17 de janeiro de 2010

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A ESCOLHA DO AMOR - Texto para ser trabalhado no inicio do ano

Ao ler este texto do Gabriel Chalita, e claro que embora de férias, não conseguimos nos desligar totalmente da escola, dos alunos.... pensei em trabalhar com ele na primeira reunião de pais ( que fazemos logo no inicio do ano, para que os pais conheçam os profissionais que irão trabalhar com seus filhos no decorrer deste ano letivo). Acho que dá para fazer um bom trabalho, principalmente porque na maioria das vezes quem vai à Reunião são as MÂES e é mais fácil a mulher fazer essa transposição de idéias do literário para o dia-a-dia!
E vamos concordar né meninas, Gabriel Chalita é tudo de bom!!!!




Autor: Gabriel Chalita


Todos os dias fazemos escolhas em nossas vidas. Algumas escolhas são mais simples; outras, mais complexas. Escolhemos a roupa, o sapato, a alimentação, o trajeto. Escolhemos a escola, o trabalho, as prioridades. Como não é possível resolver todos os problemas de uma única vez, vamos escolhendo aqueles que precisam ser solucionados antes. Escolhemos no supermercado, na loja, a forma de pagamento.

Algumas escolhas simples ficam complicadas quando complicamos a vida. Fazer um almoço se torna um calvário para quem está angustiado. Ter de escolher o que fazer e que agrade às outras pessoas da família parece um trabalho insano.Escolher a escola dos filhos. Escolher a mudança de emprego. Aos poucos as escolhas vão exigindo mais reflexão e o resultado da escolha vai ficando mais sério. Uma coisa é escolher a comida errada no cardápio e decidir que não vai pedir mais aquele prato. Outra coisa é perceber que casou com a pessoa errada. A escolha do casamento tem de ser mais demorada do que a do produto de uma prateleira em um supermercado.

Como somos imperfeitos, a dúvida sempre fará parte de nossas escolhas. E é diante da dúvida que amadurecemos. Pessoas que têm certezas absolutas erram mais e sofrem mais com isso. A dúvida nos torna mais humildes, mais abertos ao diálogo.Nesses momentos é que percebemos a nossa maturidade frente aos obstáculos. Os mais concretos ou os mais abstratos.

Nesse início de ano, uma modesta sugestão: diante das dúvidas que surgirem, escolha o amor. Diante de sentimentos mesquinhos como a inveja, o ciúme, a vingança; escolha o amor. Antes de falar, pense. Mas pense com amor. Antes de agredir, lembre-se de que o tempo da cicatriz é mais demorado do que o tempo do comedimento. Antes de usar a palavra como instrumento de maldizer, lembre-se de que o silêncio é o grande amigo e de que, na dúvida, o outro deve receber a sua compaixão. Diante do comodismo, da alienação, escolha o amor em ação. Assim fizeram os apóstolos, mesmo sabendo que seriam incompreendidos; assim fez Francisco de Assis quando ousou chamar a todos de irmãos; ou João Bosco com os jovens que só se aquietavam quando se sentiam amados.

Assim fez Madre Tereza de Calcutá que fazia a escolha do amor diante de cada próximo que dela precisasse.

Diante da boa dúvida, é bom pedir ajuda. Para os irmãos e para Deus, a Essência do Amor.

Os desafios são muitos. É por isso que sozinho fica difícil. Como diz a canção:

Eu pensei que podia viver, por mim mesmo. Eu pensei que as coisas do mundo não iriam me derrubar.

E a oração continua e, com ela, nossa certeza: Tudo é do Pai. Toda honra e toda glória. É Dele a vitória alcançada em minha vida.

Que sejamos responsáveis em nossas escolhas mais simples ou mais complexas. Mais uma vez, com amor, tudo fica mais fácil e mais bonito!

13 de janeiro de 2010

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SEGURANÇA INFANTIL - A IMPORTÂNCIA DAS TELAS E GRADES EM JANELAS E SACADAS

Adapte sua casa para a segurança das crianças.





Quem tem criança em casa sabe como esses pequenos seres mexem com a nossa vida. Eles enchem a casa de alegria e com a energia que dispõem, merecem a total atenção. Muita gente acha que estando com seu filho em casa, ele está protegido. Mas fique atento, pois não é bem assim.

No Brasil, o número de crianças vítimas de acidentes em casa é assustador. As quedas são as principais causas de acidentes domésticos. De acordo com a ONG Criança Segura (www.criancasegura.org.br), de um total de 315 mortes de crianças de até 14 anos por quedas, 57 representaram casos de crianças que caíram para fora de edifícios ou outras estruturas. Mais da metade desse número tinha idade entre um ano e nove anos.

Ingrid Stammer, coordenadora da ONG Criança Segura em Curitiba, explica que as crianças além de não reconhecerem o perigo, também tem limitações físicas que podem resultar em acidente.

É o caso da falta de equilíbrio devido ao peso da cabeça. Até os 4 anos, a cabeça corresponde a 25% da massa corpórea, enquanto a de um adulto esse número é de 6%.

Por outro lado, 90% desses acidentes podem ser evitados. Em apartamentos, a instalação de telas de proteção em varandas, sacadas e janelas é uma boa dica para os pequenos poderem circular em casa de uma forma mais segura. Mas não basta apenas instalar, é preciso ficar atento as instruções do fabricante para a manutenção e sobre o tempo de substituição.

Outra dica, é adaptar o ambiente para as crianças, evitando móveis embaixo de janelas.”O fator curiosidade é muito forte e a tendência a escalar móveis é grande”, explica Ingrid.

Mas além dessas dicas, o principal é educar a criança dentro da sua compreensão. Técnicas lúdicas podem ajudar. Nesse caso, exemplificar com tomates o que acontece com a queda é uma ótima alternativa. Parece trágico, mas o aprendizado é garantido.

“Até uma certa idade a criança não tem noção dos riscos que está exposta.”

Autora: Ingrid Stammer
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CRIANÇAS PRECISAM DE ESPAÇO PARA BRINCAR

Pique-esconde, pega-pega e amarelinha. Quem na infância não se divertiu com brincadeiras como essas? Ou então, quem não apostava corrida na rua com os primos e vizinhos? A verdade é que: os tempos e os riscos eram outros.



Hoje em dia, as crianças se deparam com outra realidade. É comum os pequenos passarem horas dentro de casa envolvidos com games, computadores e brinquedos eletrônicos, sem lembrar que existe sol lá fora, isso por que diariamente encontramos novidades tecnológicas no mercado infantil. O fato das famílias preferirem apartamentos por motivos de segurança também contribui muito para esse tipo de comportamento.

Mas é importante lembrar que as brincadeiras ao livre fazem parte do desenvolvimento de uma criança. A psicóloga Fernanda Garosito, explica que as crianças aprendem a raciocinar, a dividir, melhoram o reflexo, coordenação motora, sem falar da sociabilização e do contato com a natureza.

Por isso, quem tem filhos pequenos é legal sempre levá-los a parques, matriculá-los em atividades ou escolinhas, ou ainda morar em apartamentos com espaços para as crianças. Uma boa opção são os residenciais com ampla área de lazer, além desses condomínios contarem com segurança 24h, ainda oferecem playgrounds, piscinas, brinquedotecas e amplas áreas verdes para o lazer e diversão da garotada.


“Brincadeiras movimentadas e com interação real ajudam a criança a conhecer seus limites e aumenta a criatividade. Ela aprende a inventar regras, dividir e esperar sua vez para usar um brinquedo."

Autoria: psicóloga Fernanda Garosito


12 de janeiro de 2010

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MARCAS DO QUE SE FOI - Os Incríveis

Este ano quero paz

No meu coração
Quem quiser ter um amigo
Que me dê a mão...

O tempo passa e com ele
Caminhamos todos juntos
Sem parar
Nossos passos pelo chão
Vão ficar...

Marcas do que se foi
Sonhos que vamos
Ter como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer...(2x)


Este ano quero paz
No meu coração
Quem quiser ter um amigo
Que me dê a mão...

O tempo passa e com ele
Caminhamos todos juntos
Sem parar
Nossos passos pelo chão
Vão ficar...

Marcas do que se foi
Sonhos que vamos
Ter como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer...(4x)


(Nossa! Quanto tempo eu não escutava essa música... me lembra a minha infância, na 4ª serie eu tinha uma professora .D. Dinorah, que amava cantar e nos ensinar a cantar também. Essa música era um dos seus repertórios.. )
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RECONSTRUINDO O MUNDO

''O pai estava tentando ler o jornal, mas o filho pequeno não parava de perturbá-lo. Já cansado com aquilo, arrancou uma folha - que mostrava o mapa do mundo - cortou-a em vários pedaços, e entregou-a ao filho.

“Pronto, aí tem algo para você fazer. Eu acabo de lhe dar um mapa do mundo, e quero ver se você consegue montá-lo exatamente como é”.

Voltou a ler seu jornal, sabendo que aquilo ia manter o menino ocupado pelo resto do dia.
Quinze minutos depois, porém, o garoto voltou com o mapa.
“Sua mãe andou lhe ensinando geografia?”, perguntou o pai, aturdido.
“Nem sei o que é isso”, respondeu o menino. “Acontece que, do outro lado da folha, estava o retrato de um homem. E, uma vez que eu consegui reconstruir o homem, eu também reconstruí o mundo”.
(Não sei o Autor, se alguém souber por favor, me informe!)
 
( Eu já conhecia este texto, mas ao relê-lo hoje fiquei refletindo sobre a mensagem que a mesma quis passar, ou melhor: a mensagem que o autor do texto quis nos passar. )
 
1. Vendo pelo lado da psicopedagogia, pode ser que seja para refletirmos acerca da mente infantil, das maneiras como as crianças  se viram para poderem encontrar suas respostas ou para enfrentar seus desafios; ou mesmo para não menosprezarmos nossos filhos/alunos, muitas vezes eles são muito mais capazes do que imaginamos; ou ainda, que a criança tem prazer em ficar por perto, que eles ultrapassam barreiras e limites somente para poder ter um pouco de atenção dos pais - tão distantes e sem paciência e tempo hoje em dia!
 
2. Pelo lado da psicologia, podemos dizer que muitas vezes achamos que um 'problema' é muito difícil de ser resolvido, no entanto se tivermos capacidade de olhá-lo de outra maneira, ou de observá-lo como expectador, a solução pode ser mais fácil do que parece./ Ou que não devemos ir sempre por um único caminho  para resolvermos algo, pois muitas vezes nos acostumamos a fazer as coisas sempre do nosso modo e não temos paciência e nem humildade para escutarmos 'o outro', achando que somente do nós temos razão; ao deixarmos 'o outro' se manifestar, podemos ficar surpresos com o resultado ( E quantas vezes após a resolução de uma situação, não nos perguntamos: - Por que não pensei nisso antes???)
 
3. Pelo lado filosófico, o teor da mensagem seja esse mesmo que foi citado:
Que para que o mundo seja algo melhor, primeiro temos que tornar o homem alguém melhor. Que somente após a reestruturação do Homem, será possível reestruturar e reconstruir o Mundo
 
 
4. Pelo lado dos Pais que já estão stressados com os filhos todos em casa o dia todo, sendo que ainda falta metade das férias e que ele chega do serviço cansado, querendo um pouco de sossego : - Caramba, porque esse pentelhinho não arruma outra coisa para fazer, ao invés de ficar aqui no meu pé! Preciso comprar jogos novos para o Playstation dele.....   (brincadeirinha amigas, esse útlimo item foi só para descontrair, pois achei que estava ficando muito profunda  ......... rssssssssssssssssssssssssssssssssss)
      Bom fica aí uma sugestão de texto para ser utilizada quando conveniente  e umas divagações minhas!
beijos pra você,
Vivi Patrice

10 de janeiro de 2010

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NO PRIMEIRO DIA DE AULA...(ATIVIDADES, DINÂMICAS, JOGOS, DICAS)

Se o primeiro dia de aula já é todo de expectativa para nós professores, imaginem para os nossos alunos!
Os alunos,têm a curiosidade de saber em qual classe ficarão, quais serão seus colegas, quem será sua professora, o que aprenderão, entre outras coisas.
Para contribuir e deixar este dia mais leve e agradável, devemos proporcionar algumas dinâmicas de integração entre os alunos e a professora.
Também é importante nesse dia , fazer os "combinados" com a turma - O que pode e o que não pode fazer na sala e escola; dessa forma, inicia o processo  de se trabalhar a expressão, organização e o respeito com a turma.

Abaixo postarei algumas dicas.
Boa sorte!
Bom ano Letivo para todos nós!



1. Meu nome é...

Faça crachás com o nome das crianças e coloque no chão da sala, no meio de uma roda. Peça que cada uma identifique seu nome. Incentive o reconhecimento das letras iniciais, conte quantas letras compõem cada nome e faça com que elas percebam letras iguais em nomes diferentes. Quando todas já estiverem com crachá, comece um gostoso bate-papo sobre as preferências de cada um quanto a um tema predeterminado (como alimentos, brincadeiras, objetos ou lugares). Agrupe as crianças de acordo com as afinidades. Na etapa seguinte, peça aos alunos que desenhem aquilo de que gostam em uma folha e coloquem o nome. Quem não souber escrever sozinho pode copiar do crachá. Depois de prontos, os desenhos são mostrados aos colegas e, em seguida, expostos no mural. Com os alfabetizados, a dinâmica é a mesma, mas, além de desenhar, eles podem fazer uma lista de suas preferências.

2. DA CONFUSÃO À ORDEM


Estas atividades são ideais para que a criança perceba a necessidade da organização para o bom desempenho das atividades. O professor pode, a partir da fala das crianças, levantar algumas regras para a organização em sala de aula.

Pedir para que as crianças, todas ao mesmo tempo, cantarem uma música para o seu companheiro do lado (esta atividade gerará um caos); depois pedir a um aluno que cante a música dela para a classe. As crianças perceberão como o caos é desagradável e como a ordem tem um sentido. O professor poderá levantar com as crianças outras situações vividas onde a organização é essencial.

3. Brincadeira das bexigas


(Para animar os alunos e também para transmitir a eles a importância do trabalho em grupo)
Leve um rádio ou qualquer outro aparelho no qual possa tocar música, escolha uma que eles gostem. Leve também um saco de bexigas de forma que possa entregar uma a cada aluno, e peça a eles que cada um encha a sua.
Quando todos já tiverem enchido explique que terão que ficar jogando as bexigas para cima como se fosse uma peteca (mas de forma suave) de forma a que não caiam no chão e que irá fazendo sinal aos alunos que deverão ir saindo da brincadeira. Os alunos que ficarem não podem deixar as bexigas caírem, os alunos vão saindo mas as bexigas que eles estavam jogando continuam no jogo.
No início será fácil mas à medida que você for acenando aos alunos para saírem os outros vão tendo cada vez mais trabalho para equilibrar as bexigas, cada vez em número maior que o de alunos. Termine a brincadeira quando tiver apenas um aluno sozinho tentando manter todas as bexigas no ar.
Pergunte a eles o que acharam da brincadeira, se foi fácil ou difícil. Eles certamente lhe dirão que no início foi fácil, mas à medida que os alunos foram saindo foi ficando cada vez mais difícil. É hora então de você conduzir para a idéia que você quer (se algum aluno já não tiver feito isso) de que o trabalho em grupo também é assim, quanto mais elementos do grupo ficarem de fora na hora da execução, mais trabalho e menos chance de sucesso terão os elementos que estiverem executando o mesmo.


4.   Inventar Expressões Faciais
 
Faixa etária: de Ensino fundamental e secundário

Apresentar às crianças uma situação para pô-las alegres.
Por exemplo: Estamos na escola e de repente recebemos a notícia que naquele dia iremos todos juntos ao parque. Como manifestaremos nossa alegria?
As crianças tem que nomear o maior número de expressões alegres( saltar, levantar os braços, aplaudir, sorrir.) Faça o mesmo com a tristeza ou outros sentimentos.

5. Espelho  (para integração dos alunos)

Faixa etária: ensino fundamental e secundário

Forma-se um círculo.
Um aluno deverá se mover livremente, movimentando os braços, as pernas, fazendo caretas,etc., adotando posturas e atitudes que os demais possam imitar.
Os outros alunos tem que seguir-lhe ao som de uma música.
Quando este parar, os demais também devem parar.
Se ele correr os outros também devem correr.
A pessoa que devemos imitar também pode ficar girando devagar no centro do circulo para que todos os participantes  possam ver.

O jogo para quando se perceber que o interesse da turma diminuiu.
Créditos : Associação Brasileira de Educação e Cultura



5. A Caixa Mágica

Definição: Trata-se de ir tirando diversas coisas de uma caixa, de forma imaginária.

Objetivos: Estimular a imaginação e a capacidade gestual.
Consignas de partida: De uma caixa mágica nós podemos tirar qualquer coisa.

Desenvolvimento:
1. As pessoas ficam ajoelhadas e colocam o rosto entre as pernas. O animador diz: "se abre a caixa e dela saem ... (por exemplo: motos). Todos os participantes imitam o objeto mencionado e faz o som e gestos correspondentes. Quando se diz: "fecha a caixa", todos voltam à posição inicial. A caixa abre de novo e sairá outros objetos: cachorro, borboletas, etc.

Créditos : Associação Brasileira de Educação e Cultura.

6. ISSO É UM ABRAÇO

Faixa etária: de Ensino Infantil, fundamental e secundário

Formamos um círculo fechado, bem sentados ou de pé.
Se trata de repetir um movimento e uma frase, que propiciem a afetividade e o contato físico.
O jogo inicia quando um dos participantes se acerca ao que está à sua esquerda e o abraça dizendo: _"Isto é um abraço".
O que o houver recebido o devolve, dizendo:_"Um abraço".
De novo inicia o jogo e o primeiro participante, repetindo o abraço diz:_"Isto é um abraço. E o segundo passa o o abraço ao que está à sua esquerda e repete:_ "Isto é um abraço". O terceiro, que o recebe pela primeira vez, deve devolve-lo dizendo: _"Um abraço".
E o segundo se o devolve ao primeiro, repetindo:_"Um abraço".
Assim, se repete em cada vez: o abraço vai passando desde o primeiro dos participantes com a frase _"Isto é um abraço", e como uma onda. E volta para trás, até que alguém o receba pela primeira vez, e o devolve com a frase_ "Um abraço", até alcançar de novo o primeiro participante.
Essa ação se repete cada vez até chegar ao último participante e voltar até o primeiro participante.
Fonte: ABEC

7. OS ANIMAIS NA CLASSE
Faixa etária: de Ensino Infantil, fundamental

As crianças sentam-se em círculo na sala.
Cada uma tem que escolher um nome de um animal.
O professor narra uma história, que com frequência apareça o nome desses animais.
Cada vez que se pronuncie um deles, o aluno que o haja escolhido tem que levantar-se e emitir o som que faz o seu animal. Por ex._ se o professor disser:"galo", o aluno que o tenha escolhido deverá imitá-lo: "Kikirikiki!" e assim por diante.
Fonte: ABEC



8. PINTINHOS
 
Faixa etária: de Ensino Infantil, fundamental e secundário


(propicia desinibição, porque exige contato físico e confiança no grupo)
O grupo deve situar-se em círculo e fechar os olhos ( se quiser, a professora pode providenciar vendas paraos alunos, para facilitar, principalmente se os alunos forem pequenos ou imaturos), Não poderão abrí-los até que termine o jogo.
A partir desse momento, todos os jogadores são pintinhos recém saídos do ovo e não podem ver , buscando a sua mamãe galinha.
O professor fará saber a um deles que é a galinha, de forma que os demais não se inteirem disso.
Todos os pintinhos devem caminhar às cegas, imitando o andar dos pintinhos até tocar outro pintinho.
Quando os jogadores se encontrarem devem piar para comprovar se encontraram com a galinha.
Os pintinhos devem responder.
A galinha se diferencia porque não pia. Portanto, quando alguém não lhes responder, deve abraçar com força a galinha e seguir andando unidos, e a partir desse momento permanecem calados. No final, todos os pintinhos podem abrir os olhos: como é de se esperar terminam abraçados e em silêncio.
Fonte: ABEC


9. "Abraços Musicais Cooperativos"


Definição: Trata-se de saltar no ritmo da música, abraçando-se a um número progressivamente maior de companheiros até chegar a um grande abraço final.
Objetivos: Favorecer o sentimento de grupo desde a chegada positiva de todos.
Material: Um aparelho de música ou um instrumento musical.
Ordem de partida: Ninguém deve ficar sem ser abraçado.

Desenvolvimento:
1. Uma música soa, os participantes começam a dançar; quando a música para, cada pessoa abraça a outra. A música continua, os participantes começam a dançar, se querem, podem dançar com o companheiro. Na seguinte vez que a música parar, se abraçam três pessoas. O abraço vai ficando cada vez maior até chegar a um grande abraço final.
Avaliação: O jogo tenta romper o possível ambiente de tensão que pode haver no princípio de uma sessão ou um primeiro encontro. Cada participante expressará como se sente e como viveu o jogo.
Fonte: ABEC

10.  CORRENDO ATÉ O MURO
Faixa etária: para Ensino fundamental e secundário

Para se correr até um muro com os olhos vendados deve-se ter muita confiança em não chocar-se nele.
E se trata disso. O grupo se fica situado a uns passos adiante de um muro ou parede da classe ou de um ginásio.
De um a um, cada jogador dever correr até o muro, com os olhos vendados, confiando em que o grupo e o professor ou professora detê-lo-ão antes de chocar-se com ele.
As reações de cada participante são muito divertidas.
O objetivo é do grupo impedir proteger o indivíduo, impedindo que ele se machuque.
Fonte: ABEC

11. Esconderijo Inglês

Faixa etária: para Ensino Fundamental e Secundário


Um dos jogadores fica virado para uma parede, escondendo sua cara e os demais jogadores a uns 20 metros de distância dele.
Aquele que estiver com a cara virada para a parede grita: _" Um, dois, três, ao esconderijo inglês, sem mover as mãos, nem os pés" e se vira.
Enquanto diz a frase, os demais jogadores devem avançar rapidamente, mas com cuidado, já que quando seu companheiro terminar de dizer "Um, dois, três, ao esconderijo inglês, sem mover as mãos, nem os pés" deverão ficar totalmente quietos.
Se algum deles não o fizer e o companheiro perceber que se moveu este deverá retroceder e voltar até o início.
O que conseguir chegar à meta será quem dirá agora : "Um, dois, três, ao esconderijo inglês, sem mover as mãos, nem os pés".

Fonte: ABEC

12.  Estimulando a A Pensar e se Comunicar

Faixa etária: para Ensino Infantil

O professor diz uma palavra, qualquer coisa, melhor relacionada com as férias, e os alunos tem que dizer a primeira coisa que lhes vier na memória.
Deixar correr a imaginação.
Fonte: ABEC

13. O que Fez?
Faixa etária: para Ensino Infantil e Fundamental

Na escola, um dos grandes temas para redação é: " O que você fez nas férias?".
Seu valor para conseguir que o(a) aluno(a) escreva sobre suas experiências pessoais é evidente.
Deve-se incentivar para que os alunos falem de suas coisas mais pessoais.
As crianças sentam-se em círculo na classe e têm que recordar coisas sobre as férias, preferivelmente seguindo a ordem dos acontecimentos reais.
Isso estimula a memória da criança, ajuda com que possa recordar os acontecimentos do passado.
Também faz com que deva buscar e encontrar as palavras para descrever o que se passou naquele período.
Fonte: ABEC
14. De Havana Veio um Barco Carregado De...

Faixa etária: Educação Infantil, Fundamental e Secundário


O professor pensa em uma família de animais, pessoas, comidas ou objetos. E diz aos seus alunos:" De Havana veio um barco carregado de... animais de quatro patas."
os alunos deverão ir dizendo, um por um, animais de quatro patas."
Se algum aluno não souber dizer nenhum, perde a vez ou é eliminado do jogo, como queira.
O nível de dificuldade pode variar dependendo da família. Por exemplo: no INFANTIL bastaria dizer:"de Havana veio um barco carregado de... animais.", no PRIMARIO: "de Havana veio um barco carregado de... verduras", e no SECUNDÃRIO:"De Havana veio um barco carregado de …personagens históricos."
Faixa etária: Educação Infantil, Fundamental e Secundário


Fonte: ABEC

8 de janeiro de 2010

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GAROTAS SÃO TÃO BOAS EM MATEMÁTICA QUANTO GAROTOS

A ideia de que garotos se saem melhor em matemática e que profissões da área de exatas são destinadas a homens não é verdadeira, de acordo com um estudo da Universidade de Villanova, na Filadélfia, Estados Unidos. A constatação é de que as garotas são tão boas quanto eles, mas têm menos confiança nelas mesmas.

pesquisa foi baseada em testes internacionais realizados com quase meio milhão (493.495) de estudantes de 69 países. "As meninas obtêm resultados no mesmo nível que os meninos quando recebem as ferramentas adequadas de ensino e têm modelos femininos visíveis com sucesso em matemática", disse a pesquisadora Nicole Else-Quest ao jornal Daily Mail.





A confiança de meninos e meninas em relação aos números e contas também fez parte da análise. O resultado indica que os níveis das estudantes são mais baixos e, por isso, não se dedicam tanto à matéria. "Apesar das semelhanças globais de habilidades matemáticas, os meninos se sentiram significativamente mais confiantes de suas capacidades e estavam mais motivados a fazer bem." As conclusões foram publicadas no American Psychological Association¿s Psychological Bulletin.

Fonte: http://mulher.terra.com/
 
©2010 Rachel Por Templates Rachel Melo