Mário Quintana
'Deficiente' é aquele que não consegue modificar a sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
'Louco' é quem não procura ser feliz com o que possui.
'Cego' é aquele que não vê o seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para os seus míseros problemas e pequenas dores.
'Surdo' é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir os seus tostões no fim do mês.
'Mudo' é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
'Paralítico' é quem não consegue andar na direcção daqueles que precisam da sua ajuda.
'Diabético' é quem não consegue ser doce.
'Anão' é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
' A amizade é um amor que nunca morre'.
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20 de abril de 2010
11 de abril de 2010
1
SUGESTÃO DE VÍDEOS INFANTIS
Trabalhando com Educação Especial, temos que ser "experts" em tudo....( claro que não conseguimos, mas ao menos tentamos...) uma das coisas que aprendi é que não adianta passar um vídeo de um filme comum ( com cerca de 60/120 minutos) eles não prendem a atenção por muito tempo... as vezes um vídeo curto com mensagem objetiva, dá um resultado muito melhor....
encontrei este site na Net e que amei pois nele estão diversas sugestões de vídeos ( cá pra nós, muitos da "nossa época")...fica a dica pra vocês....
"Vídeos para Crianças, siga o link http://www.portalvideokids.com.br/
este é um site 100% seguro para as crianças e com ótimas dicas para pais e educadores,
Vale a pena conferir.....
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16 de março de 2010
5
16/3/2010 16:37:52 - Dia-a-Dia Educação in http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/diaadia/diadia/modules/noticias/article.php?storyid=1433
Representantes dos professores e funcionários da rede estadual de ensino apresentaram a pauta de reivindicações no Dia Nacional de Mobilização da categoria, nesta terça-feira (16). Eles foram recebidos no Palácio das Araucárias pelo vice-governador Orlando Pessuti e pelas secretárias da Administração, Maria Marta Lunardon, e da Educação, Yvelise Arco-Verde. “O Governo do Paraná está sempre aberto para receber os professores e servidores estaduais”, disse Pessuti.
Duas das principais reivindicações da categoria receberam resposta imediata. A secretária Yvelise Arco-Verde confirmou que será aberto nesta quarta-feira um processo seletivo simplificado para contratação de auxiliares de serviços gerais. Em paralelo, a secretária da Administração, Maria Marta Lunardon anunciou a homologação da nomeação de 2.259 professores aprovados no último concurso público.
As conquistas dos professores e servidores estaduais da Educação desde 2003 foram reconhecidas pela presidente da APP-Sindicato, Marlei Fernandes. Segundo ela, o plano de cargos e salários criado pelo governo estadual trouxe segurança para a categoria.
O vice-governador Orlando Pessuti reforçou a disposição do Governo do Paraná de melhorar os salários dos professores. “Historicamente temos trabalhado pela reposição salarial e pela implementação do plano de cargos e salários da categoria”, lembrou.
Pessuti sugeriu que um grupo integrado por representantes das Secretarias da Administração e da Educação e APP-Sindicato reúna-se com a Secretaria da Fazenda para analisar a possibilidade de reajustes no futuro. Em maio, todos os servidores públicos receberão 5% de reajuste salarial.
A demanda por auxiliares de serviços gerais cresceu em quase todas as escolas estaduais. “Há um número significativo de servidores em licença e, ao mesmo tempo, houve um grande crescimento no número de matrículas, especialmente no ensino médio, o que torna necessário contratar mais servidores”, informou Ricardo Bezerra, diretor geral da Secretaria da Educação. “Até a semana passada, estávamos tentando contratar os selecionados no Processo Seletivo Simplificado realizado em 2009 justamente para atender as demandas do ano letivo atual”, explicou. De acordo com o Grupo de Recursos Humanos, os remanescentes da última seleção não atenderam ao chamamento, o que obriga a abertura de novo processo seletivo para temporários.
HISTÓRICO - Após oito anos sem aumento salarial, os professores receberam um aumento médio de 33% em 2004, com a implantação do novo Plano de Carreira, reajustes de 17,04 em 2007, 5% em maio de 2008, 10% em setembro de 2008 e 6% em 2009. Os funcionários tiveram aumento salarial de 25% a 88% em 2006, 3,14% em 2007, 5% em 2008 e 6% em 2009.
A atual remuneração inicial de um professor é de R$ 1.906,40, para jornada de 40 horas semanais - a remuneração inicial é composta pelo vencimento base, mais 24% de auxílio transporte. Em dezembro de 2002, pelas mesmas horas de trabalho o salário era de R$ 770,08.
Para professores com regime de 20 horas semanais, foi criada a possibilidade da dobra de padrão - conforme decreto nº 4213. Foi concedida a aposentadoria especial, com 25 anos de trabalho, para diretores e pedagogos.
Foram realizados três concursos públicos para professores e pela primeira vez na história da educação foi realizado concurso para funcionários administrativos e de serviços gerais das escolas. Os concursos possibilitaram a formação de quadros próprios e estáveis.
Em 2002, a rede estadual tinha em seu quadro efetivo aproximadamente 32 mil cargos de professores, e em 2009, 62 mil. O número de funcionários efetivos da Educação triplicou. Em 2002 eram 5.233 mil, e hoje são cerca de 16 mil, com 5.882 nomeações previstas para os próximos meses.
O Plano de Cargos e Salários dos professores e o Plano de Carreira dos funcionários das escolas foi aprovado por Requião. Para os professores em último nível da carreira, antes sem perspectiva de crescimento profissional, foi criado o Programa de Desenvolvimento Educacional – PDE. O projeto que vai transformar em lei esta política de governo será encaminhado à Assembléia Legislativo no dia 27 de março.
“O Governo do Paraná está sempre aberto a receber todas as categorias para conversar. É importante que os sindicalistas e representantes de classe conheçam a realidade do Estado”, disse a secretária da Administração e Previdência, Maria Marta Lunardon.
A valorização dos professores e servidores da Educação foi destacada pela secretária da Educação Yvelise Arco-Verde. “A situação hoje está exatamente o oposto de como se encontrava em 2002. A categoria reconhece a valorização promovida por este Governo não só em termos salariais, mas com a criação de programas como o PDE e de formação continuada, que vem recuperando a autoestima dos trabalhadores da educação”, afirmou.
PASSEATA DOS FUNCIONÁRIOS DA EDUCAÇÃO EM PRÓL DO REAJUSTE SALARIAL, PLANO DE SAÚDE, 33% HORA ATIVIDADE E RESPEITO AO PISO SALARIAL.
Eu fui.....
E foi emocionante!
Aliás, fizemos história! É a primeira vez que os professores da Educação Especial participam da
paralisação!
Como trabalhamos em escolas Conveniadas,nunca tivemos liberação das escolas para participarmos, mesmo sendo concursados pela Secretaria Estadual da Educaçao.
Hoje, fomos em 10 professoras pela manhã e ficamos dutante o dia lá, a tarde chegaram
mais 5 professoras!
16/3/2010 16:37:52 - Dia-a-Dia Educação in http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/diaadia/diadia/modules/noticias/article.php?storyid=1433
Representantes dos professores e funcionários da rede estadual de ensino apresentaram a pauta de reivindicações no Dia Nacional de Mobilização da categoria, nesta terça-feira (16). Eles foram recebidos no Palácio das Araucárias pelo vice-governador Orlando Pessuti e pelas secretárias da Administração, Maria Marta Lunardon, e da Educação, Yvelise Arco-Verde. “O Governo do Paraná está sempre aberto para receber os professores e servidores estaduais”, disse Pessuti.
Duas das principais reivindicações da categoria receberam resposta imediata. A secretária Yvelise Arco-Verde confirmou que será aberto nesta quarta-feira um processo seletivo simplificado para contratação de auxiliares de serviços gerais. Em paralelo, a secretária da Administração, Maria Marta Lunardon anunciou a homologação da nomeação de 2.259 professores aprovados no último concurso público.
As conquistas dos professores e servidores estaduais da Educação desde 2003 foram reconhecidas pela presidente da APP-Sindicato, Marlei Fernandes. Segundo ela, o plano de cargos e salários criado pelo governo estadual trouxe segurança para a categoria.
O vice-governador Orlando Pessuti reforçou a disposição do Governo do Paraná de melhorar os salários dos professores. “Historicamente temos trabalhado pela reposição salarial e pela implementação do plano de cargos e salários da categoria”, lembrou.
Pessuti sugeriu que um grupo integrado por representantes das Secretarias da Administração e da Educação e APP-Sindicato reúna-se com a Secretaria da Fazenda para analisar a possibilidade de reajustes no futuro. Em maio, todos os servidores públicos receberão 5% de reajuste salarial.
A demanda por auxiliares de serviços gerais cresceu em quase todas as escolas estaduais. “Há um número significativo de servidores em licença e, ao mesmo tempo, houve um grande crescimento no número de matrículas, especialmente no ensino médio, o que torna necessário contratar mais servidores”, informou Ricardo Bezerra, diretor geral da Secretaria da Educação. “Até a semana passada, estávamos tentando contratar os selecionados no Processo Seletivo Simplificado realizado em 2009 justamente para atender as demandas do ano letivo atual”, explicou. De acordo com o Grupo de Recursos Humanos, os remanescentes da última seleção não atenderam ao chamamento, o que obriga a abertura de novo processo seletivo para temporários.
HISTÓRICO - Após oito anos sem aumento salarial, os professores receberam um aumento médio de 33% em 2004, com a implantação do novo Plano de Carreira, reajustes de 17,04 em 2007, 5% em maio de 2008, 10% em setembro de 2008 e 6% em 2009. Os funcionários tiveram aumento salarial de 25% a 88% em 2006, 3,14% em 2007, 5% em 2008 e 6% em 2009.
A atual remuneração inicial de um professor é de R$ 1.906,40, para jornada de 40 horas semanais - a remuneração inicial é composta pelo vencimento base, mais 24% de auxílio transporte. Em dezembro de 2002, pelas mesmas horas de trabalho o salário era de R$ 770,08.
Para professores com regime de 20 horas semanais, foi criada a possibilidade da dobra de padrão - conforme decreto nº 4213. Foi concedida a aposentadoria especial, com 25 anos de trabalho, para diretores e pedagogos.
Foram realizados três concursos públicos para professores e pela primeira vez na história da educação foi realizado concurso para funcionários administrativos e de serviços gerais das escolas. Os concursos possibilitaram a formação de quadros próprios e estáveis.
Em 2002, a rede estadual tinha em seu quadro efetivo aproximadamente 32 mil cargos de professores, e em 2009, 62 mil. O número de funcionários efetivos da Educação triplicou. Em 2002 eram 5.233 mil, e hoje são cerca de 16 mil, com 5.882 nomeações previstas para os próximos meses.
O Plano de Cargos e Salários dos professores e o Plano de Carreira dos funcionários das escolas foi aprovado por Requião. Para os professores em último nível da carreira, antes sem perspectiva de crescimento profissional, foi criado o Programa de Desenvolvimento Educacional – PDE. O projeto que vai transformar em lei esta política de governo será encaminhado à Assembléia Legislativo no dia 27 de março.
“O Governo do Paraná está sempre aberto a receber todas as categorias para conversar. É importante que os sindicalistas e representantes de classe conheçam a realidade do Estado”, disse a secretária da Administração e Previdência, Maria Marta Lunardon.
A valorização dos professores e servidores da Educação foi destacada pela secretária da Educação Yvelise Arco-Verde. “A situação hoje está exatamente o oposto de como se encontrava em 2002. A categoria reconhece a valorização promovida por este Governo não só em termos salariais, mas com a criação de programas como o PDE e de formação continuada, que vem recuperando a autoestima dos trabalhadores da educação”, afirmou.
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Educação Especial
2 de março de 2010
5
EDUCAÇÃO ESPECIAL - SINDROME DE ASPERGER
O Que é Síndrome de Asperger?
A relação entre autismo e síndrome de Asperger foi aventada a partir da elaboração de um continuum autístico por Wing (1988), que considera o primeiro um comprometimento comportamental cuja constelação sintomatológica é intimamente relacionada ao desenvolvimento cognitivo. Entretanto, existem questionamentos se o autismo pode ocorrer sem atraso de linguagem e com inteligência normal, bem como controvérsias acerca da comparação entre síndrome de Asperger e autismo sem deficiência mental, incluídos em uma categoria "autismo de alto funcionamento". Para se definirem melhor estes grupos novos estudos são necessários (LORD, RUTTER, 1994).
Os critérios do DSM-IV-TR (APA, 2002) para diagnóstico de síndrome de Asperger são:
A. Alteração qualitativa da interação social, manifestada por pelo menos dois dos seguintes requisitos: (1) Alteração acentuada no uso de múltiplos comportamentos não-verbais, tais como contacto visual direto, expressão facial, posturas corporais e gestos para regular a interação social (2) Incapacidade para criar relacionamentos apropriados, ao nível do seu desenvolvimento, com seus pares (3) Ausência de tentativa espontânea de partilhar prazer, interesses ou realizações com outras pessoas, (por ex., mostrar, trazer ou apontar objetos de interesse a outras pessoas) (4) Falta de reciprocidade social ou emocional.
B. Padrões restritos, repetitivos e estereotipados de comportamento, interesses e atividades, manifestados por pelo menos um dos seguintes quesitos: (1) Preocupação insistente com um ou mais padrões estereotipados e restritos de interesses, anormal em intensidade ou foco (2) Adesão aparentemente inflexível a rotinas e rituais específicos e não funcionais (3) Maneirismos motores estereotipados e repetitivos (por ex., dar pancadinhas ou torcer as mãos ou os dedos, ou movimentos complexos de todo o corpo) (4) Preocupação mantida com partes de objetos.
C. A perturbação interfere de forma significativa nas áreas social e ocupacional ou outras áreas importantes de funcionamento.
D. Não existe um atraso clinicamente significativo da linguagem (por ex., palavras isoladas são usadas aos 2 anos, frases comunicativas são usadas aos 3 anos).
E. Não existe um atraso clinicamente significativo no desenvolvimento cognitivo ou no desenvolvimento de habilidades de auto-ajuda apropriadas à idade, comportamento adaptativo (outro que não na interação social), e curiosidade acerca do ambiente na infância.
F. Não cumpre critérios para qualquer outro Síndrome com Perturbação Global do Desenvolvimento ou Esquizofrenia.
Os indivíduos com síndrome de Asperger são capazes de estabelecer uma conversação em monólogo caracterizada por uma linguagem prolixa, pedante, sobre um tópico favorito e geralmente não-usual e bem delimitado, suas abordagens desajeitadas e sua insensibilidade em relação aos sentimentos e intenções das demais pessoas e pelas formas de comunicação não-literais e implícitas que elas emitem (e.g., sinais de tédio, pressa para deixar o ambiente e necessidade de privacidade) podem frustrar seu desejo de fazer amigos (KLIN,2006).
As principais teorias cognitivas utilizadas para a compreensão dos déficits autísticos são a da mente, a da coerência central e a da disfunção executiva. A teoria da mente, descrita por Baron-Cohen (1988), refere-se a incapacidade de atribuir estados mentais aos outros e dessa forma prever o seu comportamento.
O termo coerência central é utilizado para referir-se à tendência cotidiana de processar a informação recebida, dentro de um contexto em que se capta o essencial, freqüentemente às custas da memória para os detalhes, a teoria da fraca coerência central proposta por Hill e Frith (2003) explica a tendência de se preocupar com partes em detrimento de um significado amplo.
A teoria da disfunção executiva propõe que os prejuízos na socialização e na comunicação são secundários aos déficits na função executiva. Esta se refere à habilidade para resoluções de problemas, ação mediada pelo córtex frontal, e compreende todo o processo que forma a base do comportamento direcionado, a saber: planejamento, memória de trabalho, inibição de respostas e flexibilidade cognitiva (DUNCAN, 1986).
O prejuízo social decorrente dos deficits autísticos é considerado permanente, não há consenso sobre um tratamento específico para a síndrome de Asperger, o uso de medicação é indicado para tratar co-morbidades caso elas ocorram. Lord e Rutter (1994) destacam quatro alvos básicos de qualquer tratamento: 1) estimular o desenvolvimento social e comunicativo; 2) aprimorar o aprendizado e a capacidade de solucionar problemas; 3) diminuir comportamentos que interferem com o aprendizado e com o acesso às oportunidades de experiências do cotidiano; e 4) ajudar as famílias a lidarem com os autismo.
Referências:
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION (APA). Manual Diagnóstico e Estatístico deTranstornos Mentais - DSM IV TR. Tradução de Cláudia Dornelles. 4. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002.
BARON-COHEN, S. Social and Pragmatic Deficits in Autism: Cognitive or Affective? Journal of Autism and Developmental Disorders, v. 18, n. 3, p. 379- 401, 1988.
DUNCAN, J. Disorganization of Behavior After Frontal Lobe Damage. Cognitive Neuropsychology, v. 3, p. 271-290, 1986.
FOMBONNE, E. Epidemiological Surveys of Autism and Other Pervasive Developmental Disorders: An Update. Journal of Autism and Developmental Disorders, v. 33, n. 4, p. 365- 382, 2003.
FOMBONNE, E. Epidemiology of Autism Disorder and Other Pervasive Developmental Disorders. Journal of Clinical Psychiatry, v. 66, n. 10, p. 3-8, 2005.
HILL, E. L.; FRITH, U. Understanding autism: insights from mind and brain. Philosophical Transactions of The Royal Society of London, Series B, Biological Sciences, v. 358, p. 281- 289, 2003.
KLIN, A. Autismo e Síndrome de Asperger: Uma visão Geral. Revista Brasileira de Psiquiatria, v. 28, p. 3-11, 2006.
LORD, C.; RUTTER, M. Autism and Pervasive Developmental Disorders. In: RUTTER, M.; TAYLOR, E.; HERSOV, L. (Ed.). Child and Adolescent Psychiatry Modern Approaches. 3rd ed. Oxford: Blackwell Scientific Publications, 1994. p. 569-593.
WING, L. The Autistic Continuum. In: Aspects of Autism: Biological Research. London: Royal College of Psychiatrists and The National autistic Society, 1988. p. 5-8.
*Psiquiatra do Projeto Distúrbios do Desenvolvimento (PDD) do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP USP), Mestre em Psicologia Clínica pelo IP USP.
Projeto Distúrbios do Desenvolvimento do Laboratório de Saúde Mental do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP-USP)
Site do PDD: http://disturbiosdodesenvolvimento.yolasite.com
Letícia Calmon Drummond Amorim*
A síndrome de Asperger, um dos transtornos abrangentes do desenvolvimento, foi descrita primariamente sob a designação de "psicopatia autística" em 1944, por Hans Asperger, como um quadro caracterizado por déficit na sociabilidade, interesses circunscritos, linguagem sem atraso porém pedante, repetitiva e formal e habilidades intelectuais preservadas. A prevalência de portadores de síndrome de Asperger é de 3:10.000 em população de crianças (FOMBONNE, 2003, 2005).A relação entre autismo e síndrome de Asperger foi aventada a partir da elaboração de um continuum autístico por Wing (1988), que considera o primeiro um comprometimento comportamental cuja constelação sintomatológica é intimamente relacionada ao desenvolvimento cognitivo. Entretanto, existem questionamentos se o autismo pode ocorrer sem atraso de linguagem e com inteligência normal, bem como controvérsias acerca da comparação entre síndrome de Asperger e autismo sem deficiência mental, incluídos em uma categoria "autismo de alto funcionamento". Para se definirem melhor estes grupos novos estudos são necessários (LORD, RUTTER, 1994).
Os critérios do DSM-IV-TR (APA, 2002) para diagnóstico de síndrome de Asperger são:
A. Alteração qualitativa da interação social, manifestada por pelo menos dois dos seguintes requisitos: (1) Alteração acentuada no uso de múltiplos comportamentos não-verbais, tais como contacto visual direto, expressão facial, posturas corporais e gestos para regular a interação social (2) Incapacidade para criar relacionamentos apropriados, ao nível do seu desenvolvimento, com seus pares (3) Ausência de tentativa espontânea de partilhar prazer, interesses ou realizações com outras pessoas, (por ex., mostrar, trazer ou apontar objetos de interesse a outras pessoas) (4) Falta de reciprocidade social ou emocional.
B. Padrões restritos, repetitivos e estereotipados de comportamento, interesses e atividades, manifestados por pelo menos um dos seguintes quesitos: (1) Preocupação insistente com um ou mais padrões estereotipados e restritos de interesses, anormal em intensidade ou foco (2) Adesão aparentemente inflexível a rotinas e rituais específicos e não funcionais (3) Maneirismos motores estereotipados e repetitivos (por ex., dar pancadinhas ou torcer as mãos ou os dedos, ou movimentos complexos de todo o corpo) (4) Preocupação mantida com partes de objetos.
C. A perturbação interfere de forma significativa nas áreas social e ocupacional ou outras áreas importantes de funcionamento.
D. Não existe um atraso clinicamente significativo da linguagem (por ex., palavras isoladas são usadas aos 2 anos, frases comunicativas são usadas aos 3 anos).
E. Não existe um atraso clinicamente significativo no desenvolvimento cognitivo ou no desenvolvimento de habilidades de auto-ajuda apropriadas à idade, comportamento adaptativo (outro que não na interação social), e curiosidade acerca do ambiente na infância.
F. Não cumpre critérios para qualquer outro Síndrome com Perturbação Global do Desenvolvimento ou Esquizofrenia.
Os indivíduos com síndrome de Asperger são capazes de estabelecer uma conversação em monólogo caracterizada por uma linguagem prolixa, pedante, sobre um tópico favorito e geralmente não-usual e bem delimitado, suas abordagens desajeitadas e sua insensibilidade em relação aos sentimentos e intenções das demais pessoas e pelas formas de comunicação não-literais e implícitas que elas emitem (e.g., sinais de tédio, pressa para deixar o ambiente e necessidade de privacidade) podem frustrar seu desejo de fazer amigos (KLIN,2006).
As principais teorias cognitivas utilizadas para a compreensão dos déficits autísticos são a da mente, a da coerência central e a da disfunção executiva. A teoria da mente, descrita por Baron-Cohen (1988), refere-se a incapacidade de atribuir estados mentais aos outros e dessa forma prever o seu comportamento.
O termo coerência central é utilizado para referir-se à tendência cotidiana de processar a informação recebida, dentro de um contexto em que se capta o essencial, freqüentemente às custas da memória para os detalhes, a teoria da fraca coerência central proposta por Hill e Frith (2003) explica a tendência de se preocupar com partes em detrimento de um significado amplo.
A teoria da disfunção executiva propõe que os prejuízos na socialização e na comunicação são secundários aos déficits na função executiva. Esta se refere à habilidade para resoluções de problemas, ação mediada pelo córtex frontal, e compreende todo o processo que forma a base do comportamento direcionado, a saber: planejamento, memória de trabalho, inibição de respostas e flexibilidade cognitiva (DUNCAN, 1986).
O prejuízo social decorrente dos deficits autísticos é considerado permanente, não há consenso sobre um tratamento específico para a síndrome de Asperger, o uso de medicação é indicado para tratar co-morbidades caso elas ocorram. Lord e Rutter (1994) destacam quatro alvos básicos de qualquer tratamento: 1) estimular o desenvolvimento social e comunicativo; 2) aprimorar o aprendizado e a capacidade de solucionar problemas; 3) diminuir comportamentos que interferem com o aprendizado e com o acesso às oportunidades de experiências do cotidiano; e 4) ajudar as famílias a lidarem com os autismo.
Referências:
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION (APA). Manual Diagnóstico e Estatístico deTranstornos Mentais - DSM IV TR. Tradução de Cláudia Dornelles. 4. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002.
BARON-COHEN, S. Social and Pragmatic Deficits in Autism: Cognitive or Affective? Journal of Autism and Developmental Disorders, v. 18, n. 3, p. 379- 401, 1988.
DUNCAN, J. Disorganization of Behavior After Frontal Lobe Damage. Cognitive Neuropsychology, v. 3, p. 271-290, 1986.
FOMBONNE, E. Epidemiological Surveys of Autism and Other Pervasive Developmental Disorders: An Update. Journal of Autism and Developmental Disorders, v. 33, n. 4, p. 365- 382, 2003.
FOMBONNE, E. Epidemiology of Autism Disorder and Other Pervasive Developmental Disorders. Journal of Clinical Psychiatry, v. 66, n. 10, p. 3-8, 2005.
HILL, E. L.; FRITH, U. Understanding autism: insights from mind and brain. Philosophical Transactions of The Royal Society of London, Series B, Biological Sciences, v. 358, p. 281- 289, 2003.
KLIN, A. Autismo e Síndrome de Asperger: Uma visão Geral. Revista Brasileira de Psiquiatria, v. 28, p. 3-11, 2006.
LORD, C.; RUTTER, M. Autism and Pervasive Developmental Disorders. In: RUTTER, M.; TAYLOR, E.; HERSOV, L. (Ed.). Child and Adolescent Psychiatry Modern Approaches. 3rd ed. Oxford: Blackwell Scientific Publications, 1994. p. 569-593.
WING, L. The Autistic Continuum. In: Aspects of Autism: Biological Research. London: Royal College of Psychiatrists and The National autistic Society, 1988. p. 5-8.
*Psiquiatra do Projeto Distúrbios do Desenvolvimento (PDD) do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP USP), Mestre em Psicologia Clínica pelo IP USP.
Projeto Distúrbios do Desenvolvimento do Laboratório de Saúde Mental do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP-USP)
Site do PDD: http://disturbiosdodesenvolvimento.yolasite.com
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25 de janeiro de 2010
10
"DEUS CAPACITA OS ESCOLHIDOS" - Sinto-me escolhida!
Conta certa lenda, que estavam duas crianças estavam
patinando num lago congelado.
Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.
A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
- Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo,
sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, um ancião que passava pelo local, comentou:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram: - Pode nos dizer como?
- É simples - respondeu o velho. - Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz.
"Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados,
CAPACITA OS ESCOLHIDOS.
Fazer ou não fazer algo só depende
de nossa vontade e perseverança.
Mt 22:14- Porque muitos são chamados.
MAS POUCOS OS ESCOLHIDOS.
Sinto-me uma escolhida, pois durante muito tempo em minha vida, jamais imaginei lecionar para crianças especiais, mas minha vida foi tomando um rumo, que não planejei, e hoje não saberia viver sem o trabalho com essas criaturinhas "especiais"! Aprendi a "escutar" as mãos daqueles que não falam; aprendi a compreender os confusos, aprendi a alfabetizar e informar aqueles com o intelecto limitado, aprendi a ser mãos e pés dos que não possuem movimentos.
Amo o que faço e só faço porque AMO!
Meu sincero abraço à todas as professoras, especiais ou não!
Vivi
patinando num lago congelado.
Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.
A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
- Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo,
sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, um ancião que passava pelo local, comentou:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram: - Pode nos dizer como?
- É simples - respondeu o velho. - Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz.
"Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados,
CAPACITA OS ESCOLHIDOS.
Fazer ou não fazer algo só depende
de nossa vontade e perseverança.
Mt 22:14- Porque muitos são chamados.
MAS POUCOS OS ESCOLHIDOS.
Sinto-me uma escolhida, pois durante muito tempo em minha vida, jamais imaginei lecionar para crianças especiais, mas minha vida foi tomando um rumo, que não planejei, e hoje não saberia viver sem o trabalho com essas criaturinhas "especiais"! Aprendi a "escutar" as mãos daqueles que não falam; aprendi a compreender os confusos, aprendi a alfabetizar e informar aqueles com o intelecto limitado, aprendi a ser mãos e pés dos que não possuem movimentos.
Amo o que faço e só faço porque AMO!
Meu sincero abraço à todas as professoras, especiais ou não!
Vivi
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20 de janeiro de 2010
0
SINDROME DE DOWN - DEIXANDO O NOSSO MUNDO MAIS ESPECIAL!!!
Adoro esse vídeo!
Eu que sou toda desastrada já passei por umas boas dessas!!!
Tinha uma aluna (J.) que era o meu braço direito (claro que eu dava espaço para ela e respeitava o espaço dado). Ela é toda certinha, adora as coisas no devido lugar (sem neura) e me auxiliava muito!
Saudades da Jojô.
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Educação Especial,
Reflexâo
19 de janeiro de 2010
3
UTILIZANDO O CRACHÁ COMO MEIO DE INTEGRAÇÃO ENTRE OS ALUNOS
Atividades utilizando o nome de cada aluno é sempre uma boa alternativa no início do ano, pois além do aluno sentir que a professora "sabe quem é ele" ( isso lhe dá segurança), é uma forma das crianças irem (re)conhecendo o seu nome ( ou a primeira letra do nome- dependendo do nível) e de auto-afirmação, tão importante nesse retorno à escola, depois de terem passado 40 dias com a família.
Com o tempo, também vão observando o crachá dos colegas e a partir daí inicia-se o processo de alfabetização, onde estarão distinguindo as letras/palavras, reconhecendo letras, identificando-as e conhecendo-as.
É também uma forma de promover a integração dos alunos entre si e estimulando a se aproximarem do colega "novo" da turma.
IMPORTANTE - Caso vá utilizar os crachás para brincadeiras de encontrar os nomes, o enfoque deve ser a(s) letra(s), então todos os crachás devem ter o mesmo tamanho, serem da mesma cor e de preferência não ter ilustrações que desvie a atenção das letras para a figura.
Sugestões
* Ter pronto o crachá impresso em cartolina ou confeccionado em E.V.A, já recortado.
(Tudo que for feito para os alunos, deve antes de mais nada, ser feito com muito carinho e zêlo - eles se sentirão esperados, o que diminuirá as ansiedades e medos.)
* Se possível ( e dependendo do nível da turma) deixar que eles escrevam o seu nome, caso contrário, pode-se já ter riscado o nome do aluno com letras vazadas, para que eles pintem com lápis colorido, canetas hidrográficas ou mesmo Cola colorida.
* Fazer um crachá igual para a professora, que deverá usar nos primeiros dias. (mais uma vez estarão observando letras e relacionando com as do seu nome).
* Pode-se juntar os coleguinhas pelas igualdade da 1ª letra do nome; pela semelhança entre os nomes (ex. Cristiane e Liliane, Vitor e Higor...) e propor uma atividade para as duplas/ trios realizarem juntos, como a pintura da ficha da primeira folha do caderno (disciplinas)- mais uma forma de estarem repetindo os nomes e ajudando um a decorar o nome do outro.
* Pedir para que um colega observe bem a escrita do nome do seu par, inclusive promover uma conversa sobre as letras que tem no nome de ambos que se repetem , qual letra tem no nome do meu colega e não tem no meu nome.....Dar as mâos no centro da sala, formando um círculo. A professora passa recolhendo os crachás e os embaralha, depois coloca todos os crachás arrumados no centro do círculo e cada dupla de cada vez, deverá encontrar o seu crachá, um parceiro pode ajudar o outro. No final todos estarão com seus crachás.
Caso o aluno erre e pegue o crachá do colega de outra dupla, cabe ao professor avaliar se vale a pena, nesse momento, estar mediando ou não. Se a maioria "reconhece" o seu nome, acho interessante deixar que fique errado mesmo e a medida que os pares forem pegando seus nomes, vai chegar um momento em que sobrará um crachá que não pertence a dupla e estará faltando o crachá do aluno que está procurando o seu nome - nesse momento você já estará avaliando seus alunos quanto a: iniciativa, conhecimento das letras, resolução de situação problema - e aí sim você dá uma "luz":
- Mas estavam todos com o crachá com seu devido nome! Agora este está sobrando e está faltando o crachá do(a) fulano(a). O que terá acontecido?
São levantadas as hipóteses pelos alunos, a professora vai mediando até levá-los a encontrar uma solução.
Já fiz essa técnica algumas vezes e sempre os alunos participaram bem!
* DANÇA DA CADEIRA
Arruma-se as cadeiras e coloca em cada uma o crachá de um aluno, nesse caso, todos terão uma cadeira, sairá da brincadeira, o último a encontrar o seu nome ou aquele que sentar na cadeira com o crachá do colega...
* CORRIDA DO NOME
Como uma gincana, ficam duplas de mãos dadas de um lado da sala/pátio e do outro lado, colocam-se os crachás da dupla com mais 2 ou 3 crachás de outros alunos que não estão participando nesse momento. Ao sinal da professora (ou apito) as duplas devem correr até onde estão os crachás com seus nomes, colocarem no pescoço e voltarem correndo para o local da partida. A dupla que chegar primeiro com os crachás corretos ganha.
*****************************************************
Estas atividades foram elaboradas por mim, podem copiar a vontade, só peço-lhes que dêem os devidos créditos,
Obrigada,
Viviane Patrice
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18 de janeiro de 2010
2
ESTÃO NASCENDO MAIS CRIANÇAS COM SINDROME DE DOWN.
Maternidade tardia aumenta casos de Síndrome de Down
20% das mulheres aguardam até os 35 anos para iniciar uma nova família A decisão de muitas mulheres de ter um filho mais madura contribuiu para aumentar, nos últimos 20 anos, os diagnósticos de Síndrome de Down. A notícia foi divulgada por meio de um relatório da Queen Mary University de Londres. Publicado na revista British Medical Journal (BMJ), o estudo apontou que o número de casos identificados, entre 1989 e 1990, na Inglaterra e, em Gales, foi de 1.075. No período de 2007 e 2008, no entanto, o número saltou para 1.843, um aumento de 71% atribuído à maternidade mais tardia. Segundo os dados do estudo, a probabilidade de ter um bebê com Síndrome de Down é de uma, entre 940 mulheres, com mais de 30 anos. O índice cai mais ainda no caso das que optam pela maternidade acima dos 40 anos, uma, em cada 85 mulheres britânicas.
Os dados apresentados pela pesquisa britânica representam a realidade brasileira também. O adiamento da gravidez é uma escolha muito comum das mulheres, nos dias de hoje. O número de grávidas ou mulheres tentando engravidar na faixa, entre 30 e 40 anos, tem aumentado nos últimos anos. Pelo menos 20% das mulheres aguardam até os 35 anos para iniciar uma nova família. São muitos os fatores envolvidos na decisão de adiar a maternidade: a estabilidade profissional, a espera por um relacionamento estável, o desejo de atingir segurança financeira, ou, ainda, a incerteza sobre o desejo de ser mãe.
À medida em que a mulher envelhece, seus óvulos também envelhecem, tornando-se menos capazes de serem fertilizados pelos espermatozóides. Outro fator a ser ponderado é que a fertilização desses óvulos está associada a um risco maior de alterações genéticas. Por exemplo, alterações cromossômicas, como a Síndrome de Down, são mais comuns em crianças nascidas de mulheres mais velhas. Há um aumento contínuo no risco desses problemas cromossômicos conforme a mulher envelhece.
Quando os óvulos com problemas cromossômicos são fertilizados, eles têm uma possibilidade menor de sobreviver e crescer. Por essa razão, mulheres que estão acima dos 40 têm um risco aumentado de abortos espontâneos também. As taxas menores de gravidez em mulheres acima de 40 são, em grande parte, devidas ao aumento de óvulos com problemas cromossômicos. Já quando os óvulos são coletados em mulheres de 20 a 30 anos, fertilizados e colocados no útero de uma mulher com mais de 40, a chance de gravidez na mulher mais velha é muito maior do que ela poderia esperar, se tivesse utilizado seus próprios óvulos.
O sucesso no emprego das técnicas de doação de óvulos confirma que a qualidade do óvulo é uma barreira fundamental à gravidez nas mulheres mais velhas. Embora a idade, hoje, não se constitua numa barreira intransponível à gravidez, qualquer tratamento de infertilidade, exceto a doação de óvulos, terá menos sucesso em mulheres acima de 40 anos.
Uma das aplicações claras do PGD - Diagnóstico Pré-implantacional - está relacionada com a idade materna avançada, comum entre as pacientes que procuram as clínicas de reprodução assistida. Estas pacientes, normalmente, demonstram insegurança quanto ao risco de malformações fetais, cuja incidência é diretamente proporcional à idade materna. O PGD permite separar os embriões portadores de algum tipo de desordem genética, transferindo para o útero materno apenas os embriões saudáveis, beneficiando principalmente casais com alto risco genético, como doenças de etiologia autossômica dominante ou recessiva.
Fonte: Minha Vida
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Amostra de sangue da gestante é capaz de apontar Síndrome de Down
Um novo exame pré-natal, mais seguro e menos invasivo que os testes aplicados atualmente, é capaz de detectar a Síndrome de Down. É o que afirma um estudo feito por cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.
O teste aplicado hoje em dia é o da amniocentese. Ele consiste no uso de uma agulha para retirar líquido do útero e pode acarretar em aborto e danos ao feto. De acordo com o Royal College de Obstetras e Ginecologistas da Grã-Bretanha, cerca de uma em cada 100 grávidas que realiza o teste perde o bebê resultado da prática invasiva.
Com o novo exame, os cientistas conseguiram identificar vários casos de Síndrome de Down. O novo teste consiste em uma análise genética de uma amostra de sangue da mãe e pode detectar a presença de cópias excedentes do cromossomo 21.
A Síndrome de Down é causada quando a pessoa possui uma cópia extra do cromossomo. Tal condição genética é conhecida como trissomia do 21. Os pesquisadores afirmam que, se o feto apresenta três cópias do cromossomo (e não apenas duas), há também um aumento na quantidade de cromossomos 21 no sangue da gestante, já que o DNA consegue atravessar a placenta do bebê para o corpo da mãe.
O exame desenvolvido pelos cientistas se mostra capaz não somente de identificar e contar os fragmentos de DNA, mas também de detectar até um pequeno aumento no número de cromossomos 21.
A pesquisa foi feita com 18 mulheres grávidas. Os cientistas identificaram nove casos de Síndrome de Down, entre as participantes, e dois casos de outras anomalias genéticas conhecidas como aneuploidias. No entanto, o estudo ainda precisa ser repetido com um número maior de mulheres.
A descoberta abre portas para que métodos não-invasivos sejam introduzidos nos próximos anos. Demais pesquisadores investigam marcas genéticas diferentes no sangue para detectar a Síndrome. Ao contrário do teste de DNA, porém, estes testes não funcionam em todas as mulheres.
Fonte: Minha Vida
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10 de janeiro de 2010
32
NO PRIMEIRO DIA DE AULA...(ATIVIDADES, DINÂMICAS, JOGOS, DICAS)
Se o primeiro dia de aula já é todo de expectativa para nós professores, imaginem para os nossos alunos!
Os alunos,têm a curiosidade de saber em qual classe ficarão, quais serão seus colegas, quem será sua professora, o que aprenderão, entre outras coisas.
Para contribuir e deixar este dia mais leve e agradável, devemos proporcionar algumas dinâmicas de integração entre os alunos e a professora.
Também é importante nesse dia , fazer os "combinados" com a turma - O que pode e o que não pode fazer na sala e escola; dessa forma, inicia o processo de se trabalhar a expressão, organização e o respeito com a turma.
Abaixo postarei algumas dicas.
Boa sorte!
Bom ano Letivo para todos nós!
1. Meu nome é...
3. Brincadeira das bexigas
Apresentar às crianças uma situação para pô-las alegres.
Por exemplo: Estamos na escola e de repente recebemos a notícia que naquele dia iremos todos juntos ao parque. Como manifestaremos nossa alegria?
As crianças tem que nomear o maior número de expressões alegres( saltar, levantar os braços, aplaudir, sorrir.) Faça o mesmo com a tristeza ou outros sentimentos.
O jogo para quando se perceber que o interesse da turma diminuiu.
O professor diz uma palavra, qualquer coisa, melhor relacionada com as férias, e os alunos tem que dizer a primeira coisa que lhes vier na memória.
Deixar correr a imaginação.
Fonte: ABEC
Faixa etária: Educação Infantil, Fundamental e Secundário
O professor pensa em uma família de animais, pessoas, comidas ou objetos. E diz aos seus alunos:" De Havana veio um barco carregado de... animais de quatro patas."
os alunos deverão ir dizendo, um por um, animais de quatro patas."
Se algum aluno não souber dizer nenhum, perde a vez ou é eliminado do jogo, como queira.
O nível de dificuldade pode variar dependendo da família. Por exemplo: no INFANTIL bastaria dizer:"de Havana veio um barco carregado de... animais.", no PRIMARIO: "de Havana veio um barco carregado de... verduras", e no SECUNDÃRIO:"De Havana veio um barco carregado de …personagens históricos."
Faixa etária: Educação Infantil, Fundamental e Secundário
Fonte: ABEC
Os alunos,têm a curiosidade de saber em qual classe ficarão, quais serão seus colegas, quem será sua professora, o que aprenderão, entre outras coisas.
Para contribuir e deixar este dia mais leve e agradável, devemos proporcionar algumas dinâmicas de integração entre os alunos e a professora.
Também é importante nesse dia , fazer os "combinados" com a turma - O que pode e o que não pode fazer na sala e escola; dessa forma, inicia o processo de se trabalhar a expressão, organização e o respeito com a turma.
Abaixo postarei algumas dicas.
Boa sorte!
Bom ano Letivo para todos nós!
1. Meu nome é...
Faça crachás com o nome das crianças e coloque no chão da sala, no meio de uma roda. Peça que cada uma identifique seu nome. Incentive o reconhecimento das letras iniciais, conte quantas letras compõem cada nome e faça com que elas percebam letras iguais em nomes diferentes. Quando todas já estiverem com crachá, comece um gostoso bate-papo sobre as preferências de cada um quanto a um tema predeterminado (como alimentos, brincadeiras, objetos ou lugares). Agrupe as crianças de acordo com as afinidades. Na etapa seguinte, peça aos alunos que desenhem aquilo de que gostam em uma folha e coloquem o nome. Quem não souber escrever sozinho pode copiar do crachá. Depois de prontos, os desenhos são mostrados aos colegas e, em seguida, expostos no mural. Com os alfabetizados, a dinâmica é a mesma, mas, além de desenhar, eles podem fazer uma lista de suas preferências.
2. DA CONFUSÃO À ORDEM
Estas atividades são ideais para que a criança perceba a necessidade da organização para o bom desempenho das atividades. O professor pode, a partir da fala das crianças, levantar algumas regras para a organização em sala de aula.
Pedir para que as crianças, todas ao mesmo tempo, cantarem uma música para o seu companheiro do lado (esta atividade gerará um caos); depois pedir a um aluno que cante a música dela para a classe. As crianças perceberão como o caos é desagradável e como a ordem tem um sentido. O professor poderá levantar com as crianças outras situações vividas onde a organização é essencial.
3. Brincadeira das bexigas
(Para animar os alunos e também para transmitir a eles a importância do trabalho em grupo)
Leve um rádio ou qualquer outro aparelho no qual possa tocar música, escolha uma que eles gostem. Leve também um saco de bexigas de forma que possa entregar uma a cada aluno, e peça a eles que cada um encha a sua.
Leve um rádio ou qualquer outro aparelho no qual possa tocar música, escolha uma que eles gostem. Leve também um saco de bexigas de forma que possa entregar uma a cada aluno, e peça a eles que cada um encha a sua.
Quando todos já tiverem enchido explique que terão que ficar jogando as bexigas para cima como se fosse uma peteca (mas de forma suave) de forma a que não caiam no chão e que irá fazendo sinal aos alunos que deverão ir saindo da brincadeira. Os alunos que ficarem não podem deixar as bexigas caírem, os alunos vão saindo mas as bexigas que eles estavam jogando continuam no jogo.
No início será fácil mas à medida que você for acenando aos alunos para saírem os outros vão tendo cada vez mais trabalho para equilibrar as bexigas, cada vez em número maior que o de alunos. Termine a brincadeira quando tiver apenas um aluno sozinho tentando manter todas as bexigas no ar.
Pergunte a eles o que acharam da brincadeira, se foi fácil ou difícil. Eles certamente lhe dirão que no início foi fácil, mas à medida que os alunos foram saindo foi ficando cada vez mais difícil. É hora então de você conduzir para a idéia que você quer (se algum aluno já não tiver feito isso) de que o trabalho em grupo também é assim, quanto mais elementos do grupo ficarem de fora na hora da execução, mais trabalho e menos chance de sucesso terão os elementos que estiverem executando o mesmo.
4. Inventar Expressões Faciais
Faixa etária: de Ensino fundamental e secundário
Apresentar às crianças uma situação para pô-las alegres.
Por exemplo: Estamos na escola e de repente recebemos a notícia que naquele dia iremos todos juntos ao parque. Como manifestaremos nossa alegria?
As crianças tem que nomear o maior número de expressões alegres( saltar, levantar os braços, aplaudir, sorrir.) Faça o mesmo com a tristeza ou outros sentimentos.
5. Espelho (para integração dos alunos)
Faixa etária: ensino fundamental e secundário
Forma-se um círculo.
Um aluno deverá se mover livremente, movimentando os braços, as pernas, fazendo caretas,etc., adotando posturas e atitudes que os demais possam imitar.
Os outros alunos tem que seguir-lhe ao som de uma música.
Quando este parar, os demais também devem parar.
Se ele correr os outros também devem correr.
A pessoa que devemos imitar também pode ficar girando devagar no centro do circulo para que todos os participantes possam ver.
O jogo para quando se perceber que o interesse da turma diminuiu.
Créditos : Associação Brasileira de Educação e Cultura
5. A Caixa Mágica
Definição: Trata-se de ir tirando diversas coisas de uma caixa, de forma imaginária.
Objetivos: Estimular a imaginação e a capacidade gestual.
Consignas de partida: De uma caixa mágica nós podemos tirar qualquer coisa.
Desenvolvimento:
1. As pessoas ficam ajoelhadas e colocam o rosto entre as pernas. O animador diz: "se abre a caixa e dela saem ... (por exemplo: motos). Todos os participantes imitam o objeto mencionado e faz o som e gestos correspondentes. Quando se diz: "fecha a caixa", todos voltam à posição inicial. A caixa abre de novo e sairá outros objetos: cachorro, borboletas, etc.
Créditos : Associação Brasileira de Educação e Cultura.
6. ISSO É UM ABRAÇO
Faixa etária: de Ensino Infantil, fundamental e secundário
Formamos um círculo fechado, bem sentados ou de pé.
Se trata de repetir um movimento e uma frase, que propiciem a afetividade e o contato físico.
O jogo inicia quando um dos participantes se acerca ao que está à sua esquerda e o abraça dizendo: _"Isto é um abraço".
O que o houver recebido o devolve, dizendo:_"Um abraço".
De novo inicia o jogo e o primeiro participante, repetindo o abraço diz:_"Isto é um abraço. E o segundo passa o o abraço ao que está à sua esquerda e repete:_ "Isto é um abraço". O terceiro, que o recebe pela primeira vez, deve devolve-lo dizendo: _"Um abraço".
E o segundo se o devolve ao primeiro, repetindo:_"Um abraço".
Assim, se repete em cada vez: o abraço vai passando desde o primeiro dos participantes com a frase _"Isto é um abraço", e como uma onda. E volta para trás, até que alguém o receba pela primeira vez, e o devolve com a frase_ "Um abraço", até alcançar de novo o primeiro participante.
Essa ação se repete cada vez até chegar ao último participante e voltar até o primeiro participante.
Fonte: ABEC
7. OS ANIMAIS NA CLASSE
Faixa etária: de Ensino Infantil, fundamental
As crianças sentam-se em círculo na sala.
Cada uma tem que escolher um nome de um animal.
O professor narra uma história, que com frequência apareça o nome desses animais.
Cada vez que se pronuncie um deles, o aluno que o haja escolhido tem que levantar-se e emitir o som que faz o seu animal. Por ex._ se o professor disser:"galo", o aluno que o tenha escolhido deverá imitá-lo: "Kikirikiki!" e assim por diante.
Fonte: ABEC
8. PINTINHOS
Faixa etária: de Ensino Infantil, fundamental e secundário
(propicia desinibição, porque exige contato físico e confiança no grupo)
O grupo deve situar-se em círculo e fechar os olhos ( se quiser, a professora pode providenciar vendas paraos alunos, para facilitar, principalmente se os alunos forem pequenos ou imaturos), Não poderão abrí-los até que termine o jogo.
A partir desse momento, todos os jogadores são pintinhos recém saídos do ovo e não podem ver , buscando a sua mamãe galinha.
O professor fará saber a um deles que é a galinha, de forma que os demais não se inteirem disso.
Todos os pintinhos devem caminhar às cegas, imitando o andar dos pintinhos até tocar outro pintinho.
Quando os jogadores se encontrarem devem piar para comprovar se encontraram com a galinha.
Os pintinhos devem responder.
A galinha se diferencia porque não pia. Portanto, quando alguém não lhes responder, deve abraçar com força a galinha e seguir andando unidos, e a partir desse momento permanecem calados. No final, todos os pintinhos podem abrir os olhos: como é de se esperar terminam abraçados e em silêncio.
Fonte: ABEC
9. "Abraços Musicais Cooperativos"
Definição: Trata-se de saltar no ritmo da música, abraçando-se a um número progressivamente maior de companheiros até chegar a um grande abraço final.
Objetivos: Favorecer o sentimento de grupo desde a chegada positiva de todos.
Material: Um aparelho de música ou um instrumento musical.
Ordem de partida: Ninguém deve ficar sem ser abraçado.
Desenvolvimento:
1. Uma música soa, os participantes começam a dançar; quando a música para, cada pessoa abraça a outra. A música continua, os participantes começam a dançar, se querem, podem dançar com o companheiro. Na seguinte vez que a música parar, se abraçam três pessoas. O abraço vai ficando cada vez maior até chegar a um grande abraço final.
Avaliação: O jogo tenta romper o possível ambiente de tensão que pode haver no princípio de uma sessão ou um primeiro encontro. Cada participante expressará como se sente e como viveu o jogo.
Fonte: ABEC
10. CORRENDO ATÉ O MURO
Faixa etária: para Ensino fundamental e secundário
Para se correr até um muro com os olhos vendados deve-se ter muita confiança em não chocar-se nele.
E se trata disso. O grupo se fica situado a uns passos adiante de um muro ou parede da classe ou de um ginásio.
De um a um, cada jogador dever correr até o muro, com os olhos vendados, confiando em que o grupo e o professor ou professora detê-lo-ão antes de chocar-se com ele.
As reações de cada participante são muito divertidas.
O objetivo é do grupo impedir proteger o indivíduo, impedindo que ele se machuque.
Fonte: ABEC
11. Esconderijo Inglês
Faixa etária: para Ensino Fundamental e Secundário
Um dos jogadores fica virado para uma parede, escondendo sua cara e os demais jogadores a uns 20 metros de distância dele.
Aquele que estiver com a cara virada para a parede grita: _" Um, dois, três, ao esconderijo inglês, sem mover as mãos, nem os pés" e se vira.
Enquanto diz a frase, os demais jogadores devem avançar rapidamente, mas com cuidado, já que quando seu companheiro terminar de dizer "Um, dois, três, ao esconderijo inglês, sem mover as mãos, nem os pés" deverão ficar totalmente quietos.
Se algum deles não o fizer e o companheiro perceber que se moveu este deverá retroceder e voltar até o início.
O que conseguir chegar à meta será quem dirá agora : "Um, dois, três, ao esconderijo inglês, sem mover as mãos, nem os pés".
Fonte: ABEC
12. Estimulando a A Pensar e se Comunicar
Faixa etária: para Ensino Infantil
O professor diz uma palavra, qualquer coisa, melhor relacionada com as férias, e os alunos tem que dizer a primeira coisa que lhes vier na memória.
Deixar correr a imaginação.
Fonte: ABEC
13. O que Fez?
Faixa etária: para Ensino Infantil e Fundamental
Na escola, um dos grandes temas para redação é: " O que você fez nas férias?".
Seu valor para conseguir que o(a) aluno(a) escreva sobre suas experiências pessoais é evidente.
Deve-se incentivar para que os alunos falem de suas coisas mais pessoais.
As crianças sentam-se em círculo na classe e têm que recordar coisas sobre as férias, preferivelmente seguindo a ordem dos acontecimentos reais.
Isso estimula a memória da criança, ajuda com que possa recordar os acontecimentos do passado.
Também faz com que deva buscar e encontrar as palavras para descrever o que se passou naquele período.
Fonte: ABEC
14. De Havana Veio um Barco Carregado De...Faixa etária: Educação Infantil, Fundamental e Secundário
O professor pensa em uma família de animais, pessoas, comidas ou objetos. E diz aos seus alunos:" De Havana veio um barco carregado de... animais de quatro patas."
os alunos deverão ir dizendo, um por um, animais de quatro patas."
Se algum aluno não souber dizer nenhum, perde a vez ou é eliminado do jogo, como queira.
O nível de dificuldade pode variar dependendo da família. Por exemplo: no INFANTIL bastaria dizer:"de Havana veio um barco carregado de... animais.", no PRIMARIO: "de Havana veio um barco carregado de... verduras", e no SECUNDÃRIO:"De Havana veio um barco carregado de …personagens históricos."
Faixa etária: Educação Infantil, Fundamental e Secundário
Fonte: ABEC
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9 de dezembro de 2009
3
Diferente, Deficiente, quem é quem na Vida.
Deficiente... é aquele que não consegue modificar sua vida,
aceitando as imposições de outras
pessoas ou da sociedade em que vive,
sem ter consciência de que é dono do seu destino.
Louco... é quem não procura ser feliz com o que possui.
Cego... é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.
E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
Surdo... é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo,
ou o apelo de um rmão.
Pois está sempre apressado para o trabalho .
Mudo... é aquele que não consegue falar o que sente
e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
Paralítico... é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
Diabético... é quem não consegue ser doce, sem sofrer por isso...
Anão... é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser "Miserável", pois
Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.
(Mario Quintana )
aceitando as imposições de outras
pessoas ou da sociedade em que vive,
sem ter consciência de que é dono do seu destino.
Louco... é quem não procura ser feliz com o que possui.
Cego... é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.
E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
Surdo... é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo,
ou o apelo de um rmão.
Pois está sempre apressado para o trabalho .
Mudo... é aquele que não consegue falar o que sente
e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
Paralítico... é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
Diabético... é quem não consegue ser doce, sem sofrer por isso...
Anão... é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser "Miserável", pois
Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.
(Mario Quintana )
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30 de novembro de 2009
2
SEMANA DA CIÊNCIA, CULTURA E ARTE
Oi Amigas, eu estava doidinha por causa dessa Semana da Ciência, Cultura e Arte...
mas até que enfim a nossa exposição foi no dia 27.11.09 - 6ªfeira... e tudo correu bem!
Graças à Deus e ao companherismo das professoras que compõe a equipe da Sala Pedagógica - Escolar I
Vou postar fotos de alguns trabalhos e depois completo com as demais, pois ainda estão na câmera e não baixei...
ANIMAIS EM EXTINÇÃO FEITOS DE CAIXINHA DE LEITE
Os alunos pintaram as caixas com tinta latex branca e o acabamento é lógico que teve nossa mão. Foi utilizado E.V.A. laranja para o bico e as patas e papel camurça preto para o corpo e asas.
ANIMAIS EM EXTINÇÃO
FEITOS DE MATERIAL RECICLADO
Estes aqui, foram feitos de materiais reciclados e utilizei os CDs velhos e riscados que os alunos trouxeram
para compor os animais. A ideia eu retirei de um blog, porém os adaptei para animais em extinção que era o nosso sub-tema.
Foi um sucesso!
ANIMAIS FEITOS COM SUCATAS E MATERIAIS RECICLADOS
Aqui a criatividade tinha que dar asas à imaginação... mas ficou muito legal!
TÉCNICAS -
MOSAICO E PINTURA À GUACHE
Nesta atividade recordamos o que era animais em extinção; quais eram os animais em extinção; porque estavam em extinção e qual o habitat natural dele....
Os alunos chegaram à conclusão que a maioria tinha o habitat na floresta/selva...
Conversamos como deveria ser a floresta . Resultado: Floresta = MUUUUUUUUITA vegetação!
A proposta seguinte:
- Procurar em revistas árvores, florestas, qualquer vegetação servia;
- Os alunos deveriam recortar somente a parte da vegetação, deixando o resto fora.
- Recortei todo o "material verde" quadriculando-os;
- Passei cola numa plaquinha plástica que dispomos ( material utilizado pelo laboratório da FEPE) e que depois é jogado fora.
- Os alunos deveriam colar os pedaços de papéis bem juntinhos, como que os unindo (imitando pastilhas de mosaíco);
- Depois da plaquinha toda preenchida, recortamos a figura de animal (que cada um havia pintado anteriormente com tinta guache);
- Colamos no centro da plaquinha.
Os alunos adoraram o resultado e os pais dos mesmos também!!!
PASTA INFORMATIVA
Estas fichas foram feitas com os alunos, que nas aulas de informática pesquisaram tudo sobre o animal que o grupo estava responsável. Imprimiram as características, curiosidades e fotos dos animais em questão.
Eu elaborei atividades referentes a cada tema , providenciei fotos maiores e elaborei jogos.
Exemplo de atividades: Caça- Palavras, cruzadinhas, completar frases, relacionar.
colocava os papéis com o nome do animal em questão dentro de envelopes colados na pasta, para que eles assim que localizassem a resposta, pegassem a resposta impressa e colocassem em cima, evitando escrever na pasta, assim dá para se usar muitas vezes.
Com as fotos: colei em papel cartão, passei papel contact e recortei em vários pedaços, criando um quebra-cabeça.
Montei também um alfabeto-móvel do nome do animal da pasta, preso com linha para as peças não se perderem.
Este material ficou ótimo pois, fizemos trocas de pastas entre o grupo e todos puderam jogar e conhecer um pouco mais sobre os animais estudados em sala.
Depois eu posto mais atividades que fiz com eles e as fotos da exposição...
beijos..
Fui
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Educação Especial
7 de novembro de 2009
3
Altas Habilidades/Superdotação e o Ensino Regular
Grupo de estudo aos sábados- SEED/PR- Equipe Educação Especial
Observamos no contexto das altas habilidades/superdotação, que muitos sujeitos não se interessam pelos conteúdos tradicionalmente aplicados na escola, mas apresentam sede de aprender e produzir.
Observamos no contexto das altas habilidades/superdotação, que muitos sujeitos não se interessam pelos conteúdos tradicionalmente aplicados na escola, mas apresentam sede de aprender e produzir.
Como atender a esta demanda, onde o ensino regular não está sendo suficiente para o seu desenvolvimento?
O professor elabora o planejamento para sua aula, baseado nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), no que reza o Projeto Político Pedagógico (PPP)da instituição em que leciona, também levando em conta os objetivos que deverão ser alcançados pela maioria dos alunos da turma em questão, porém é sabido que tais objetivos não serão alcançados de forma igualitária por todos os alunos da sala, pois no ensino regular estadual, as turmas não são hegemônicas, portanto inúmeras serão as flexibilidades que o professor deverá enfrentar em um único objetivo, porém sem descaractelizá-lo ( não deixa-lo nem muito aquém, nem muito além).
Numa sala/turma composta por uma clientela heterogênea, o professor poderá deparar-se com alunos com necessidades especiais devido a : dificuldades ou distúrbios de aprendizagem, deficiências, transtornos globais do desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação.
O professor deve ter a preocupação e a responsabilidade em se manter sempre informado, ir a busca de capacitação para que sua prática pedagógica seja a melhor possível, tanto para ter conhecimento e segurança no seu trabalho, como para bem atender a seus alunos.
Quando o professor se depara com um aluno com necessidades especiais de educação, deve sempre comunicar sua coordenação e demais profissionais que atendam o aluno para que, juntos, estabeleçam a forma mais adequada para a aprendizagem do mesmo.
Tratando-se de altas habilidades/superdotação, observa-se certa preocupação e insegurança dos professores, que muitas vezes sentem-se incapazes para lidar com a aprendizagem do mesmo. O professor deve ter claro que na escola ele não tem o papel de ‘”dono do saber”, ele é o orientador e o mediador da aprendizagem na construção do conhecimento, respeitando o potencial de cada aluno.
O professor deve sempre diversificar as estratégias, estimular e respeitar a variedade de opiniões, idéias, de sugestões, de níveis de conhecimento e do tempo de cada um no processo educativo; dessa forma estará propiciando a identidade da formação do conhecimento de seus alunos e os respeitando como cidadãos únicos.
Conforme foi abordado no texto, o superdotado/altas habilidades gosta de desafios, está sempre disposto e ansioso para aprender novas coisas dentro e fora da sala de aula; cabe não só ao professor, como a todos os profissionais, a escola e a família, proporcionar que esse aluno esteja em contato com a área que ele mais sente interesse ou apresente uma habilidade maior.
A princípio, pode-se oferecer o método de enriquecimento curricular.
“... a partir do momento que o professor identifica que aquela criança tem uma habilidade acima da média, uma capacidade maior em uma determinada área, esse professor vai trabalhar com a perspectiva do enriquecimento curricular. Ou seja, ele vai oferecer possibilidades para que esse aluno desenvolva aquela auto-habilidade. Oferecer mais material, oportunidades de pesquisa, trabalhar com projetos de pesquisa na área de interesse específico do aluno”., (Denise Rocha Belfort Arantes, 2006 – coordenadora do núcleo de atendimento do CAPE, artigo: Como lidar com criança superdotada? – revista: Canção Nova Notícias, 2006).
No entanto, este grupo de estudo, também acredita que esse aluno deva:
1.Frequentar tanto o ensino regular (sala comum) como o não formal (oficinas) com o objetivo de estimular todas as suas capacidades e habilidades, de oferecer oportunidade de pesquisa para seus interesses, visando oferecer um equilíbrio entre suas áreas de interesse e possibilidades de respostas;
2.Ter acesso a espaços criativos, ricos em estímulos e oportunidades de aprendizagem, respeitando-se a democracia e a liberdade;
3.Participar de programas especiais que atendam suas necessidades, pois muitos não suportam atividades decorativas e nem a rotina;
4.Ter garantido desafios voltados a criatividade e que enriquecerão seus conhecimentos, proporcionando oportunidades para a ampliação de seus horizontes pessoais e projetar objetivos maiores, desenvolvendo a independência intelectual.
5.Participar de projetos voltados ao relacionamento pessoal e emocional (necessário ser trabalhado em alguns), e de convívio com pares que apresentem os mesmos interesses, com familiares e com a sociedade em geral – viagens de pesquisa, viagens de lazer, colônias de férias, jogos, etc.
Ao participarmos do Grupo de Estudo – Professor Itinerante, oferecido neste 1° semestre pela SEED – PR, pudemos ter maiores informações a respeito da Sala de Recursos, espaço este em que o aluno terá oportunidade não só de ir em busca da sua construção de conhecimentos, como também de conviver com seus pares, com mesas idéias e potencialidades intelectuais, acompanhado e orientado por professor(es) que desenvolverá (ão) seu trabalho baseado em projetos coletivos ou individuais, dando suporte tanto científico como emocional, acreditamos ser de suma importância para a aprendizagem e vida desses alunos.
Não havendo a possibilidade da formação da sala de recursos, poderá ser propostas atividades extra-classe, de forma a oportunizar o desenvolvimento de suas potencialidades e habilidades.
2.Vocês acreditam na busca desses potenciais, que podem estar na sua escola?
Este grupo é formado por professores que apresentam duas características de atuação profissional, sendo: os que atualmente trabalham somente na Educação especial (no caso – Deficiência Intelectual Moderada) e os que trabalham um período na Educação Especial (D.I.) e no Ensino Regular.
É unânime a opinião de que a busca desses potenciais levará não somente o progresso do indivíduo como pessoa equilibrada e completa ( mesmo que as altas habilidades/superdotação estejam presentes apenas em determinada fase de sua vida), como para o avanço da civilização, quer seja na área tecnológica, biológica, de comunicação ou das artes.
Antes de qualquer coisa, como professores, somos responsáveis pela formação dos cidadãos que passam por nossas mãos, devemos SIM, e SEMPRE acreditar no potencial dos nossos alunos.
Devemos ter em mente que assim como os familiares, também fazemos parte da história de vida do nosso aluno. Quem é que não se lembra daquele professor que simplesmente “despejou” conteúdos em nossa cabeça?E daquele outro que se imiportou com o nosso fracasso? Ou que acreditou em nossas capacidades e tomadas de decisões?
Temos sempre que ter olhos para nosso alunado, verificarmos suas características, traçarmos caminhos que contemplem a maioria e criarmos pontes para aqueles que necessitam.
Referências:
1.Revista Canção Nova Notícias, 2006.
2.2. Anotações da palestra oferecida pela SEED – Professor Itinerante – Professora Simone – IEPPEP, junho de 2009.
3.Apostila oferecida pela SEED – “Altas Habilidades/Superdotação: Um desafio” – novembro de 2009.
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