como podemos reciclar ajudando o meio ambiente e contribuir com toda sociedade.

•Separar o lixo de acordo com o material utilizado na sua confeção ou com sua composição (metal, papel, plástico, orgânico, radioativo, etc);
•Ao comprar um eletrodoméstico, prefira os novos e de qualidade (economizam energia);
•Regar as plantas no período da manhã ou no cair da noite.
•Evitar deixar torneiras abertas ou pingando;
•Economize no papel, utilize o outro lado do papel para anotações ou fazer rascunhos;
*Deixe as janelas com as cortinas bem abertas para que entre claridade (luz natural) evitando acender as lâmpadas;
•Reduza o uso do automóvel (carro), tenha uma vida mais saudável, se for sair para lugares próximos prefira a pé;

•Faça doações das roupas que não utiliza mais, normalmente bazares de caridade recebem e doam para quem precisam;

Estas são apenas algumas das dicas que vocês podem fazer e com isso ajudar a natureza e o meio ambiente. Agora imaginem se todo mundo pensasse da mesma maneira e cada um ajudasse mesmo que fosse só um pouco, com certeza teríamos um cenário diferente no Brasil, porém não vamos esperar que o dia de amanhã chegue, vamos começar hoje mesmo.

 
Existem páginas da Net com vários vídeos que podem ajudar as crianças a compreenderem melhor!


Abaixo, alguns links que abordam o assunto:
http://www.revistasustentabilidade.com.br/
http://www.portaldovoluntario.org.br/site/pagina.php?idconteudo=972
http://www.bonde.com.br/bonde.php?id_bonde=1-3--445-20070321
http://www.sacolasecologicas.adm.br/?gclid=CIHE1t2RgKACFQeF7QodnVQLlA
http://www.toddynho.com.br/?gclid=CLydmoGSgKACFWV75QodVj3xlw#reciclagem_dicas
http://planetasustentavel.abril.com.br/
http://www.curitiba.pr.gov.br/publico/noticia.aspx?codigo=17597
http://blog.marcelinosilva.jor.br/2009/01/bons-negocios-com-reciclagem.html


Bom trabalho!
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RECICLAGEM DE GARRAFAS PET- AJUDANDO A EMBELEZAR O AMBIENTE

As garrafas PET, com certeza, estão vivendo seu alge nessa última decada; tanto no que diz respeito a adoção das mesmas como o maior número de recipiente utilizado para armazenar líquidos, como também para RE-utilização e REciclagem.
As dicas e sugestões vão desde o famoso "porta-trecos", até como matéria-prima para tecidos.
Aqui podemos ver a utilização da mesma como peça decorativa e utilitária. Bem prática e que dá um toque especial na natureza.


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DICAS DE RECICLAGEM -



               É um site nacional, que fornece informações acerca dos pontos de coleta seletiva mais próximo de você, inclusive, indicando qual o tipo de resíduo que se recolhe naquele local.
Vale a pena conferir, ainda mais se você reside num condomínio, ou se faz parte de uma associação...
                VAMOS AJUDAR A CUIDAR DO NOSSO PLANETA!

17 de fevereiro de 2010

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LEMBRANCINHA ESCOLAR PARA DATAS COMEMORATIVAS

Já que é para dividir, então vamos lá:
Segue o link para as lembrancinhas, algumas foram feitas por mim, outras tirei de outros sites, blogs... se tiver alguma sua, me avise que colocarei os créditos, ok?

Esta eu retirei do Blog da Jacirinha,

Picasa Lembrancinhas - tem de tudo um pouco, como disse na outra postagem... eu descarreguei o meu pendrive no picasa, então sâo coisas que me interessavam....

 
©2010 Rachel Por Templates Rachel Melo