E VOCÊ?????
17 de julho de 2009
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PARA TODAS AS MINHAS AMIGAS BLOGUEIRAS....
QUERIDAS AMIGAS BLOGUEIRAS !!!!
NOS CONHECEMOS DO MODO MAIS ATUAL E SINCERO QUE EXISTE HOJE EM DIA!
MAS NEM POR ISSO A NOSSA AMIZADE DEIXA DE SER UMA MARAVILHA! CONFESSO QUE SINTO FALTA DAS MENSAGENS E RECADINHOS QUANDO VCS DEMORAM PARA APARECER NO MEU BLOG!
JÁ GOSTO DE VOCES DO JEITO QUE SÃO E DO JEITO QUE SE RETRATAM NO BLOG DE CADA UMA!
SAIBAM QUE O MEU CARINHO POR VOCÊS É SINCERO E EU NÃO PODERIA DEIXAR ESSE DIA PASSAR EM BRANCO!
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recadinhos para as amigas
16 de julho de 2009
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( parte da matéria retirada da http://wiki.educartis.com/wiki/index.php?title=Defici%C3%AAncia_intelectual, e da APAE São Paulo - restante escrita por Viviane Patrice)
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
É muito comum confundir Deficiência Intelectual com Doença Mental.
Segundo a Associação Americana de Deficiência Mental,o deficiente intelectual (D.I.) apresenta niveis de desenvolvimento intelectual (QI) abaixo da média da população. Tais funcionamentos devem estar associados a limitações adaptativas em pelo menos duas áreas de habilidades (comunicação, autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e trabalho), com início antes dos 18 anos.
Em 1995 o simpósio INTELLECTUAL DISABILITY: PROGRAMS, POLICIES, AND PLANNING FOR THE FUTURE da Organização das Nações Unidas – ONU, altera o termo deficiência mental por deficiência intelectual, no sentido de diferenciar mais claramente a deficiência mental da doença mental (quadros psiquiátricos não necessariamente associados a déficit intelectual). Em 2004, em evento realizado pela Organização Mundial de Saúde e Organização Pan-Americana da Saúde o termo deficiência é consagrado com o documento "DECLARAÇÃO DE MONTREAL SOBRE DEFICIÊNCIA INTELECTUAL”.
A WiKIDUCAÇÃO traz em sua página eletrônica ( http://wiki.educartis.com/wiki/index.php?title=Defici%C3%AAncia_intelectual) a seguinte matéria sobre Deficiência Intelectual:
O conceito de Deficiência intelectual, passou no decorrer dos anos por diversas definições e terminologias para caracterizá-la, tais como: Oligofrenia, Retardo mental, Atraso mental, Deficiência mental, etc. De acordo com Krynski et al. (1983), esse tipo de deficiência é um vasto complexo de quadros clínicos, produzidos por várias etiologias e que se caracteriza pelo desenvolvimento intelectual insuficiente, em termos globais ou específicos.
Segundo a Associação Americana de Deficiência Mental (AAMR) e o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-IV), Deficiência Intelectual ou Deficiência Mental (DM - como não é mais chamada) é o estado de redução notável do funcionamento intelectual, significativamente abaixo da média, oriundo no período de desenvolvimento, e associado à limitações de pelo menos dois aspectos do funcionamento adaptativo ou da capacidade do indivíduo em responder adequadamente às demandas da sociedade em comunicação, cuidados pessoais, competências domésticas, habilidades sociais, utilização dos recursos comunitários, autonomia, saúde e segurança, aptidões escolares, lazer e trabalho.
A deficiência intelectual se caracteriza também por um quociente de inteligência (QI) inferior a 70, média apresentada pela população. Esta é uma nova classificação e tem importantes implicações para o sistema de prestação de serviços para pessoas com esse tipo de deficiência. A maneira anterior de classificação fazia referência aos elementos diagnósticos da deficiência mental. Assim, a utilização de um único código de diagnóstico de deficiência mental se afasta da conceituação prévia amplamente baseada no QI, que estabelecia as categorias de leve, médio, severo e profundo. Deste modo a pessoa era diagnosticada como deficiente mental ou não, com base no comprometimento dos três critérios de: idade de instalação, habilidades intelectuais significativamente inferiores à média, limitações em duas ou mais das dez áreas de habilidades adaptativas estabelecidas.
Segundo a Associação Americana de Deficiência Mental (AAMR) e o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-IV), Deficiência Intelectual ou Deficiência Mental (DM - como não é mais chamada) é o estado de redução notável do funcionamento intelectual, significativamente abaixo da média, oriundo no período de desenvolvimento, e associado à limitações de pelo menos dois aspectos do funcionamento adaptativo ou da capacidade do indivíduo em responder adequadamente às demandas da sociedade em comunicação, cuidados pessoais, competências domésticas, habilidades sociais, utilização dos recursos comunitários, autonomia, saúde e segurança, aptidões escolares, lazer e trabalho.
A deficiência intelectual se caracteriza também por um quociente de inteligência (QI) inferior a 70, média apresentada pela população. Esta é uma nova classificação e tem importantes implicações para o sistema de prestação de serviços para pessoas com esse tipo de deficiência. A maneira anterior de classificação fazia referência aos elementos diagnósticos da deficiência mental. Assim, a utilização de um único código de diagnóstico de deficiência mental se afasta da conceituação prévia amplamente baseada no QI, que estabelecia as categorias de leve, médio, severo e profundo. Deste modo a pessoa era diagnosticada como deficiente mental ou não, com base no comprometimento dos três critérios de: idade de instalação, habilidades intelectuais significativamente inferiores à média, limitações em duas ou mais das dez áreas de habilidades adaptativas estabelecidas.
Quais são as causas?
Podemos dizer que as causas podem ser provenientes de:
* fatores biológicos (genético, infecções gestacionais, doenças durante a gravidez - meningites, rubéola e outras):
*fatores físicos ( traumas cranianos, dificuldades no parto);
*fatores químicos (drogas em geral utilizadas durante a gestação - álcool, tabagismo, tóxicos, remédios inadequados à gestantes).
Quando podem ocorrer?
Podem se instalar no indivíduo em três fases da vida:
Pré-Natal: da concepção até o momento do parto;
Perinatal– início na concepção e término na lactação;
Pós-natal – a partir do parto.
Pós-natal – a partir do parto.
Prevenção da deficiência intelectual
Aconselhamento genético para famílias com casos de deficiência existentes, casamentos entre parentes, idade materna avançada (nestes casos temos uma maior chance de ocorrência ou recorrência de Síndrome de Down).
Acompanhamento pré-natal adequado diagnostica infecções ou problemas maternos que podem ser tratados antes que ocorram danos ao feto. Além disso, uma gestação com alimentação e práticas de vida saudáveis também favorecem o desenvolvimento adequado do feto. O Teste do Pezinho, obrigatório em território nacional, é a maneira mais efetiva de prevenção da deficiência intelectual em casos de fenilcetonúria e hipotireoidismo congênito. O Teste do Pezinho não faz diagnóstico de Síndrome de Down.
Do ponto de vista pós-natal, a aplicação de vacinas, alimentação adequada, ambiente familiar saudável e estimulador, cuidados relacionados aos acidentes na infância também são poderosos aliados.
Aconselhamento genético para famílias com casos de deficiência existentes, casamentos entre parentes, idade materna avançada (nestes casos temos uma maior chance de ocorrência ou recorrência de Síndrome de Down).
Acompanhamento pré-natal adequado diagnostica infecções ou problemas maternos que podem ser tratados antes que ocorram danos ao feto. Além disso, uma gestação com alimentação e práticas de vida saudáveis também favorecem o desenvolvimento adequado do feto. O Teste do Pezinho, obrigatório em território nacional, é a maneira mais efetiva de prevenção da deficiência intelectual em casos de fenilcetonúria e hipotireoidismo congênito. O Teste do Pezinho não faz diagnóstico de Síndrome de Down.
Do ponto de vista pós-natal, a aplicação de vacinas, alimentação adequada, ambiente familiar saudável e estimulador, cuidados relacionados aos acidentes na infância também são poderosos aliados.
A pessoa com deficiência intelectual tem, como qualquer outra, dificuldades e potencialidades. Seu tratamento consiste em reforçar e favorecer o desenvolvimento destas potencialidades e proporcionar o apoio necessário às suas dificuldades.
A inclusão social é um instrumento extremamente importante na determinação da qualidade de vida desta pessoa, pois lhe permite o acesso a todos os recursos da comunidade, que favorecerão o seu desenvolvimento global.
Importância do Teste do Pezinho:
Teste simples que salva crianças
O Teste do Pezinho identifica doenças que, se não tratadas precocemente, podem levar à deficiência mental e causar outros prejuízos à qualidade de vida. O exame deve ser realizado na primeira semana de vida da criança. A coleta deve ser feita depois de 48 horas do nascimento. Um resultado positivo no Teste do Pezinho significa que deverão ser iniciados os procedimentos de orientação e tratamento para impedir que a doença se manifeste.
O Teste do Pezinho é um exame rápido de prevenção que coleta gotinhas de sangue do calcanhar do bebê com a finalidade de impedir o desenvolvimento de doenças que, se não tratadas, podem levar à deficiência intelectual e causar outros prejuízos à qualidade de vida das pessoas. Através do Teste do Pezinho básico efetuado no estado de São Paulo podem ser diagnosticadas a Fenilcetonúria, o Hipotireoidismo Congênito, a Anemia Falciforme e demais Hemoglobinopatias. Para que a prevenção seja possível, a coleta deve ser efetuada na primeira semana de vida da criança e as amostras devem ser enviadas o quanto antes para o laboratório.
A Fundação Ecumência de Proteção ao Excepcional (FEPE) é responsável pelo serviço de Triagem Neonatal do Paraná (Teste do Pézinho), maiores detalhes sobre a entidade e os serviços prestados pela mesma, podem ser obtidos pelo http://www.fepe.org.br/
( parte da matéria retirada da http://wiki.educartis.com/wiki/index.php?title=Defici%C3%AAncia_intelectual, e da APAE São Paulo - restante escrita por Viviane Patrice)
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Educação Especial
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Alguns espectros mais conhecidos de autismo são:
Síndrome de Angelman
AUTISMO
O que é Autismo?
O autismo é um transtorno do desenvolvimento, que manifesta-se tipicamente antes dos 3 anos de idade. Este transtorno compromete todo o desenvolvimento psiconeurológico, afetando a comunicação, (fala e entendimento) e o convívio social, apresentando em muitos casos um retardo mental.
O autismo é um transtorno do desenvolvimento, que manifesta-se tipicamente antes dos 3 anos de idade. Este transtorno compromete todo o desenvolvimento psiconeurológico, afetando a comunicação, (fala e entendimento) e o convívio social, apresentando em muitos casos um retardo mental.
Segundo pesquisas, cerca de 60% dos indivíduos autistas apresentam epilepsias.Por ainda não ter uma causa específica definida, é chamado de Síndrome (=conjunto de sintomas) e foi primeiro classificado em 1943 por Leo Karner. Hans Asperger pesquisou e em 1944 classificou a Síndrome de Asperger, um dos espectros mais conhecidos do Autismo, a grosso modo, um autismo brando.
Ao conjunto de determinadas variações, chamamos de Espectro do Autismo, pois somam-se as características autísticas, outras específicas de cada grupo de outros sintomas.
Em recente estatística publicada pela revista americana Time Magazine (Maio/2002), a incidência de autismo atualmente é 1 em cada 175 nascimentos sendo 4 meninos para 1 menina. Como em qualquer síndrome o grau de comprometimento pode variar do mais severo ao mais brando e atinge todas as classe sociais, em todo o mundo. Já em 2003 as estatísticas apontam 1 caso de autismo para cada 150 nascimentos.
O autismo é geralmente diagnosticado por um médico neuropediatra ou por um psiquiatra especializado em autismo.
Ainda não se tem uma causa específica, mas há várias suspeitas de possíveis causas e as pesquisas não param.
Recentes estudos apontam a contaminação por mercúrio (Thimerosal) e outros metais pesados como possíveis causas. Em alguns países já é proibido o uso de vacinas com Thimerosal e outros agentes portadores de mercúrio na fabricação de vacinas.
Os critérios de diagnósticos mais aceitos são avaliações completas com base na DSM IV (da Associação Americana de Psiquiatria) ou CID-10 (publicado pela Organização Mundial de Saúde), disponíveis na área de download do site http://www.autismo.com.br/. Lembre-se o diagnóstico deve ser feito por profissional especializado.
Em recente estatística publicada pela revista americana Time Magazine (Maio/2002), a incidência de autismo atualmente é 1 em cada 175 nascimentos sendo 4 meninos para 1 menina. Como em qualquer síndrome o grau de comprometimento pode variar do mais severo ao mais brando e atinge todas as classe sociais, em todo o mundo. Já em 2003 as estatísticas apontam 1 caso de autismo para cada 150 nascimentos.
O autismo é geralmente diagnosticado por um médico neuropediatra ou por um psiquiatra especializado em autismo.
Ainda não se tem uma causa específica, mas há várias suspeitas de possíveis causas e as pesquisas não param.
Recentes estudos apontam a contaminação por mercúrio (Thimerosal) e outros metais pesados como possíveis causas. Em alguns países já é proibido o uso de vacinas com Thimerosal e outros agentes portadores de mercúrio na fabricação de vacinas.
Os critérios de diagnósticos mais aceitos são avaliações completas com base na DSM IV (da Associação Americana de Psiquiatria) ou CID-10 (publicado pela Organização Mundial de Saúde), disponíveis na área de download do site http://www.autismo.com.br/. Lembre-se o diagnóstico deve ser feito por profissional especializado.
Alguns espectros mais conhecidos de autismo são:
Síndrome de Angelman
Síndrome de Asperger Síndrome do X Frágil
Hiperlexia
Síndrome de Landau Kleffner
Distúrbio Obsessivo-Compulsivo
Distúrbio Abrangente do Desenvolvimento
Síndrome de Rett
Síndrome de Prader-Willi
TDA Transtorno do Déficit de Atenção/hiperatividade
(material retirado do http://www.autismo.com.br/)
Referências Bibliograficas - Autismo
Autismo- Ed. Atheneu
Autismo- Ed. Casa do Psicólogo
Autismo- Ed.Pulso
Autismo: Abordagem Neurobiológica- Ed. Artmed
Autismo: Deslizando nas Ondas - Ed. Age
Autismo e Educação: Reflexões e Prospostas de Intervenção - Ed. Artemd
Autismo e Outros Atrasos do Desenvolvimento: Guia Prático Para Pais e Profissionais - Ed. Revinter
Autismo Infantil: Novas Tendências e Perspectivas - Ed. Atheneu
Autismo Infantil: Novas Tendências e Perspectivas - Ed. Atheneu
Convivendo com Autismo e Síndrome de Asperger - Ed. m. Books
Dificuldades de Comunicacao e Autismo -Ed. Artmed
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Educação Especial
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A Partir dos Sete Anos de Idade:
DISLEXIA - COMO DETECTAR A CRIANÇA DISLEXA?
Na Primeira Infância:
1 - atraso no desenvolvimento motor desde a fase do engatinhar, sentar e andar;
2 - atraso ou deficiência na aquisição da fala, desde o balbucio á pronúncia de palavras;
3 - parece difícil para essa criança entender o que está ouvindo;
4 - distúrbios do sono;
5 - enurese noturna;
6 - suscetibilidade à alergias e à infecções;
7 - tendência à hiper ou a hipo-atividade motora;
8 - chora muito e parece inquieta ou agitada com muita freqüência;
9 - dificuldades para aprender a andar de triciclo;
10 - dificuldades de adaptação nos primeiros anos escolares.
A Partir dos Sete Anos de Idade:
1 - pode ser extremamente lento ao fazer seus deveres:
2 - ao contrário, seus deveres podem ser feitos rapidamente e com muitos erros;
3 - copia com letra bonita, mas tem pobre compreensão do texto ou não lê o que escreve;
4 - a fluência em leitura é inadequada para a idade;
5 - inventa, acrescenta ou omite palavras ao ler e ao escrever;
6 - só faz leitura silenciosa;
7 - ao contrário, só entende o que lê, quando lê em voz alta para poder ouvir o som da palavra;
8 - sua letra pode ser mal grafada e, até, ininteligível; pode borrar ou ligar as palavras entre si;
9 - pode omitir, acrescentar, trocar ou inverter a ordem e direção de letras e sílabas;
10 - esquece aquilo que aprendera muito bem, em poucas horas, dias ou semanas;
11 - é mais fácil, ou só é capaz de bem transmitir o que sabe através de exames orais;
12 - ao contrário, pode ser mais fácil escrever o que sabe do que falar aquilo que sabe;
13 - tem grande imaginação e criatividade;
14 - desliga-se facilmente, entrando "no mundo da lua";
15 - tem dor de barriga na hora de ir para a escola e pode ter febre alta em dias de prova;
16 - porque se liga em tudo, não consegue concentrar a atenção em um só estímulo;
17 - baixa auto-imagem e auto-estima; não gosta de ir para a escola;
18 - esquiva-se de ler, especialmente em voz alta;
19 - perde-se facilmente no espaço e no tempo; sempre perde e esquece seus pertences;
20 - tem mudanças bruscas de humor;
21 - é impulsivo e interrompe os demais para falar;
22 - não consegue falar se outra pessoa estiver falando ao mesmo tempo em que ele fala;
23 - é muito tímido e desligado; sob pressão, pode falar o oposto do que desejaria;
24 - tem dificuldades visuais, embora um exame não revele problemas com seus olhos;
25 - embora alguns sejam atletas, outros mal conseguem chutar, jogar ou apanhar uma bola;
26 - confunde direita-esquerda, em cima-em baixo; na frente-atrás;
27 - é comum apresentar lateralidade cruzada; muitos são canhestros e outros ambidestros;
28 - dificuldade para ler as horas, para seqüências como dia, mês e estação do ano;
29 - dificuldade em aritmética básica e/ou em matemática mais avançada;
30 - depende do uso dos dedos para contar, de truques e objetos para calcular;
31 - sabe contar, mas tem dificuldades em contar objetos e lidar com dinheiro;
32 - é capaz de cálculos aritméticos, mas não resolve problemas matemáticos ou algébricos;
33 - embora resolva cálculo algébrico mentalmente, não elabora cálculo aritmético;
34 - tem excelente memória de longo prazo, lembrando experiências, filmes, lugares e faces;
35 - boa memória longa, mas pobre memória imediata, curta e de médio prazo;
36 - pode ter pobre memória visual, mas excelente memória e acuidade auditivas;
37 - pensa através de imagem e sentimento, não com o som de palavras;
38 - é extremamente desordenado, seus cadernos e livros são borrados e amassados;
39 - não tem atraso e dificuldades suficientes para que seja percebido e ajudado na escola;
40 - pode estar sempre brincando, tentando ser aceito nem que seja como "palhaço" ;
41 - frustra-se facilmente com a escola, com a leitura, com a matemática, com a escrita;
42 - tem pré-disposição à alergias e à doenças infecciosas;
43 - tolerância muito alta ou muito baixa à dor;
44 - forte senso de justiça;
45 - muito sensível e emocional, busca sempre a perfeição que lhe é difícil atingir;
46 - dificuldades para andar de bicicleta, para abotoar, para amarrar o cordão dos sapatos;
47 - manter o equilíbrio e exercícios físicos são extremamente difíceis para muitos disléxicos;
48 - com muito barulho, o disléxico se sente confuso, desliga e age como se estivesse distraído;
49 - sua escrita pode ser extremamente lenta, laboriosa, ilegível, sem domínio do espaço na página;
50 - cerca de 80% dos disléxicos têm dificuldades em soletração e em leitura.
Matéria retirada do www.dislexia.com.br. lá você encontrará muitas outras explicações e orientações, vem como referências sobre o assunto.
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Porque Diálogo e Educação?
Porque não há educação sem o diálogo entre todos os seguimentos da sociedade. educação é uma ação dialética em que ela influencia sociedade e a sociedade influencia a educação. Uma não existe sem a outra (Prof. Cida.)
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Foram escolhidas a dedo! Espero que tenham gostado e que continuem colocando
a educação na Net... quem sabe assim poderemos melhorar o nosso país!
Beijo no coração de todas vcs!
Viviane Patrice
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15 de julho de 2009
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