30 de junho de 2009


Ganhei este selinho da Mônica Ramalho do Blog Fofuchinho's adorei!!
Regrinhas:
Cite 8 características suas;
Repasse para os blogs amigos;
Avise quem recebeu o selinho;
Poste os nomes dos blogs ganhadores.

Características minhas:
responsável;
carinhosa;
criativa;
facilidade para desenhar;
amo aprender;
viciada em leitura;
sincera;
amiga.
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Meio Ambiente: Uma questão de Atitude

A questão ambiental tem sido atualmente alvo de discussões na sociedade, tanto no ambiente político, empresarial como acadêmico. Termos como aquecimento global e desenvolvimento sustentável passaram a fazer parte do vocabulário do dia a dia das pessoas.

A preocupação tornou-se constante, mas pergunta-se: o que as pessoas têm feito para mudar suas atitudes com relação à questão ambiental? Mesmo distante das decisões sobre as grandes questões ambientais, há muitas atitudes que qualquer cidadão pode tomar em seu convívio social.
È comum, e quase natural, pessoas jogando papel nas ruas e calçadas, sem ter uma preocupação com os danos que essa atitude pode estar causando ao meio ambiente.
Muitas vezes as pessoas realizam, inconscientemente, algumas ações como, por exemplo, esquecem torneiras ligadas, não apagam as luzes ao ser o último a sair de determinado ambiente e pode-se perceber que essas ações são automáticas.
Mudar o comportamento de pessoas adultas, com hábitos já arraigados, e que não receberam uma educação ambiental exige um grande esforço. A maneira pela qual o homem assimila determinados conteúdos vai estabelecer conceitos padrões dentro de si, que geralmente são persistentes.
Quando criança, o homem recebe algumas informações que vão formando idéias e conceitos que passarão a fazer parte integrante da sua vida, conduzindo-o sempre em suas decisões e atitudes comportamentais, por isso torna-se importante sensibilizar as pessoas com relação a questão ambiental para que possam agir de forma ética em relação ao meio ambiente.
As discussões tocam exatamente neste ponto, pois é chegada a hora de repensarmos nossas atitudes e criarmos um padrão de comportamento mais coletivo pensando no bem estar de toda uma sociedade da qual fazemos parte e, disso depende a nossa condição de vida, tanto em termos de recursos naturais como em saúde.
Nesse sentido se faz necessário que as pessoas mudem seus hábitos para contribuir com a preservação do patrimônio que pertence a todos, o meio ambiente.
Mas a realidade que se enfrenta para resolver essa questão não é das mais simples porque é quase inerente no ser humano a dificuldade de mudar hábitos, sejam eles quais forem, alguém sempre irá resistir quando se tiver que mudar algum hábito.
A mudança de atitude em relação ao meio ambiente implica em duas questões fundamentais, o exercício da cidadania, compreendida como sendo a consciência de seus deveres e direitos no convívio social e a responsabilidade social, como sendo os efeitos que cada ação pode interferir na sociedade como um todo, pois quando o indivíduo toma consciência de seus deveres e direitos perante si mesmo e a sociedade em que vive e age sempre respeitando o bem comum, pode-se obter o primeiro passo em direção à mudança de atitude.
Sobre esse aspecto está sendo desenvolvido na Universidade Estadual de Maringá um projeto denominado Cidadania com Responsabilidade Social, cujo objetivo é sensibilizar toda a comunidade universitária quanto a responsabilidade de cada um na conservação e preservação do ambiente em que vivem, principalmente com relação ao patrimônio público, para diminuir o impacto, que algumas ações como deixar luz acesa, ventiladores e equipamentos ligados e jogar lixo no chão causam ao meio ambiente e oneram os gastos da universidade.
O projeto é apresentado à comunidade acadêmica no sentido de mostrar a cada ser humano que, independente da posição que ocupe dentro da Universidade e com pequenas atitudes pode colaborar para a manutenção e conservação do ambiente.
Com metas de longo prazo, o grande esforço do projeto está em formar uma nova cultura, um novo modo de pensar e agir com o que é de todos, e, a partir disso, que este comportamento também se reflita na comunidade externa.
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Pequenas Empresas investem em SUSTENTABILIDADE

"O projeto “Garrafa Sustentável” une produtores de todo o Brasil, trazendo ao mercado a garrafa de vidro de 290ml retornável, e promovendo economia em escala e geração de empregos."

Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil anunciou nessa segunda-feira, 22, um investimento no valor de R$ 20 milhões em melhorias no setor de bebidas, por meio do projeto “Garrafa Sustentável”, que tem como objetivo produzir garrafas em vidro retornáveis, em três embalagens, nos tamanhos 200 ml, 290 ml e 1.000 ml, assim como uniformizar a produção e o transporte das garrafas.
Os recursos para a realização do projeto, que será implantado a partir do segundo semestre de 2009, são provenientes de parceria fechada com a Caixa Econômica Federal – CEF no início de junho.
A AFREBRAS, que representa mais de 130 pequenos e médios fabricantes nacionais de refrigerantes, concentrará suas ações em 6 áreas principais:
Promover a organização setorial;
Fomentar o desenvolvimento, crescimento e a competitividade das fábricas nacionais;
Reduzir custos de forma global para o setor, com o compartilhamento das garrafas;
Aumentar divisas;
Gerar riquezas e empregos para as regiões onde as fábricas estão instaladas; e
Fortalecer o setor para fazer frente aos dois grandes concorrentes internacionais, que correspondem a cerca de 90% do faturamento do setor.
O programa “Garrafa Sustentável”, inicialmente, será responsável pela produção de 20 milhões de garrafas, logo no primeiro ano de implantação, e mais 20 milhões no segundo ano, tendo sido projetado seguindo as regras de sustentabilidade e responsabilidade socioambiental, prática que vem sendo adotada em todo o mundo.
“O investimento tem como objetivo estimular ainda mais a economia brasileira e a concorrência, expandir negócios, aprimorar a qualidade dos produtos e serviços e, consequentemente, gerar empregos”, revelou o presidente da AFREBRAS, Fernando Rodrigues de Bairros.
Hoje, mais de 30 empresas associadas à AFREBRAS já adotaram a iniciativa, ou seja, mais de 30% do setor já comunga do projeto. Os demais produtores devem aderir nos próximos dois anos.
Fonte:
RedeNoticia
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PROJETO A ARCA DE NOÉ

Estes modelos de latinha, eu retirei do blog da Jacirinha.... lá tem muitas opções de trabalhos para se fazer com materiais reciclados com as crianças...
Talvez os alunos não consigam recortar, mas podem auxiliar na colagem de alguns detalhes e principalmente trazendo as latinhas e outros materiais reciclados....
Fica mais uma sugestão























































Olha só que gracinha! Vão ficar lindos mesmo sendo feito em E.V.A. ou mesmo em papel!






























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PROJETO A ARCA DE NOÉ














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PROJETO : ANIMAIS EM EXTINÇÃO

Objetivos
- Familiarizar-se com o gênero expositivo.
- Aprender procedimentos de revisão.
- Reconhecer as características de fichas técnicas e produzi-las para um mural a ser exibido na escola.


Conteúdos
- Produção textual (textos informativos).
- Procedimentos de pesquisa.
- Revisão.

Anos 1º ao 5º.

Tempo estimado
Três meses.
Material necessário
Enciclopédias e revistas de informação, tesoura, cola, cartolina, canetinhas e papéis

Desenvolvimento
1ª etapa
Inicie compartilhando com a turma como será o produto final. É o momento de dividir com os alunos o que vão aprender, a razão de estudar o conteúdo, o que vão produzir e para quem vão apresentar.
No caso do mural de animais em extinção, conte que o desafio é organizar, em fichas técnicas, o que sabem sobre o assunto para apresentá-los à comunidade da escola e às famílias.

2ª etapa
Para que os estudantes escrevam um texto informativo, precisam antes se familiarizar com ele. Aborde esse aspecto pedindo que eles levem livros, fotos e reportagens que julgue interessantes sobre animais em extinção. Amplie esse acervo com enciclopédias, livros, revistas e sites sobre o assunto, cuidando para incluir fichas técnicas, pois elas serão uma referência para o trabalho da turma. Organize situações de leitura, conversando sobre como o texto é escrito, qual tipo de informação ele traz, de que modo os dados são descritos e quais os termos mais usados.

3ª etapa
Depois da familiarização com os materiais, é hora de se debruçar sobre eles para selecionar informações. Divida a garotada em grupos e distribua os materiais para pesquisa. Aborde procedimentos como busca, seleção e anotação das informações relevantes, rediscutindo-os até que o resultado da pesquisa seja satisfatório.

4ª etapa
Momento de usar as informações levantadas para a elaboração das fichas técnicas. Para isso, preveja momentos de escrita tanto em grupo como individualmente. A comparação e a referência a bons exemplos de fichas técnicas, assim como o retorno aos textos para recuperar e ampliar as informações são sempre úteis.

5ª etapa
Organize uma ou mais sessões de revisão coletiva que sirvam de modelo para a atuação dos alunos. Destaque todos os aspectos que podem ser revisados: organização da linguagem, ortografia e informações.

6ª etapa
Traga exemplos para que a turma saiba como montar um mural. Alerte para a necessidade de ilustração, de título e do tamanho das letras das fichas para a leitura, tendo sempre em vista as especificidades do público.

Produto final Mural de fichas técnicas.
Avaliação
Durante todo o projeto, avalie, nas falas e nas produções das crianças, se elas conseguiram obter informações corretas e suficientes em tabelas e esquemas, transpondo-as adequadamente para o mural.


( Material retirado da Revista Nova Escola - link:http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/pratica-pedagogica/mural-animais-extincao-466856.shtml)
 
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