24 de junho de 2009

1

Atividades - Festa Junina


Algumas atividades para utilizarmos nos últimos dias de aula antes das férias....
A criançada vai adorar !!!!









0

Musicas Juninas











23 de junho de 2009

8

FÉRIAS DE JULHO


Oi Pessoal, to cheia de idéias para postar aqui para vocês,

mas as "avaliações Semestrais", Diários de Classe, Agenda semanal e tudo mais estão tomando meu tempo!

Mas faltam poucos dias para nossas férias escolares e aí terei mais tempo para minhas QUERIDAS AMIGAS BLOGUEIRAS e NÃO BLOGUEIRAS TAMBÉM!


Beijos à todos


Vivi

22 de junho de 2009


Elogios e críticas:
é importante que os educadores saibam dosar
Por Içami Tiba


Um bom e merecido elogio eleva a alma, aumentando a auto-estima, enquanto uma severa crítica destrutiva congela a pessoa, minando a auto-estima.


Tanto elogios quanto críticas chegam de outras pessoas, reforçando ou contrariando o que uma pessoa avalia de si mesma.

Não costuma ser bem visto um autoelogio, mas uma autocrítica é estimulada em uma sociedade onde se pretende que as pessoas procurem melhorar sempre.

Mas não há como impedir que uma pessoa sinta um bem estar quando faz algo que ela mesma aprove e aprecie.

Raramente uma pessoa deixa de fazer uma autocrítica, principalmente quando ela tem o hábito de reavaliar a sua participação seja em onde e como for.


Esta autoavaliação pode ser entendida como se a pessoa tivesse dentro de si um juiz que lhe avaliasse em cada pensamento, sentimento ou ação.

Este juiz que habita o interior de todas as pessoas um dia já esteve fora.

São os pontos de vista dos seus pais (professores, parentes ou quaisquer outras pessoas) que lhes sejam importantes e significativas. Se estas pessoas foram saudáveis educadores, isto é, souberam dosar bem os elogios e críticas, o juiz é bastante justo.

Desenvolve-se o juiz interno como se desenvolve a língua que os circundantes usam.


Em geral, pais muito severos que só criticam desenvolvem um juiz autocrítico severo, mas um fraco autoelogiador e pais que só elogiam desenvolvem um juiz permissivo que avalia como positiva qualquer ação que venha a praticar.

Nem tanto à terra, nem tanto ao mar, mas neste caso, o equilíbrio não está no meio, mas o juiz ser mais crítico ou elogiador conforme a necessidade da própria criança a ser educada.


Nem todas as crianças nascem iguais.

Umas já nascem mais sossegadas e outras mais agitadas.

Em geral as mais sossegadas aprontam menos, pois pensam antes de fazer e levam menos broncas que as agitadas que acabam fazendo sem pensar.

Broncas e críticas a crianças mais tranqüilas tornam o seu juiz interno muito autocrítico.

Elogios e afagos a crianças impulsivas constroem um juiz interno muito permissivo e quase delinqüente.


Imaginemos o que acontece com uma criança que já tenha seu juiz interno mais crítico que elogiador receba do professor uma crítica, um apelido, uma gozação, uma ironia, ou uma desqualificação do professor durante a aula, ou dos colegas formadores de opinião fora da sala de aula...


Há críticas que ajudam e outras que atrapalham.

As que ajudam são as verdadeiras, mas critica-se a ação e não a pessoa.

Chamar um aluno de "vagabundo" por não ter feito uma lição é julgar o aluno e não a sua falha.


É preciso ter elevadíssima auto-estima para não se abalar com apelidos pejorativos colocados por colegas conhecidos e/ou conviventes.


Existe em família um costume horrível: criticar a pessoa querida por desejar que ela melhore. Tão horrível quanto elogiá-la em tudo, mesmo que não mereça o elogio, pois, assim, pensam os elogiadores, "quem sabe ela melhore..." Isso pode acontecer com pais que por algum motivo acabam sendo professores dos seus próprios filhos.

O que acontece com estes pais tem um nome: envolvimento emocional.


Tanto o elogio quanto a crítica não devem ser sobrecarregados com outros significados além dos seus próprios.

Assim, principalmente os educadores não devem misturar suas emoções, afetos, preferências e rejeições sobre seus elogios e críticas aos seus alunos, sob o risco de descaracterizar suas funções educativas.

18 de junho de 2009

15 de junho de 2009




"Todos ouvem o que você diz.

Os amigos escutam o que você fala.

Os melhores amigos prestam atenção ao que você não diz."

(Anônimo)

12 de junho de 2009

2

Quadrinhas de Festa Junina


SÃO JOÃO
Augusta Schimidt

Lua cheia iluminando o céu
Fogueira ardendo na terra
Corações entrelaçados
Abraços apertados
No arrasta pé da paixão
Era noite de São João.

Damas vestidas de chita
Cavalheiros com chapéu na mão
A quadrilha marcava a festa
Como manda a tradição

E ao som da velha sanfona
Que não parava de tocar
Trocavam juras de amor
Esperando o sol raiar.

Campinas/SP
01/06/2005*21.30hs
www.augustaschimidt.prosaeverso.net


FESTA DUS INTÊRIÔ
Marcial Salaverry

Nóis qué convidá oceis
prum rastapé qui vai contecê
nu fim du meis...
vai de um tudo aqui tê...
tem muié bunita como quê....
também vai tê tudo di bão prá cumê...
todos vão se adeverti, cê vai vê...
tem churrasco, qui é prá mode
u bucho enchê...
e pinga da boa prá tudo nóis bebê...
adispois veim u sanfonero prá tocá...
prá mode nóis dançá...
as muié nóis pode garrá...
só num pode singraçá...
carece di respeitá...
pruque si fizé farseta...
vacilô... vai casá...
Intão tá tudu convidadu... podi si achegá...
Festa caipira num teim hora di começá...
e meno inda di cabá...
vai durando inquanto nóis guentá...
nóis gosta di vivê, di comê, di bebê, i di dançá...
vamu si achegando moçada...
qui as moça tá tudu arrupiada...
vai entrá sortera, i saí casada...
adispois, é só cuidá da fiarada..

Marciar Salaverry
 
©2010 Rachel Por Templates Rachel Melo